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A Alma Sensível das Plantas

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Este é um texto de autoria do saudoso escritor e senador Arthur da Tavola. Leia com atenção. Você vai gostar.

“Elas sentem, elas sabem. Ficam nervosas, tensas, desmaiam ou florescem de alegria e felicidade, se tratadas com amor. Adoram música. Reagem ao pânico. Adivinham males que lhes vão fazer os homens.

O avanço da ciência provou a sensibilidade das plantas em experiências de laboratório.

Com aparelhos precisos, cientistas deram-se o maravilhoso ofício de aprender, compreender e se comunicar com os vegetais.

Vão descobrir um dia que as plantas sabem mais de nós que nós delas. Os primeiros astronautas foram botânicos.

As plantas, elas sim, vieram à Terra para conhecer e contar para Deus. A rosa veio de Vênus.

Fico pensando na grandeza do silêncio das plantas, por séculos e séculos compreendendo a agitação daquele bicho bípede à sua volta, o ser humano, bicho falante, bicho brigador, ansioso e rápido, capaz de amá-las tanto quanto as destruir, igualzinho e como faz consigo mesmo.

No dia em que se esclarecer a sintonia planta-homem (e se a sabedoria popular consagrou a expressão ‘‘fulano é um seca-pimenteira’’, a intuição andou uma vez mais na frente da ciência), a vida na Terra ganhará novas e espantosas possibilidades de alimentação, felicidade, harmonia, remédios, energia e conhecimento.

E o galho de arruda que a mesma sabedoria popular fez colocar na orelha?

E as ervas? E as crendices perdidas no tempo associadas às plantas?

E o mistério de beleza e sabedoria oferecidos ao homem como prova de amor através das flores?

Por que será que o ser humano sente-se tão bem na natureza?

Sente e não discute, não pensa, não cogita.

Sente e consome.

Curte e vai embora.

Que complô secreto ou sortilégio misterioso destilam fluidos capazes de recompor psiquismos, cicatrizar cansaços, ver renascerem relações profundas consigo mesmo em pacificadora harmonia cósmica, quando estamos entre as palavras ou árvores?

Por quê?

Eu sei.

É porque as plantas conseguem o que o homem não consegue: elas nos compreendem… “

Amor e liberdade

segunda-feira, 15 de abril de 2013

O que o homem tem feito para a mulher, por milênios, é simplesmente monstruoso.

Ela não pode pensar em si mesma como igual ao homem.

E o homem que reduziu a mulher a tal estado, também não pode amá-la.

O homem cortou a liberdade da mulher de todas as maneiras. Isso não é amor, é política.

Você ama uma mulher, mas não lhe dá liberdade. Que tipo de amor é este, que tem medo de dar liberdade?

O amor só pode existir em igualdade e em liberdade.

O amor é uma relação na qual ninguém é superior, na qual ambos são completamente conscientes de que são diferentes, de que suas expectativas de vida são diferentes, ainda assim, com todas estas diferenças, eles se amam.

Estarem juntos é um aprendizado enorme, em perdoar, em esquecer, em compreender que o outro é tão humano quanto você, que o outro tem necessidades e carências como você, que o outro comete erros e é tão frágil quanto você.

O amor que só existe com liberdade, por outro lado, só sobrevive com compreensão e perdão.

autor: Osho

Já ouviu falar em anjo canino?

segunda-feira, 15 de abril de 2013
 Existem pessoas que não gostam de cães. Estas, com certeza,Nunca tiveram em sua vida

Um amigo de quatro patas

Ou, se tiveram,

Nunca olharam dentro daqueles olhos

Para perceber quem estava ali.

Um cão é um anjo

Que vem ao mundo ensinar amor.

Quem mais pode dar amor incondicional,

Amizade sem pedir nada em troca,

Afeição sem esperar retorno,

Proteção sem ganhar nada,

Fidelidade vinte e quatro horas por dia?

Ah, não me venham com essa

De que os pais fazem isso,

Porque os pais são humanos

E quando os agredimos

Eles ficam irritados e se afastam…

Um cão não se afasta

Mesmo quando você o agride,

Ele retorna cabisbaixo

Pedindo desculpas por algo que talvez não fez

Lambendo suas mãos a suplicar perdão.

Alguns anjos não possuem asas,

Possuem quatro patas, um corpo peludo,

Nariz de bolinha, orelhas de atenção,

Olhar de aflição e carência.

Apesar dessa aparência,

São tão anjos quanto os outros (aqueles com asas)

E se dedicam aos seus humanos tanto quanto

Qualquer anjo costuma dedicar-se.

Às vezes um humano veste a capa de anjo

E sai pelas ruas a catar alguns anjos

abandonados à própria sorte,

E lhes cura as feridas, alimenta, abriga

Só para ter a sensação de haver ajudado um anjo…

Deus quando nos fez humanos

Sabia que precisaríamos de guardiões materiais

Que nos tirasse do corpo as aflições dos sentidos

E nos permitissem sobreviver a cada dia

Com quase nada

Além do olhar e da lambida de um cão…

Que bom seria se todos os humanos

Pudessem ver a humanidade perfeita de um cão!

(desconheço a autoria)

Aqui e agora…

segunda-feira, 15 de abril de 2013

As seitas, doutrinas e credos que impunham aos seres humanos sacrifícios, penitências e austeridades a troco da vaga promessa de venturas após a morte já foram totalmente superadas.

O problema humano é premente e não pode nem deve esperar por quimeras de além-túmulo.

Precisamos ser felizes agora, já, imediatamente.

Necessitamos ter saúde hoje, ou, quando muito, amanhã.

E saúde integral, do corpo, da alma, do espírito, para nos tornarmos úteis a nós mesmos, à nossa família, aos nossos semelhantes e a toda Humanidade.

Como vai sua auto-estima?

terça-feira, 2 de abril de 2013

Se você for um desses casos, por sinal muito delicados, cuja auto-estima escorregou tanto que foi parar lá embaixo, aí vai uma recomendação especial: trate-se com a dedicação e o cuidado que você trataria uma pessoa querida seriamente doente, que se sente frágil e carente.

É assim que está sua auto-estima, precisando de curativos e cuidados extras.

Algumas pessoas se deixam descer tão fundo que desanimam só de pensar em subir.

Se for o seu caso, lembre-se de que só você pode se salvar de ficar neste buraco para o resto da vida.

Esta libertação só depende de decisão e determinação.

Este é um caminho gratificante, em que você mesmo resolve parar de se empurrar para baixo.

Dê uma de super-herói!

De repente, tire a corda do bolso e comece a se elevar, sem esperar que alguém lhe ofereça a mão.

Acredite, você é forte!

Faça com você mesmo o que faz quando está disposto a conquistar alguém: elogie, presenteie, agrade, reforce seus lados positivos, seja seu fã número 1, seja meigo, não seja hipercrítico, escreva um bilhetinho amoroso, não focalize sua atenção demais nas falhas, mande flores, um cartão sem dia especial, dê atenção, se dedique, admire, admire, admire…

As riquezas do ser humano

sexta-feira, 22 de março de 2013

Tenho a intenção de processar a revista “Fortune”, porque fui vítima de uma omissão inexplicável. Ela publicou uma lista dos homens mais ricos do mundo e, nesta lista, eu não apareço.

Aparecem: o sultão de Brunei, os herdeiros de Sam Walton e Mori Takichiro. Incluem personalidades como a rainha Elizabeth da Inglaterra, Niarkos Stavros e os mexicanos Carlos Slim e Emilio Azcarraga. Mas eu não sou mencionado na revista.

E eu sou um homem rico, imensamente rico. Como não, vou mostrar a vocês: eu tenho vida, que recebi não sei por que, e saúde, que conservo não sei como.

Eu tenho uma família, esposa adorável, que ao me entregar sua vida me deu o melhor para a minha; meus filhos maravilhosos dos quais só recebi felicidades, netos com os quais pratico uma nova e boa paternidade.

Eu tenho irmãos que são como meus amigos e amigos que são como meus irmãos.

Tenho pessoas que sinceramente me amam, apesar dos meus defeitos e a quem amo apesar dos meus defeitos.

Tenho quatro leitores a cada dia para agradecer-lhes porque eles leem o que eu mal escrevo.

Eu tenho uma casa e nela muitos livros (minha esposa iria dizer que tenho muitos livros e entre eles uma casa).

Eu tenho um pouco do mundo na forma de um jardim, que todo ano me dá maçãs que iriam reduzir ainda mais a presença de Adão e Eva no Paraíso.

Eu tenho um cachorro que não vai dormir até que eu chegue e que me recebe como se eu fosse o dono dos céus e da terra.

Eu tenho olhos que veem e ouvidos para ouvir, pés para andar e mãos que acariciam; cérebro que pensa coisas que já ocorreram a outros, mas que para mim nunca haviam ocorrido.

Eu sou a herança comum dos homens: alegrias para apreciá-las e compaixão para irmanar-me aos irmãos que estão sofrendo.

E eu tenho fé em Deus que vale para mim amor infinito.

Pode haver riquezas maiores do que a minha? Por que, então, a revista “Fortune” não me colocou na lista dos homens mais ricos do planeta?

E você, como se considera? Rico ou pobre?

Há pessoas pobres, mas tão pobres, que a única coisa que possuem é… DINHEIRO.

Autor: Armando Fuentes Aguirre (Catón)

Fogo controlado

quinta-feira, 21 de março de 2013

Eles começaram a se espalhar pelas laterais da área da floresta, ao longo das trilhas e da estrada. Observavam o fogo se espalhar por toda a área.

Não era um fogo comum. Era uma queimada, iniciada por alguém. Para manter o fogo sob controle, eles tinham que mantê-lo dentro das fronteiras que eles haviam estabelecido antes de começarem o fogo.

O fogo se espalhava rapidamente algumas vezes e em outras muito lentamente. Ele era controlado basicamente pelo vento, mas outros pequenos fatores também influíam no modo como ele seespalhava.

Enquanto as pessoas seguiam suas instruções e tomavam certas precauções, o fogo continuava sob controle.

Mas se alguém da equipe se distraísse eles poderiam perder o controle. E quando isto acontecia, o fogo saia da área de segurança e logo se espalhava.

Todos tinham que usar toda a sua energia e força para colocar novamente o fogo sob controle.

Eles aprenderam rapidamente que era mais fácil manter os olhos atentos no fogo controlado do que colocar o fogo novamente sob controle.

Havia sempre uma pessoa que sabia controlar o fogo, o Chefe do Fogo. Se algum membro da equipe tivesse perguntas, dúvidas ou incertezas de como agir, ele podia contar com o Chefe do Fogo para dar as instruções e as respostas.

Ele não sabia somente como controlar o fogo, mas como colocá-lo novamente sob controle quando saia do perímetro de segurança.

Ele transmitia às pessoas calma nas situações difíceis, somente pelo fato de
elas saberem que poderiam ir até ele em qualquer momento e que ele estaria lá pronto para ajudá-las.

Quanto tempo faz que você não fala com o Chefe do Fogo?

Controle a sua língua

quinta-feira, 21 de março de 2013

Meu amigo, minha amiga, responda:

Quem já não foi prejudicado por uma fofoca ou maledicência?

As “línguas frouxas” têm provocado grandes danos financeiros às empresas (veja as especulações que afetam as bolsas de valores), também tem destruído vidas e manchado reputações de gente de valor.

O método é quase sempre o mesmo: primeiro joga-se a lama, depois se verifica os fatos.

O que acontece é que não prestamos a atenção devida sobre a melhor forma de utilização da nossa língua.

Veja, pra começar, não sabemos ouvir direito, queremos logo emitir opinião sobre as coisas, mesmo sem conhecê-las direito.

A Bíblia ensina que a língua é a parte mais difícil de domar de todo o corpo, ensina que o mau uso desse “instrumento” pode trazer grande desgraça para as pessoas a nossa volta.

Usar a língua com sabedoria e prudência, eis a questão!

Como fazer? A seguir, alguns conselhos práticos para evitar transtornos:

a) Quando alguém lhe procurar para dizer algo a respeito de alguém, faça duas perguntas (antes de “engolir” a história):

- Você viu?

Se não viu, então é um boato. Nunca caia nessa história de “estão dizendo…” Você pode até ficar mais atento, mas não aceite a história como 100% verdadeira.

- Você assume o que disse diante da pessoa?

Se não assume; ou não tem coragem ou está mentindo. Fique de sobreaviso.

b) Quando contar algo a alguém nunca faça deduções; faça sempre uma narração dos fatos e não uma interpretação do mesmo.

Quer ver? Observe a história abaixo:

Em um determinado posto de gasolina, um antigo cliente do posto, chamado Dr. Antonio (médico) encheu o tanque e esqueceu de assinar o cheque.

O frentista que achou o problema terminou o seu turno de trabalho e disse para o próximo frentista (que estava entrando):

- Amigo, preste atenção numa coisa que vou lhe dizer. O Cheque do Antonio está com problema, se ele vier ao posto fale com ele.

O tempo se passou e esse frentista também terminou o seu turno e passou a mensagem ao próximo frentista (que estava entrando).

Só que não fez uma narração do fato, ele (como muitos de nós) fez a sua interpretação dos fatos.

Disse:

- Oh Dito, um tal de Antonio deu um cheque sem fundo aqui no posto.

Se ele aparecer por aqui, pegue ele e faça pagar o cheque.

O que essa frase indica? Que o frentista fez uma dedução própria dos fatos: se o cheque “estava com problemas”, então era porque “estava sem fundo”.

A situação no posto prosseguiu e só foi piorando. De frentista para frentista a estória corria, cada vez com uma “dedução” a mais.

A última versão era:

- Estou sabendo que o Toninho do Pó (traficante) deu um golpe no posto.

Se ele aparecer por aqui, chame a polícia, e lembre-se, ele é muito perigoso.

Aprenda! Nunca faça deduções precipitadas, procure verificar primeiro.

c) Quanto tiver alguma suspeita ou algo contra alguém, procure diretamente a pessoa para resolver. Não saia espalhando a notícia nem alardeando a “injustiça” que fizeram com você.

Procure ouvir o “outro lado”, muitas vezes você verá que não sabe de todos os detalhes da história.

d) Nunca faça julgamentos precipitados.

Ouça, ouça, ouça… e depois ouça de novo.

e) Antes de sair “metendo a boca” em alguém, pergunte-se: por que ele fez o que fez? O que eu teria feito no lugar dele naquelas circunstâncias? As vezes, quando nos colocamos um pouquinho só no lugar do outro, descobrimos novas “visões” sobre as coisas.

f) Por último, se nada controla a sua língua, compre um chicletinho e nunca pare de mascar… de boca fechada, é claro!

Autor: Luís Eduardo Machado