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Notícia triste: SARA MONTIEL, morreu

segunda-feira, 8 de abril de 2013

A atriz espanhola Sara Montiel, um ícone de Hollywood, faleceu nesta segunda-feira (8) em Madri aos 85 anos.

Nascida em 10 de março de 1928, Montiel, que também teve uma importante carreira como cantora, é considerada a atriz espanhola mais famosa de Hollywood.

Ela trabalhou em quase 50 filmes, alguns deles de grande sucesso comercial.

De imponente beleza e voz grave e sensual, a atriz, de uma família humilde de Ciudad Real, sul da Espanha, conquistou fama mundial com o western “Vera Cruz”, filmado em 1954 em Hollywood ao lado de Gary Cooper e Burt Lancaster, assim como com “La violetera” (1958) e “A última canção” (1957). Este último é o um dos filmes de maior bilheteria do cinema espanhol.

Sara Montiel, que na realidade se chamava María Antonia Abad Fernández, estreou no cinema com um pequeno papel no filme “Te quiero para mi” (1944), antes de participar em 48 produções até 1974. Em 1975, abandonou a carreira no cinema para dedicar-se à música.

Em um trecho de uma entrevista (sem data) difundida pela rádio pública espanhola RNE, a estrela se definiu como “uma mulher muito tranquila, muito modesta, muito normal”. Em outra entrevista à emissora Onda Cero, a atriz recordou suas experiências em Hollywood, especialmente seu encontro com Marlon Brando, em 1951.

“Fui idiota. Não dei nenhuma atenção a ele. Ele estava com Frank Sinatra fazendo ‘Eles e elas’, e fiquei conversando com ele a tarde toda”, contou. Também contou como conheceu a grande estrela da época, Greta Garbo, diante do jardim de sua casa.

“Estava em minha casa. Eu me levantei tarde porque continuava no fuso da minha vida espanhola. Vivi anos nos Estados Unidos, mas tomava café da manhã ao meio-dia, enquanto todos almoçavam.”

Casada entre 1957 e 1963 com o diretor americano Anthony Mann, um de seus quatro maridos, Montiel, muito cobiçada pelo público masculino, foi a primeira atriz espanhola a fazer sucesso em Hollywood.

Em 1975, abandonou a carreira no cinema para dedicar-se apenas à música, gravando músicas que entraram para a história, como o tango “Fumando espero”, na qual evocava notável elegância uma de suas grandes paixões: fumar charutos cubanos.

Seu segundo marido foi o industrial Vicente Ramírez Olalla. Em 1979, casou-se com outro empresário espanhol Pepe Tous, falecido em 1992, com quem adotou seus dois filhos, Thais e Zeus. Também viveu conhecidos romances com o escritor Ernest Hemingway, o ator James Dean e o próprio Gary Cooper.

Fonte: O Globo

VAMOS RECORDAR?

NOTA DO BLOG:

Tive o privilégio de assistir inúmeros filmes estrelados por essa linda mulher. E você?

Notícia triste: Emilio Santiago, morreu

quarta-feira, 20 de março de 2013

Morreu nesta quarta-feira (20), aos 66 anos, o cantor Emílio Santiago. Emílio estava internado na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) do Hospital Samaritano, em Botafogo, na zona sul do Rio de Janeiro, depois de sofrer um AVC (acidente vascular cerebral) no dia 7 de março.

De acordo com o hospital, Emílio morreu às 6h30 da manhã. Ele teve complicação no quadro clínico de AVC (Acidente Vascular Cerebral) isquêmico – quando falta circulação de sangue no cérebro. “Infelizmente foi confirmada a morte do Emílio”, contou a assessora do cantor, Eulália.

O enterro está marcado para quinta-feira (21), às 11h, no Cemitério Memorial do Carmo, no túmulo que Emílio comprou em 2006 para a mãe.

Nascido no Rio de Janeiro em 6 de dezembro de 1946, Emílio Santiago era formado em Direito, mas o vício em ouvir Nelson Gonçalves, Cauby Peixoto e João Gilberto em casa falou mais alto. Com o incentivo de amigos, participou de festivais e concursos musicais, chegando a se apresentar no programa “A Grande Chance”, de Flávio Cavalcanti.

A voz marcante, que embalava de baladas a sambas cheios de swing, conquistou críticos e fãs e o primeiro LP, com seu nome, foi lançado em 1975, com canções de Ivan Lins, João Donato e Nelson Cavaquinho.

O sucesso chegou ao cantor de vez em 1988, ao lançar o disco “Aquarela Brasileira”, primeira parte de um projeto de sete volumes, dedicado exclusivamente à música brasileira. A série de gravações ganhou uma versão ao vivo, “O Melhor das Aquarelas Ao Vivo”, em 2005.

O último disco de Emílio Santiago foi “Só Danço Samba (Ao Vivo)”, lançado em 2012, junto com um DVD. O cantor estava com quatro shows programados para o mês de março: dia 13 em Campinas (SP), dia 16 na quadra da Portela, no Rio, e nos dias 22 e 23 na capital paulista.

Sua última aparição ao vivo foi no programa “Encontro com Fátima Bernardes”, no dia 4 de março, onde cantou um de seus maiores sucessos, “Saigon”.

VAMOS “MATAR” SAUDADE?

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NOTA DO BLOG:
Mais um dos meus ídolos que se vai. Que pena. Que saudade.

Notícia triste: morreu Clayton Silva

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

O ator e humorista Clayton Silva (ao lado), conhecido pelos personagens “Louco” e “Caipira” do programa “A Praça É Nossa”, morreu na noite da última terça-feira (15), em Campinas (a 93 km de São Paulo), aos 74 anos.

Ele lutava contra um câncer há três anos e estava internado desde o dia 27 de dezembro.

O ator fazia parte do elenco do programa “A Praça é Nossa” do SBT, desde 1987, e era responsável pelos bordões “Tô de olho no sinhô” e “êta fuminho bão”.

No cinema, Clayton Silva atuou, entre outros filmes, em “O Bem Dotado, o Homem de Itu” (1978), “As Aventuras de Mário Fofoca”(1982) e “Pecado Horizontal” (1982).

O corpo do comediante será levado para São Paulo na tarde desta quarta (16) para o crematório da Vila Alpina, na zona leste da cidade. O velório acontece na cidade de Indaiatuba (a 98 km da capital).

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Notícia triste: Oscar Niemeyer, morreu

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

O arquiteto Oscar Niemeyer morreu na noite de quarta-feira (5/12), no Hospital Samaritano, no Rio de Janeiro,  às 21h55. Ele estava internado desde o último dia 2 de novembro. Segundo o hospital, o arquiteto morreu após um quadro de infecção respiratória.

Símbolo da vanguarda e da crítica ao conservadorismo de ideias e projetos, o carioca Oscar Ribeiro de Almeida de Niemeyer Soares Filho é apontado como um dos nomes mais influentes na arquitetura moderna mundial. Os traços livres e rápidos criaram um novo movimento na arquitetura. Ele teve obras de relevância no Brasil e no exterior.
Entre as mais importantes obras do arquiteto, destacam-se a construção de Brasília; o conjunto arquitetônico da Pampulha, em Belo Horizonte; o Edifício Copan, em São Paulo; a Universidade de Constantine e a Mesquita de Argel, na Argélia; a Feira Internacional e Permanente do Líbano; o Centro Cultural de Le Havre-Le Volcan, na França; o Museu Oscar Niemeyer, em Curitiba; os Centros Integrados de Educação Pública (Cieps) e a Passarela do Samba, no Rio de Janeiro; o Memorial da América Latina e o Parque do Ibirapuera, em São Paulo; e o Caminho Niemeyer, em Niterói, Rio de Janeiro; além do Porto da Música, na Argentina.
Dono de personalidade incisiva, Oscar Niemeyer acumulou histórias curiosas e inusitadas. Com o seu tom pessimista, dizia que as pessoas nunca mudariam, apenas o mundo, e revelava grandes segredos quando falava sobre os detalhes da carreira e as explicações de suas obras.

 Carreira

Quando era menino, gostava de desenhar com o dedo. Dizia que esse gosto o levou para a arquitetura. O arquiteto norteava seu trabalho com a preocupação de ser diferente e sempre considerando a arquitetura como invenção. Primeiro projeto do arquiteto foi feito quando ele ainda estava na faculdade. Foi uma casa para um tio que era médico.

                              Arquiteto Oscar Niemeyer em 19 de março de 1986

Uma das primeiras obras de Niemeyer, o bairro da Pampulha, em Belo Horizonte, foi projetado em uma noite, após um pedido de Juscelino Kubitschek. Ao surgir alguma ideia arquitetônica, Niemeyer desenhava a futura obra e redigia um texto para encontrar argumentos para o que iria projetar. Caso o texto não ficasse bom, repensava o projeto.

Depois de casado, foi trabalhar de graça para Lúcio Costa a fim de por em prática e aprender com o urbanista. Além de participar ativamente do Partido Comunista, Niemeyer era simpatizante do Movimento dos Sem Terra.

Brasília
No começo, achou Brasília longe demais, mas a determinação de Juscelino Kubitschek o fez prosseguir. Queria ter conversas e companhias mais variadas durante o período em que passaria na futura capital e levou vários amigos para Brasília, entre jornalistas, médicos e outros 15 que estavam desempregados na época.

Arquiteto explicava que projetou o teto do Congresso no nível das avenidas para possibilitar que quando as pessoas chegassem, vissem a Praça dos Três Poderes. Sobre as críticas de que o local não possuía sombra, justificava explicando que aquela é uma praça cívica, que precisa ter a arquitetura reassaltada. Tudo isso para fazer com o que o visitante sinta a importância da praça

Procurou dar unidade às suas obras. É o caso do Palácio do Planalto e do Supremo Tribunal Federal, que têm o mesmo tipo de coluna. Queria uma Catedral diferente das antigas, que exprimisse concreto. Mesmo não sendo católico, se preocupou que quando as pessoas estivessem na nave vissem os espaços infinitos. Procurou a ligação da terra com o céu.

Na primeira vez que foi a Brasília de avião, sentou-se ao lado do Marechal Lott, que perguntou se o edifício reservado aos militares, o Quartel General do Exército, seria clássico, o arquiteto respondeu: “É. O senhor em uma guerra o que vai querer? Arma antiga ou moderna?”

Se decepcionou com o crescimento desordenado de Brasília. Para o arquiteto, a cidade precisava ter um cinturão verde em volta para impedir o crescimento desordenado.

Em 2009, idealizou a Praça da Soberania em frente à Rodoviária do Plano Piloto. No entanto, o projeto não foi adiante devido a pressão de arquitetos que eram contra a obra por ferir o plano de Lúcio Costa.

Medo de avião
Niemeyer dizia ter medo de andar de avião e só fazia isso quando se sentia realmente bem. Certa vez, em Brasília, foi obrigado a sobrevoar as construções juntamente com Juscelino Kubitschek. O presidente ameaçou prendê-lo caso não atendesse ao pedido.

O arquiteto só entrou no Palácio da Alvorada duas vezes. Uma em 1960 e outra em 2003, quando convidado pelo então presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Na ocasião, fez uma viagem de dois dias, com paradas, do Rio de Janeiro até Brasília.

Em 2004, aos 96 anos, a fobia o impediu de ir até o Japão para receber o Prêmio Imperial, maior honra da área artística dos países asiáticos.

Sobre as críticas

Criticado por muitos sobre a falta de funcionalidade dos projetos, Oscar Nimeyer dizia: “ Se você ficar preocupado só com a função, fica uma merda”.

Arquiteto acreditava ser importante se preocupar com a beleza dos prédios. Sempre esteve ciente de que a população não poderia usufruir de suas obras, mas queria que ela pelo menos pudesse apreciá-las.

Frases e pensamentos

“A vida é um sopro”

“Tudo tem que dá uma explicação, mediocridade autiva é uma merda”

“Existem apenas dois segredos para manter a lucidez na minha idade: o primeiro é manter a memória em dia. O segundo eu não me lembro.

“Estou longe de tudo,
de tudo o que eu gosto,
da terra tão linda
que me viu nascer.
Um dia eu me queimo,
meto o pé na estrada,
é aí no Brasil
que eu quero viver;
cada um no seu canto,
cada um sob um teto
a brincar com os amigos,
vendo o tempo correr.
Quero olhar as estrelas,
quero sentir a vida,
é aí no Brasil
que eu quero viver.
Estou puto da vida
(essa gripe não passa!)
de ouvir tanta besteira,
não me posso conter.
Um dia eu me queimo
e largo tudo isto,
isto aqui não me serve,
não me serve de nada,
a decisão está tomada,
ninguém vai me deter.
Que se dane o trabalho
e este mundo de merda,
é aí no Brasil
que eu quero viver!”
Poema escrito enquanto estava no exílio

ALGUMAS DECLARAÇÕES FAMOSAS DE OSCAR NIEMEYER

- A razão é inimiga da imaginação. Às vezes, você tem de botar a razão de lado e fazer uma coisa bonita.

- A Arquitetura não muda nada. Está sempre do lado dos mais ricos. O importante é acreditar que a vida pode ser melhor

- A gente precisa sentir que a vida é importante, que é preciso haver fantasia para poder viver um pouco melhor.

- A gente tem que sonhar, senão as coisas não acontecem.

- A vida é importante; a arquitetura não é. Até é bom saber das coisas da cultura, da pintura, da arte. Mas não é essencial. Essencial é o bom comportamento do homem diante da vida.

- Cem anos é uma bobagem. Depois dos 70 a gente começa a se despedir dos amigos. O que vale é a vida inteira, cada minuto também, e acho que passei bem por ela.

- Como explicar que cruzar os braços é um problema e que a vida dura só um minuto?

- Eu diria que sou um ser humano como outro qualquer, que vim. Deixo a minha pequena história que vai desaparecer como todas as outras.

- Fiz o que quis. Juscelino Kubitschek nunca me disse para projetar cúpulas no Congresso, rampa no Planalto, parlatório – Até que ficou direitinho. Se não houvesse parlatório, os presidentes ficariam acenando para o povo de uma janela, como se fossem papas. Seria ridículo.

- Lembro, com prazer, que desenhei as colunas do Palácio da Alvorada, e com prazer maior ainda as vi depois repetidas por toda parte. Era a surpresa arquitetural contrastando com a monotonia existente.

- Lembro-me da noite em que Fidel esteve em meu escritório. Convidei amigos e, à meia-noite, quando ele ia embora, o elevador enguiçou. Para pegar o outro, ele teve de passar pelo apartamento de um vizinho, que até hoje conta essa ocorrência com certo orgulho. Dá para imaginar o susto do casal ao abrir a porta e dar de cara com o Fidel? O único comunista que mora nesse prédio sou eu. Mas, quando Fidel saiu, o edifício todo estava iluminado e o pessoal batendo palmas. Dizem que é preciso a noite para surgir o dia, e foi isso que aconteceu com Cuba.

- Na rua, protestando, é que a gente transforma o país.

- Nem os meus amigos, que me ajudaram muito, como o JK, entendiam. As pessoas viam os projetos e diziam: que bonito! Mas não estavam entendendo nada.

- Nossa passagem pela vida é rápida. Cada um vem, conta sua história, vai embora e depois ela será apagada para sempre. A vida continua.

- Não acredito em momento de glória: somos insignificantes demais para pensar nessas coisas.

- O ruim de Brasília é que quando a gente chega lá percebe que a cidade está inacabada.

- Quando alguém vai à Brasília, eu pergunto se viu o Congresso Nacional, e pergunto, depois, se gostou; se achou que o projeto era bom. Certo de que poderia ter gostado ou não, mas que nunca poderia dizer que tinha visto antes coisa parecida.

- Quando uma forma cria beleza tem na beleza sua própria justificativa.

- Se a reta é o caminho mais curto entre dois pontos, a curva é o que faz o concreto buscar o infinito.

Fonte: Correio Braziliense  

Notícia triste: Dave Brubeck, morreu

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Dave Brubeck, pianista de jazz norte-americano, morreu aos 91 anos na manhã desta quarta-feira (5) na cidade de Norwalk, em Connecticut, segundo informações da agência de notícias Associated Press.

Brubeck morreu de insuficiência cardíaca quando estava indo visitar seu cardiologista na companhia de seu filho Darius, de acordo com Russell Gloyd, empresário do pianista. Ele completaria 92 anos nesta quinta-feira (6).

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NOTÏCIA TRISTE: HEBE CAMARGO, MORREU

sábado, 29 de setembro de 2012

A apresentadora Hebe Camargo, uma das pioneiras da televisão brasileira, morreu aos 83 anos na manhã deste sábado (29). Hebe teve uma parada cardíaca enquanto dormia em sua casa, em São Paulo. O velório será realizado ainda neste sábado no Palácio dos Bandeirantes.

RECORDANDO:

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Notícia triste: TED BOY MARINO morreu. Ele protagonizava uma “marmelada” gostosa de se assistir.

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Ted Boy Marino faleceu aos 72 anos, nesta quinta-feira (27 de setembro), no Rio de Janeiro. Ícone do Telecatch (programa que exibia lutas livres encenadas na década de 1960), ele não resistiu a uma cirurgia emergencial realizada no Hospital Pró-Cardíaco, no Bairro de Botafogo.

Com insuficiência vascular aguda, Ted Boy chegou ao hospital nesta manhã e foi obrigado a se submeter à operação de emergência devido à gravidade de seu estado. O ex-lutador sofreu uma parada cardíaca após a cirurgia.

Mario Marino, verdadeiro nome de Ted Boy, era italiano da Calábria e começou a gostar de luta livre quando garoto, em Buenos Aires (sua família se mudou para a Argentina após a Segunda Guerra Mundial). Ele assistia às lutas coreografadas, pela televisão, e praticava halterofilismo enquanto não estava trabalhando como sapateiro.

Ted Boy decidiu seguir a carreira dos seus ídolos. Fez sucesso. Aos 24 anos, veio para o Brasil com outros cinco lutadores, todos contratados pela TV Excelsior. Com status de galã, integrou a primeira formação de “Os Adoráveis Trapalhões”, com o amigo Renato Aragão, entre outros programas.

No ano passado, Ted Boy criticou os lutadores de MMA (artes marciais mistas) do presente. “A gente levava umas porradas, mas sabia bater e cair. O Telecatch era uma fantasia, um espetáculo. A família toda podia assistir. Às vezes, escapavam algumas gotas de sangue, e a censura já caía em cima da gente. Imagine o que eles não fariam com essas lutas de agora. Deveriam proibir, não é? Ou transmitir em um horário bem tarde. As crianças, pelo menos, não podem ver”, opinou, na época.

NOTA DO BLOG:

Concordo plenamente com o que ele disse sobre o MMA. E você?

Notícia Triste: Altamiro Carrilho morreu

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

O músico Altamiro Carrilho, de 87 anos, morreu de câncer, na manhã desta quarta-feira (15/8), no Rio de Janeiro. Natural de Santo Antônio de Pádua, o flautista teve sua iniciação no mundo da música cedo, aos cinco anos ele já tirava som de uma flauta de bambu. A partir dos anos 70, ele foi bastante requisitado para tocar com cantores da MPB em shows e também em gravações de CD.

Altamiro se apresentou em maio na capital federal. O músico  participou do projeto Meu caro amigo Chico Buarque do Clube do Choro. Foram três dias de apresentações.

Na época, uma das fundadoras do Clube do Choro rasgou elogios ao flautista. “Não tenho dúvida que, depois de Pixinguinha, Altamiro Carrilho foi o melhor flautista que ouvi. Ultimamente, tenho voltado aos discos dele e fico impressionada com a técnica que criou para tocar o instrumento”, afirmou Dolores Tomé.

Além de flautista, o músico também era compositor. Ele chegou a compor mais de 200 canções, entre elas, versões de peças eruditas escritas por Bach, Beethoven, Mozart e Tchaikovski.

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Formação:
Altamiro Carrilho – flauta transversal e pícolo
Pedro Bastos (Pedrinho do Violão) – Violão 7 cordas e Bandolim
Luis Américo Bastos – Violão
Mauricio Verdi – Cavaquinho
Eber de Freitas – Bateria e percurssão
Data da apresentação: 26/05/2010

GOSTOU? QUER MAIS?