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Escrever não dói

segunda-feira, 25 de março de 2013

Uma professora de segundo ano que trabalha com alfabetização me contou que, na sala em que ela dá aulas, há alguns alunos que não querem, de maneira alguma, escrever.

Eles dizem que dá muito trabalho, que cansa as mãos etc. Eles dão todo tipo de justificativa para evitar o exercício da escrita. E não se trata de crianças que ainda não alcançaram o domínio da leitura. Apesar de não serem leitores fluentes, eles já conseguem ler e entender o sentido do que leem. E gostam de ler. Mas escrever…

A professora, corajosa e batalhadora, não desiste: cria todo o tipo de estratégia para fazer com que esse grupo de alunos enfrente o trabalho da escrita. Frente à insistência da professora, um aluno a desafiou.

Crianças dessa idade são sagazes, criativas, audazes e absolutamente antenadas com o contexto do mundo atual, principalmente o tecnológico, que usam com intimidade. O garoto, usando a linguagem própria de crianças, disse que aprender a escrever era um trabalho desnecessário, porque ao apertar a tecla do computador ou ao tocar a tela do tablet ele escrevia do mesmo jeito e isso não fazia a mão doer.

“Professora, se eu só vou escrever em computador e em tablet, por que tenho que aprender a fazer essas letras desenhadas?”. E você pensa, caro leitor, que o menino parou aí? Não! Ele prosseguiu. “E no computador tem corretor de palavras, então eu nem preciso escrever tudo certinho porque ele corrige quando eu escrevo errado.”

Foram essas perguntas do aluno que fizeram a professora me procurar. Ela está em busca de argumentos para convencer os alunos da importância da escrita. O problema é que ela não tem uma boa resposta.

Isso me lembrou uma informação que foi notícia no ano passado e que rendeu muitas análises e discussões, pelo menos no meio acadêmico. Nos Estados Unidos, alguns estados já aboliram a obrigatoriedade do ensino da letra cursiva no ensino fundamental. E tudo indica que o próximo passo será banir de vez a prática.

A escrita é um meio de comunicação. Por meio dela expressamos nossos pensamentos e nos comunicamos com eles. Esse é um tipo de linguagem que coloca as pessoas em contato umas com as outras: pode ser um recado, a manifestação de um sentimento, pode ser muita coisa.

Mas, se a escrita pode ser digital, por que é importante a escrita à mão? Em primeiro lugar, porque a substituição de uma pela outra empobrece o mundo e a variedade das linguagens. Se podemos ter os dois tipos, porque vamos escolher ficar apenas com um deles? A existência da arte digital, um tipo de linguagem, não nos faz pensar na substituição dos quadros, não é verdade? Ficamos com as duas formas de expressão.

Em segundo lugar, porque a escrita digital restringe sobremaneira as possibilidades de comunicação com as pessoas. Quantas delas há no mundo, em nosso país, em nossa cidade, em nosso grupo de convivência, que não têm acesso a essa tecnologia?

A linguagem escrita e seu aprendizado são partes integrantes e importantes do exercício da cidadania. Não se trata apenas, portanto, da aprendizagem de um código. É bem mais do que isso.

Nossos novos alunos terão menos dificuldades para se esforçar na aprendizagem da escrita se perceberem que nós temos convicção da importância desse tipo de comunicação.

Autora: ROSELY SAYÃO, psicóloga e autora de “Como Educar Meu Filho?”

NOTA DO BLOG:

Infelizmente, estamos caminhando para um EMBURRECIMENTO generalizado. Prova disso, é o AMPLO vocabulário dos nossos jovens: mano, falô, legal, mina, mino, miga, babado, balada, etc.

**********R E P E T E C O********** Uma sugestão para as escolas adotarem

quinta-feira, 14 de março de 2013

Esta é uma mensagem  que os  Professores de uma Escola da  Califórnia deixaram na Secretária  eletrônica.
 
A escola cobra responsabilidade dos alunos e dos pais perante as faltas e trabalhos de casa e, por isso, ela e os professores estão sendo processados por pais que querem que seus  filhos sejam aprovados mesmo com muitas faltas e sem fazer os trabalhos escolares.

Eis a mensagem gravada:

- Olá! Para que possamos ajudá-lo, por favor, ouça todas as opções:

- Para mentir sobre o motivo das faltas do seu filho. Tecle 1.

- Para dar uma desculpa por seu filho não ter feito o trabalho de casa. Tecle 2

- Para se queixar sobre o que nós fazemos. Tecle 3.

- Para insultar os professores. Tecle 4.

- Para saber por que não foi informado sobre o que   consta no boletim do seu filho ou em diversos   documentos que lhe enviamos. Tecle 5.

- Se quiser que criemos o seu filho. Tecle  6.

-Se quiser agarrar, esbofetear ou agredir alguém. Tecle 7.

- Para pedir um professor novo pela terceira vez este ano. Tecle 8.

- Para se queixar do transporte escolar. Tecle 9.

- Para se queixar da alimentação fornecida pela escola. Tecle 0.

-Mas se você já compreendeu que este é um mundo   real e que seu filho deve ser responsabilizado pelo próprio comportamento, pelo seu trabalho na aula, pelas tarefas de casa, e que a culpa da falta de esforço do seu filho não é culpa do professor, DESLIGUE e tenha um bom dia!”

BRASIL TEM UM ADVOGADO PARA CADA 256 HABITANTES. SE CONTINUAR ASSIM, LOGO, LOGO, CADA BRASILEIRO TERÁ O SEU PRÓPRIO ADVOGADO. (rsrsrsrs) PROFISSIONAIS NA ÁREA JÁ SOMAM 754.685 EM TODO O PAÍS, SEGUNDO INFORMAÇÃO DA OAB.

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

NOTA DO BLOG:

Que bom seria se esse número fosse de médicos COMPETENTES.

A EVOLUÇÃO DA EDUCAÇÃO NO BRASIL

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Antigamente se ensinava e cobrava tabuada, caligrafia, redação, datilografia…
Havia aulas de Educação Física, Moral e Cívica, Práticas Agrícolas, Práticas Industriais e cantava-se o Hino Nacional, hasteando a Bandeira Nacional antes de iniciar as aulas…

Leiam o relato de uma Professora de Matemática:
 
Semana passada, comprei um produto que custou R$ 15,80. Dei à balconista R$ 20,00 e peguei na minha bolsa 80 centavos, para evitar receber ainda mais moedas. A balconista pegou o dinheiro e ficou olhando para a máquina registradora, aparentemente sem saber o que fazer.
Tentei explicar que ela tinha que me dar 5,00 reais de troco, mas ela não se convenceu e chamou o gerente para ajudá-la.
Ficou com lágrimas nos olhos enquanto o gerente tentava explicar e ela aparentemente continuava sem entender.

Por que estou contando isso?  Porque me dei conta da evolução do ensino de matemática desde 1950, que foi assim: E se um moleque resolver pichar a sala de aula e a professora fizer com que ele pinte a sala novamente, os pais ficam enfurecidos pois a professora provocou traumas na criança.

1. Ensino de matemática em 1950:
Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00.
O custo de produção é igual a 4/5 do preço de venda.
Qual é o lucro?

2. Ensino de matemática em 1970:
Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00.
O custo de produção é igual a 4/5 do preço de venda ou R$ 80,00. Qual é o lucro?

3. Ensino de matemática em 1980:
Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00.
O custo de produção é R$ 80,00.
Qual é o lucro?

4. Ensino de matemática em 1990:
Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00.
O custo de produção é R$ 80,00.
Escolha a resposta certa, que indica o lucro:
(  )R$ 20,00 (  )R$ 40,00 (  )R$ 60,00 (  )R$ 80,00 (  )R$ 100,00

5. Ensino de matemática em 2000:
Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00. 
O custo de produção é R$ 80,00.
O lucro é de R$ 20,00.
Está certo?
(  )SIM (  ) NÃO

6. Ensino de matemática em 2009:
Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00.
O custo de produção é R$ 80,00.
Se você souber ler, coloque um X no R$ 20,00.
(  )R$ 20,00 (  )R$ 40,00 (  )R$ 60,00 (  )R$ 80,00 (  )R$ 100,00

7. Em 2010 …:
Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00.
O custo de produção é R$ 80,00.
Se você souber ler, coloque um X no R$ 20,00.
(Se você é afro descendente, especial, indígena ou de qualquer outra minoria social não precisa responder pois é proibido reprová-los).
(  )R$ 20,00 (  )R$ 40,00 (  )R$ 60,00 (  )R$ 80,00 (  )R$ 100,00 
  
Também jamais levante a voz com um aluno, pois isso representa voltar ao passado repressor (Ou pior: O aprendiz de meliante pode estar armado)

Charge: Cicero

(desconheço a autoria. Enviado pelo amigo Zeca Fernandes)

A QUE PONTO CHEGAMOS!!! CRIANÇAS CONFIAM MAIS NO GOOGLE DO QUE NOS PRÓPRIOS PAIS.

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Antigamente, era fácil prever que as dúvidas e perguntas das crianças seriam solucionadas pelos próprios pais ou pessoas próximas a elas. Mas as novas tecnologias mudaram esse tipo de comportamento, já que uma pesquisa britânica da Birmingham Science City mostrou que 54% dos pequenos de 6 a 15 anos de idade consultaram primeiro o Google antes de seus pais ou professores.

De acordo com o Daily Mail, o estudo entrevistou 500 crianças de 6 a 15 anos, e só 19% dos entrevistados afirmaram ter usado um dicionário impresso uma vez na vida. As enciclopédias vieram em último lugar no relatório, quando um quarto das crianças admitiu que nunca viu e nem sabia o que é uma. Questionados sobre o que seria uma enciclopédia, os pequenos soltaram palpites como um meio de transporte para viajar e uma ferramenta usada em operações.

Também foram entrevistados alguns professores, que não se saíram nada bem no estudo. Apenas 3% das crianças com idade entre 6 e 14 anos disseram que procurariam respostas com um professor, e só um quarto delas tiraria dúvidas com seus pais antes de acessarem o Google.

O estudo destacou a importância que a tecnologia passou a ter nessa nova geração. Para a doutora Pam Waddell, diretora do Birmingham Science City, “as crianças agora crescem em um ambiente onde a tecnologia digital é aceita como padrão, portanto, não é surpreendente que os jovens escolham obter respostas pelo Google, com apenas um toque, ao invés de se consultarem com amigos, pais ou professores”.

Waddell, no entanto, acredita que isso não seja necessariamente uma coisa ruim, pois só mostra como os mecanismos tecnológicos dessa geração se tornaram comuns para as crianças, e como elas se sentem confortáveis diante deles.

Fonte: Olhar Digital

Repeteco: Aqui postado em 30/03/2011 “Uma geração que parece sofrer do mal de Alzheimer”.

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013
Acabo de ler “A pergunta que não quer calar”, publicado pelo educador  e colega Declev Dib Ferreira, em seu blog Diário do Professor, que mais uma vez, relata o cotidiano da sala de aula. Identificando-me com a situação descrita no artigo, escrevi este comentário:
Atualmente, tenho a impressão que lecionamos para portadores de Alzheimer, tal a falta de memória dos alunos. Parece que ninguém retém mais nada na memória e o ato de raciocinar, a cada momento, se torna mais difícil para os jovens.
O que podemos esperar de uma geração que está abandonando o uso do raciocínio, que se recusa a pensar e não tem a menor noção do que seja uma reflexão?
Na semana passada e ontem, vivenciei situações em que jovens matriculados na 1ª e 2ª séries do Ensino Médio, desconheciam o significado das palavras “influência” e “tecnologia” e diante da dificuldade não tiveram a iniciativa de buscar o significado destas expressões em um dicionário. “
É comum escrevermos instruções na lousa, explicá-las verbalmente e os alunos continuarem nos perguntando, pois não assimilaram a informação dada oralmente e reforçada por escrito. Nem mesmo as instruções básicas, colocadas junto ao cabeçalho das provas (responder a caneta, não rasurar) são lidas.
Poucos são os que escrevem o próprio nome completo e com letras maiúsculas, a grande maioria insiste em fazer provas a lápis e mesmo depois de 3 meses, ensinando a cada aula a consultar o índice do livro didático, somente alguns agora conseguem realizar essa operação.
Tenho uma colega que desenvolveu uma teoria interessante para explicar esse fenômeno, segundo ela a nossa juventude está estagnada no plano do instinto e as únicas atividades importantes são o sono, a comida e o sexo, todo o resto é irrelevante.
O raciocínio, a lógica, a memória e a sensibilidade encontram-se em estado de atrofia. O olhar sempre preso ao celular à espera do contato do (a) parceiro (a), a boca ocupada com um pirulito consumido em movimentos sensuais, os ouvidos bloqueados pelo funk ensurdecedor do mp-número-tal.
As garotas usam maquiagem pesada, a toda hora retocam os lábios umedecidos com gloss, as cabeças se movimentam constantemente para exibir provocantemente os cabelos e os rapazes para atrair a atenção das suas parceiras se esmeram na agressividade, enquanto nós, professores e professoras invisíveis tentamos acordá-los e trazê-los para a realidade.
Os tecnólogos de plantão e os lobistas do “educacional-business” continuam batendo na tecla da falta de preparo dos professores e do arcaísmo da escola, insistindo na superioridade mental dessa nova geração expert em tecnologia, baseada na minha experiência profissional e no meu conhecimento na área de informática, afirmo que isso é um mito, uma farsa e um embuste, que só convence ao docente que não tem conhecimentos em informática.
Há cinco anos, venho elaborando projetos envolvendo todos os recursos da informática e todas com todas as novidades: celulares, câmeras digitais sem deixar de incluir MSN, Orkut e Twitter, aulas totalmente informatizadas e interativas e de blogs criados para os alunos, os resultados são nulos e não há a reação garantida pela propaganda.
Volto a repetir, essa farsa só se sustenta porque ainda é pequeno o numero de docentes que dominam a tecnologia.
Os que conhecem sabem que grande parte dessa geração, seja aluno da rede pública ou privada,  não domina um editor de texto, um PowerPoint e não consegue nem mesmo fazer uma pesquisa na Internet.
Passam horas no computador, conversando com os amigos,  jogando e visitando sites pornôs. Um estudo realizado pela USP, recentemente, comprovou a queda do rendimento escolar dos estudantes usuários de computador.
Estudos na área da medicina apontam inúmeros problemas, tais como obesidade, transtornos do sono e problemas de visão relacionados com o uso sem limite dos computadores, sem falar na perda de audição causada pelo uso dos headphones.
Parece que ninguém, até o presente momento, se lembrou de relacionar o aumento dos crimes com armas de fogo aos jogos de computador, esquecendo-se que eles são simuladores que condicionam os reflexos, vide a eficácia dos mesmos para o treinamento de pilotos, um individuo que desde criança se acostumou a atirar e matar no mundo virtual, age instintivamente pelo reflexo em situações reais e se estiver armado, vai atirar para resolver um situação de conflito, da mesma forma que pisca os olhos .
Matar deixou de ser um ato incomum, é um ato banalizado cotidianamente no mundo virtual.
Estou postando o artigo no blog, quando ouço a TV, ligada no Balanço Geral, a chamada para uma reportagem sobre a violência nas escolas, corro para a sala.
Imagens de uma briga entre alunos em uma escola de Minas, na seqüência uma aluna desta escola dá uma entrevista falando que os professores e inspetores têm medo de separar as brigas pois eles apanham direto quando tentam fazê-lo.
A seguir vem a entrevista com a educadora Eliana da Cunha Lemos, professora carioca da rede municipal que exibe uma das mãos aleijadas, em off, enquanto a imagem das radiografias de suas mãos são mostradas expondo as fraturas, ela conta que foi agredida por um aluno durante a aula, quando pediu ao mesmo que desligasse e guardasse o mp3.
O silêncio da rua permanece opressivo e até o momento continuo sem saber se vou poder sair para ir ao banco. Escapei até o momento da violência em sala de aula, mas corro o risco de ver o meu magro orçamento ser atingido pela violência das ruas.
Infelizmente para a violência estamos bem visíveis!

É o instinto e não a razão que norteia as ações.  No Youtube e no Twitter diariamente adolescentes exibem as suas performances sexuais e fazem apologia da força bruta nos videos que registram as brigas violentas travadas, quase sempre no ambiente escolar.

Fonte: S.O.S Educação Pública

NOTA DO BLOG:

Este texto foi aqui postado em 30 de março de 2011. Estamos no dia 05 de fevereiro de 2013. Alguma coisa mudou?

Você se lembra do “Homem que calculava”? Conhecido por MALBA TAHAN, na verdade ele chamava-se Julio Cesar de Mello e Souza.

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Julio Cesar de Mello e Souza (foto ao lado) nasceu no Rio de Janeiro no dia 6 de Maio de 1895. Passou sua infância na cidade de Queluz (SP). Teve oito irmãos. Seguiu o ensino fundamental e médio nos colégios Militar e Pedro II no Rio de Janeiro. Formou-se como professor pela Escola Normal e depois engenheiro pela Escola Nacional de Engenharia.

Lecionou em diversos estabelecimentos como o Colégio Pedro II, a Escola Normal e na Faculdade de Arquitetura da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Casou-se com Nair Marques da Costa com quem teve três filhos: Rubens Sergio, Sonia Maria e Ivan Gil.

Como Julio César de Mello e Souza, escreveu alguns livros didáticos de matemática e o Dicionário Curioso e Recreativo da Matemática.

Criou para si o pseudônimo Malba Tahan, através do qual publicou inúmeras obras entre as quais se destaca “O Homem que Calculava”. Durante muitos anos o público acreditou que Julio Cesar e Malba Tahan fossem duas pessoas diferentes.

Julio Cesar faleceu em Recife no dia 18 de Junho de 1974 vítima de um ataque cardíaco.

PSEUDÔNIMO

Julio Cesar de Mello e Souza teve três pseudônimos ao longo de sua vida: Salomão IV, R. S. Slady e Malba Tahan, ou, mais exatamente, Ali Yezid Ibn-Abul Izz-Eddin Ibn-Salin Hank Malba Tahan.

Aos 12 anos de idade, Julinho foi morar no Rio de Janeiro para continuar seus estudos, mas passava as férias em Queluz, onde tinha vivido sua infância até então e onde morava sua mãe, Carolina, a Dona Sinhá.

Nessas férias, uma de suas brincadeiras prediletas era escrever e publicar uma revistinha feita à mão, com reportagens, histórias ilustradas e adivinhas. A revista chamava-se ERRE! e, em janeiro de 1908, assinou-a como sendo o editor Salomão IV, seu primeiro pseudônimo.

Em 1920, Julio criou seu segundo pseudônimo, R. V. Slady, quando publicou suas primeiras histórias no jornal O Imparcial, onde trabalhava como Office boy.

Devido ao sucesso dessas histórias, resolveu criar seu pseudônimo definitivo, Malba Tahan, que figura no título de seu primeiro livro, Contos de Malba Tahan, de 1925, e com o qual assinou inúmeros outros livros que publicou posteriormente, inclusive O Homem que Calculava.

NOTA DO BLOG:

LIGUE O SOM, CLIQUE, ABRA A TELA  E… Relembre aqui o famoso “CONTO DOS CAMELOS”:

Fonte: www.malbatahan.com.br

Pensamento do Dia: “Numa pesquisa mundial, constatou-se que os judeus eram as pessoas que mais se destacavam em todos os segmentos da economia, ciências, letras, etc. Não por serem mais inteligentes, e sim porque há séculos são os que mais investem na educação dos seus filhos. Para variar, o Brasil do “progresso” anda na contramão, onde a grande maioria dos pais prefere investir em lazer do que na educação dos filhos. O fruto dessa escolha virá muito mais tarde, quando, despreparados, os filhos serão verdadeiros parias vivendo da aposentadoria dos pais, ou abandonando os próprios. Por causa do péssimo preparo, não poderão gerenciar suas famílias e ajudar seus velhos pais. Escolhas de hoje, serão os frutos colhidos de amanhã!” Beatriz dos Santos (São Paulo, SP)

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

NOTA DO BLOG:

Como diria Pantaleão, personagem do saudoso Chico Anysio:

É MENTIRA, TERTA?