Arquivo da Categoria ‘Policia’

Mais um CANALHA de 17 anos que fará 18 em junho comete um assassinato brutal e, por ser “de menor”, ficará impune. O MALDITO contou o que diz ter feito, como se estivesse narrando um capítulo de novela, como disse uma policial. Com a palavra aqueles que são contra a diminuição da maioridade penal, como o sr. Michel Temer, vice-presidente do país.

sábado, 27 de abril de 2013

O menor F., acusado de participar do assassinato da dentista Cinthya Magaly Moutinho de Souza. Nem a cara do maldito é possível ser mostrada. E VIVA O E.C.A. (ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE)

UM PRESÍDIO DE SEGURANÇA “MÍNIMA”. Conheça a “prisão-clube” na Noruega que está mexendo com o sistema penal europeu.

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Afrouxando as algemas, o presídio de baixa-segurança da ilha de Bastoy, na Noruega, conseguiu alcançar a menor taxa de reincidência criminal do mundo.

À disposição dos 120 moradores da ilha norueguesa de Bastoy, há quadra de tênis, campo de futebol, saunas, câmara de bronzeamento artificial, sala de cinema, estúdio musical e uma biblioteca.

Os quartos são mobiliados e equipados com TV a cabo. O trabalho na fazenda, na colheita, na lavanderia, na balsa ou na pesca rende cerca de 57 coroas norueguesas (ou 20 reais) por dia para cada um.

Ao contrário do que se imagina, no presídio com a menor taxa de reincidência da Europa não há celas, armas, cassetetes ou câmeras de monitoramento; apenas uma regra: nada de álcool, drogas e violência.

Condenado por homicídio toma banho de sol no lado de fora dos aposentos onde vive, na prisão norueguesa

Bastoy é um dos únicos quatro presídios de baixa-segurança do mundo. Na ilha, os apenados — que durante as noites têm apenas cinco guardas para vigiá-los — fazem tudo do que a criminologia moderna os privou. Os ex-assassinos, ex-ladrões e ex-traficantes trabalham, estudam, se divertem, se exercitam e tomam sol. Aqui, o prefixo “ex” não é por mera generosidade, e sim pela baixíssima taxa de reincidência criminal. Apenas 16% dos que cumpriram pena em Bastoy voltam ao crime; no Brasil, o índice supera os 70%. O êxito do “corretivo” aplicado na ilha já faz com que a Noruega pense em expandir o modelo, iniciativa que causa arrepios nos penalistas mais rígidos e revanchistas.

“Bastoy faz exatamente o oposto dos presídios convencionais, onde os presos são trancafiados sem qualquer tipo de responsabilidade pessoal, alimentados e tratados como animais”, diz o diretor da prisão. No cargo desde 2007, o psicoterapeuta (especializado na escola da Gestalt) Arne Nilsen já trabalhou em presídios ingleses e passou mais de dez anos no Ministério da Justiça norueguês antes de mudar-se para a ilha.

Para ele, é preciso olhar as punições com um sentimento menos vingativo e repressor. “Privar uma pessoa da sua liberdade por um certo período já é um castigo suficiente em si, sem que seja necessário precarizar as condições do presídio”, disse Nilsen.

Ao contrário dos modelos mais rígidos, o sistema penal norueguês não prevê nem pena de morte nem prisão perpétua, e o tempo máximo que um cidadão pode passar na cadeia é de 21 anos (no Brasil, são 30).

Assim, a sociedade norueguesa é obrigada a se conformar com o fato de que a maioria dos prisioneiros, por mais hediondos que tenham sido seus crimes, vai ser libertada mais dia, menos dia.

Além de exercitar a convivência social dos condenados, as tarefas de trabalho também ajudam a gerir o modelo de negócios da ilha. “Bastoy é na verdade a prisão mais barata da Noruega”, defende Nilsen. Com a força de trabalho dos presos, Bastoy precisa contratar menos funcionários e ainda assim consegue produzir parte da sua comida e do seu combustível. Para ajudar a fechar as contas, medidas “sustentáveis” como o uso de energia solar e restrição da circulação de automóveis diminuem os custos.

Bjorn Andersen é um sociólogo e pesquisador de 52 anos que chegou a Bastoy após passar três anos em um presídio comum, condenado por tentativa de homicídio. Casado há mais de duas décadas e pai de cinco filhos, Andersen agrediu a esposa, após ouvir que ela havia comprado um apartamento e estava para fazer a mudança. “Eu surtei e a ataquei”, diz ele, balançando a cabeça.

De segunda a sexta-feira, Andersen é responsável por acordar tomar café e embalar o seu almoço, antes das 8h30, horário em que entra no trabalho. Como os presos, ele é liberado às 14h30 e o “jantar” é servido logo em seguida. A partir daí, todos têm até as 23h para fazer o que bem entenderem. Andersen aproveita para terminar a dissertação que estava concluindo antes de ser preso.

A casa acima abriga a biblioteca da ilha; das 15h às 23h presos podem consultar o acervo e fazer outras atividades

Entre os 70 funcionários (35 guardas) que compõem a equipe, Bastoy oferece aos presos enfermeira, dentista, fisioterapeuta e uma creche para crianças. Pelo menos uma vez por semana, todos podem receber uma visita de até três horas. “Encontros íntimos” também são permitidos e prisioneiros com filhos pequenos podem passar um dia inteiro com suas namoradas e companheiras.

As restrições ao álcool, às drogas e às condutas violentas são claras e inflexíveis. Se alguém quebrar as regras, Bastoy conta com duas celas escondidas e fechadas, com portas de ferro e sem janela especialmente para os infratores aguardarem a transferência de volta para os presídios comuns. Segundo um dos presos, já faz mais de dois anos desde que foi habitada pela última vez, quando um dos condenados foi pego com bebida no quarto.

NO VÍDEO ABAIXO, NARRADO EM NORUEGUÊS, VOCÊ FICA CONHECENDO UM POUCO MAIS A “PRISÃO”.

LIGUE O SOM, CLIQUE E ABRA A TELA.

Fengselslivet på Bastøya from Robert Hansen, Fargefilm AS on Vimeo.

Fonte: Revista Samuel

O DEVER DE REAGIR

segunda-feira, 22 de abril de 2013

Nas sociedades primitivas, a única forma de punir um assassino era pela vingança. O método incluía o emprego da força física e po­dia ser executado pelo ofendido, seu clã ou sua tribo. Nesse processo, não se discutia o que era crime, quem podia ou não ser punido, nem as circunstâncias em que o assassinato ocorrera — em outras palavras, não se discutia a culpabilidade.

A vingança era também indistinta, o que quer dizer que ninguém se importava em dar ao crime uma punição proporcional à sua gravidade. Tal conta não existia. Hoje existe. Mesmo assim, o jovem que ma­tou o estudante Victor Hugo Deppman (foto) para roubar seu celular vai ficar não mais do que três anos internado em uma insti­tuição para menores, já que, na data em que cometeu o assassinato, estava a três dias de completar 18 anos, idade da maioridade penal brasileira. Podé se dar a isso o nome de justiça?

Os defensores da manutenção desse patamar se apoiam em três argumentos principais: antes dos 18 anos, os jovens ainda não estão plenamente conscientes de seus atos; a idade penal é a mesma no Brasil desde 1940 e mudá-la agora, sob a influência de mais um crime bár­baro, seria ceder à emoção; baixar esse limite não diminuiria a criminalidade.

A levar em conta o primeiro argumento, o psicanalista Contardo Calligaris, em sua coluna na Folha de S.Paulo, lembrou que o Brasil teria de elevar a maioridade penal para 25 anos, já que é só nessa fase que o córtex pré-frontal, a parte do cérebro responsável pela toma­da de decisões, está plenamente desen­volvido. A maturidade é relativa aos olhos da lei. Os mesmos jovens inimputáveis por serem menores de 18 anos têm discernimento para tomar decisões como escolher o presidente da Repúbli­ca (16 anos) e manter relações sexuais com um adulto sem que isso seja consi­derado estupro presumido (14 anos).

Contra o argumento de que mudar a lei agora seria ceder.à emoção, é preci­so lembrar que alterações na legislação impulsionadas pela indignação não são necessariamente ruins. O aumento do tempo necessário para que um preso por crime hediondo passe do regime fe­chado para outro mais leve só foi implantado por causa da reação da socie­dade ao assassinato brutal do menino João Hélio, no Rio, em 2007. Da mes­ma forma, a Lei da Ficha Limpa foi aprovada pelo Congresso no rastro da indignação popular com os seguidos es­cândalos de corrupção.

Resta o terceiro argumento. É verdade que não há estudos que compro­vem uma relação direta entre a redução da maioridade penal e a diminuição da criminalidade. Mas é indiscutível que a manutenção do atual patamar aumenta o contingente de jovens potencialmen­te “instrumentalizáveis” por bandidos mais velhos interessados em driblar a lei. O número de menores em institui­ções de correção triplicou em uma dé­cada: de 7600, em 2002, passou para 22000, em 2011. Essa explosão foi im­pulsionada principalmente por infrato­res internados por tráfico de drogas.

A proporcionalidade entre a ofensa e a punição é uma conquista da civilização — e compõe o que chamamos de Justi­ça. Victor Deppman não avançou contra o seu assassino nem relutou em entregar- lhe seu celular. Morreu mesmo assim. O Brasil tem o dever de reagir por ele.

Fonte: Veja

O BRASIL EM SEUS GRANDES EVENTOS DE 2013 A 2016: A PREOCUPAÇÃO É OBRIGATÓRIA.

sexta-feira, 19 de abril de 2013

Nenhuma dúvida: o Brasil não faz parte do circuito do terrorismo. Mas pode passar a fazer, o que vai acontecer aqui terá repercussão mundial, não serão eventos locais, puramente “em casa”.

Agora, logo, logo, a Copa das Confederações, com participação de representantes de vários continentes. Em julho, praticamente emendando, a primeira viagem internacional do Papa Francisco.

Centenas de milhares, talvez um milhão de turistas aqui. E centenas de milhões, no mundo todo, assistindo pela televisão. E carregando a repercussão que acompanha, sempre, os movimentos do Papa.

Com intervalo de um ano, a badaladíssima Copa do Mundo e suas audiências colossais. Mais dois anos, a Olimpíada. É uma sucessão preocupante, angustiante.

PS – E se Boston for (ou tenha sido) uma nova avalanche do terrorismo? Por que apostar na possibilidade de não acontecer nada, “estamos muito longe”?

PS2 – Nada é distante ou impossível para o terrorismo, eles só querem aterrorizar. E tudo que fazem é inesquecível.

por Helio Fernandes (Tribuna da Imprensa)

Pela redução da maioridade

sexta-feira, 12 de abril de 2013

O tema da maioridade penal voltou ao debate com mais um crime cruel perpetrado por um jovem de 17 anos, que matou a vítima, outro jovem, mesmo sem tentativa de reação.

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, assumiu a postura que defende endurecer as penas previstas no ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente). A mesma esquerda de sempre reage.

Quais são os seus argumentos? O comentarista Kennedy Alencar, na rádio CBN, expôs hoje um resumo do que eles pensam. Kennedy enxerga os bandidos como “vítimas da pobreza”, e acredita que a principal função da punição é “ressocializar” esses marginais. Por isso devemos ter cuidado com o “oportunismo” gerado no “calor das emoções”. Ele está satisfeito com o ECA e não quer reduzir a maioridade penal (que é muito menor nos principais países desenvolvidos).

Segundo sua lógica, tal redução faria apenas com que os bandidos aliciassem pessoas cada vez mais jovens, de 14 ou 15 anos. Brilhante! Logo, posso concluir que Kennedy seria favorável até mesmo ao aumento da maioridade, para 21 ou quiçá 25 anos. Afinal, isso iria “proteger” os jovens, pela ótica dele.

Como as prisões são “pós-graduação” no crime, mandá-los para lá só piora as coisas. Viva a impunidade!

O “calor das emoções”, no fundo, já passou para vários outros crimes semelhantes, e os familiares das vítimas continuam aguardando punição mais severa para os cruéis e frios assassinos de seus parentes. Ao tratar marmanjos assassinos de 17 anos como seres inimputáveis ou vítimas da sociedade, a esquerda acaba estimulando a criminalidade.

Curiosamente, a mesma esquerda pensa que tais “crianças” se tornam “adultos responsáveis” na hora das eleições, permitindo o voto a partir de 16 anos. É mais fácil vender utopia socialista para a garotada. Portanto, votar aos 16 anos pode; ir para a cadeia por estourar os miolos de um rapaz inocente, não!

por Rodrigo Constantino

NOTA DO BLOG:

Será que esses energúmenos que são contra a diminuição da maioridade penal continuariam com a mesma opinião, caso a sua filha fosse estuprada por um “menino” de 17 anos ou o seu filho tivesse os miolos estourados por esse mesmo jovem?

Jamais uma segunda chance

quinta-feira, 4 de abril de 2013

Insistiremos até o dia em que nos faltar saúde ou faltarem computadores: é preciso mudar as leis penais. Estabelecer prisão perpétua, sem benefícios ou regalias de qualquer espécie para autores de crimes hediondos. Senão em jaulas, que seriam facilmente abertas, celas de absoluto isolamento para os que seqüestram, estupram, torturam e matam em ritmo cada vez maior em todo o território nacional.

Ainda agora foi uma professora, em Brasília, seqüestrada no estacionamento de um centro comercial, conduzida em seu próprio veículo para um parque e lá estrangulada. Tinha acabado de comprar ovos de Páscoa para os dois filhos pequenos.

Fazer o que com um degenerado desses? Claro que submetê-lo a julgamento rápido, sem as firulas jurídicas injustificáveis até para autores de crimes menores e aprisioná-lo para o resto da vida. Obrigá-lo a trabalhar para pagar as refeições oferecidas pelo poder público e deixá-lo isolado da sociedade. Fosse na China e já teria recebido sua bala na nuca. Aqui, pelo menos deveria estar confinado para sempre.

A finalidade da pena, discute-se faz tempo, seria preservar o futuro ou reparar o passado? Tanto faz, desde que cumprida com exatidão.

Em nome dos direitos humanos, logo esse monstro estará em liberdade. Cumprirá um sexto dos anos de reclusão a que tiver sido sentenciado, se antes não o agraciarem com outros recursos.

Retornará ao convívio social, certamente para reincidir, como acontece com a maioria dos criminosos beneficiados pela lei, ou se para vangloriar-se da fama negativa a que fez jus.

Cabe não apenas ao Congresso mudar os Códigos Penal e de Processo Penal. Judiciário e Executivo também carregam toneladas de responsabilidade pela insegurança que nos atinge. Se quiserem, também as organizações da sociedade civil.

Educar é a solução, generalizou-se no país, e realmente é. Servirá, o aprimoramento do ensino, para uma comunidade crescer melhor e não ser levada ao crime pelo estado de necessidade. Mas certas práticas inumanas transcendem a injustiça social. Não merecem o benefício da dúvida da recuperação. Já foram cometidas.

O único perdão devido a seus praticantes deve ser o dom da vida. Pouco importa se vão arrepender-se ou recuperar-se. Perderam esses direitos junto aos semelhantes. Poderão ir para o paraíso ou para as profundezas, ao morrer, se acreditarem em outra existência. Nesta, porém, importa cortar-lhes qualquer oportunidade. Jamais se lhes poderá oferecer uma segunda chance.

por Carlos Chagas

NOTA DO BLOG:

Concordo com o brilhante jornalista Carlos Chagas. Prisão perpétua. Este seria o castigo ideal para aqueles que cometessem crimes hediondos.

Procurador dá 20 dias para Chalita se manifestar sobre acusações. CHALITA, QUEM DIRIA, HEIN!?

quarta-feira, 20 de março de 2013

O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, deu prazo de 20 dias para o deputado Gabriel Chalita (PMDB-SP) se manifestar sobre as acusações enviadas pelo Ministério Público Estadual de São Paulo que o envolvem com suspeita de corrupção, enriquecimento ilícito e superfaturamento de contratos públicos.

Segundo Gurgel, enquanto o deputado não apresentar suas colocações, a análise do material ficará suspensa.

Suspeito de ter pago parte da reforma do apartamento do deputado federal Gabriel Chalita (PMDB-SP), o grupo educacional COC vendeu R$ 9,1 milhões em softwares para a Secretaria da Educação do Estado de São Paulo na época em que Chalita era o titular da pasta, entre 2002 e 2006. Atualizadas pela inflação, essas vendas somam R$ 14,1 milhões. Todas contratadas sem licitação.

As transações foram feitas por empresas do grupo COC, do empresário Chaim Zaher, que é investigado sob acusação de ter gasto US$ 600 mil na reforma de um apartamento de Chalita, em 2005, de ter dado presentes e bancado deslocamentos de helicóptero do agora deputado.

NOTA DO BLOG:

QUEM DIRIA, HEIN? NOME DE ANJO, VOZ MACIA, CARINHA DE COROINHA…

Bancos perdem até R$ 3,1 bi com fraudes. CONHECE AQUELE DITADO: LADRÃO QUE ROUBA LADRÃO TEM CEM ANOS DE PERDÃO?

sábado, 16 de março de 2013

Os dez maiores bancos brasileiros perderam entre R$ 2,9 bilhões e R$ 3,1 bilhões com fraudes financeiras no ano passado.

Essas perdas equivalem a 5,7% do lucro dessas instituições no ano passado. Incluem desde crimes eletrônicos até assaltos a agências, desvios e fraudes internas.


A maioria dos desvios é em transações por meios eletrônicos, como internet banking, cartões, caixas eletrônicos e celulares.

Os delitos são conduzidos por quadrilhas especializadas em crimes eletrônicos, que recrutam hackers profissionais (muitos deles localizados fora do país) e que são financiadas pelo narcotráfico e organizações mafiosas de alcance internacional. “O crime organizado financia as fraudes eletrônicas,” diz Carlos Alberto Costa, diretor de Segurança da Informação da Accenture.

O canal mais vulnerável aos ataques são os call centers, que ainda têm condições limitadas para identificar os clientes: as identidades são baseadas em dados como endereço, data de nascimento e nome dos pais –que podem ser obtidos pelas quadrilhas.

As fraudes mais comuns, no entanto, são por meio de grampos das ligações dos usuários, o que está fora do controle dos bancos e das empresas de call center.

Também cresceram no ano passado os ataques físicos aos caixas eletrônicos, que estão expostos a vandalismo e a explosivos.

Apesar de ter histórico maior de fraudes, o internet banking é hoje um dos canais mais seguros para as transações eletrônicas nos bancos, que investiram em tokens (aparelho que emite senhas aleatórias) e em uma série de cruzamento de dados para evitar ataques.

A maior vulnerabilidade dos sites dos bancos, no entanto, são os ataques por sobrecarregamento de usuários, como os que “tiraram do ar” no ano passado os sites das principais instituições.

O ataque não chega às transações propriamente ditas, mas às homepages dos bancos, que recebem milhões de acessos simultâneos a ponto de ficarem lentos ou inacessíveis por horas.

NOTA DO BLOG:

Somos ou não, “assaltados” pelos bancos? rsrs