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HOJE, 23 DE ABRIL É DIA DE SÃO JORGE

terça-feira, 23 de abril de 2013

“Pra São Jorge” composição de Zeca Pagodinho

Vou acender velas para São Jorge
A ele eu quero agradecer
E vou plantar comigo-ninguém-pode
Para que o mal não possa então vencer

Olho grande em mim não pega
Não pega não
Não pega em quem tem fé
No coração

Ogum com sua espada
Sua capa encarnada
Me dá sempre proteção
Quem vai pela boa estrada
No fim dessa caminhada
Encontra em Deus perdão

LIGUE O SOM, CLIQUE, ABRA A TELA



NOTA DO BLOG:

O Dia de São Jorge é celebrado por várias nações para quem São Jorge é o santo patrono. Entre os países que comemoram a data, destacam-se o Reino Unido, Portugal, Geórgia, Catalunha, Bulgária e pelos Goranis.

No Reino Unido, o Dia de São Jorge é também o Dia Nacional. O Dia de São Jorge é também comemorado localmente em Newfoundland (Canadá), no Rio de Janeiro e em Adis Abeba (pela Igreja Copta Ortodoxa Etíope).

Muitos países celebram a festa de São Jorge em 23 de abril, que é a data tradicionalmente aceita como sendo do falecimento do santo.

****ORAÇÃO DO PAPA FRANCISCO**** ****UMA ORAÇÃO EM CADA DEDO****

segunda-feira, 22 de abril de 2013

1. O polegar é mais próximo de você. Então comece a orar por aqueles mais próximos a você. Eles são os mais facilmente lembrados. Orar por nossos entes queridos é um “dever doce.”

2. O dedo seguinte é o indicador . Ore por aqueles que vão ensinar, instruir e curar. Isso inclui professores, catequistas, médicos e os sacerdotes. Eles precisam de apoio e sabedoria para indicar a direção correta para os outros. Mantenha-os sempre presentes em suas orações.

3. O próximo dedo é o médio (o mais alto). Ele nos lembra dos nossos líderes. Ore para o presidente, congressistas, empresários e gestores. Essas pessoas dirigem os destinos de nossa nação e orientam a opinião pública. Precisam da orientação de Deus.

4. O quarto dedo é o nosso dedo anelar . Embora muitos fiquem surpresos, é o nosso dedo mais fraco, como pode te dizer qualquer professor de piano. Ele deve lembrar-nos a rezar para os fracos, com muitos problemas ou prostrado pela doença. Eles precisam da sua oração dia e noite. Nunca será demais orar por eles. Você também deve orar pelos casamentos.

5. E por último, é o nosso dedo mindinho, o dedo menor de todos, que é a forma como vemos a nós mesmos diante de Deus e dos outros. Como a Bíblia diz que “os últimos serão os primeiros”. Seu dedo mindinho deve lembrá-lo de orar por você. Após ter orado para os outros quatro grupos, você verá suas próprias necessidades na perspectiva correta, e assim você rezará melhor por seus problemas.

por Bispo Jorge Bergoglio (hoje, Papa Francisco)

PARA ESTE NÉSCIO, ATÉ CAETANO VELOSO TEM “PARTE COM O DIABO”.

terça-feira, 16 de abril de 2013

LIGUE O SOM, CLIQUE, ABRA A TELA, VEJA E RESPONDA: UM PAÍS QUE TEM ESSE SUJEITO COMO PRESIDENTE DE UMA COMISSÃO DE DIREITOS HUMANOS E MINORIAS PODE SER CONSIDERADO UM PAÍS SÉRIO?

Meu inferno mais íntimo

sexta-feira, 5 de abril de 2013

Um jovem rabino, angustiado com o destino da sua alma, conversava com seu mestre, mais velho e mais sábio, em algum lugar do Leste Europeu entre os séculos 18 e 19.

Pergunta o mais jovem: “O senhor não teme que quando morrer será indagado por Deus do porquê de não ter conseguido ser um Moisés ou um Elias? Eu sempre temo esse dia”.O mestre teria respondido algo assim: “Quando eu morrer e estiver na presença de Deus, não temo que Ele me pergunte pela razão de não ter conseguido ser um Moisés ou um Elias, temo que Ele me pergunte pela razão de eu não ter conseguido ser EU MESMO”.Trata-se de um dos milhares de contos hassídicos, contos esses que compõem a sabedoria do hassidismo, cultura mística judaica que nasce, “oficialmente”, com o Rabi Baal Shem Tov, que teria nascido por volta de 1700 na Polônia.

A palavra “hassidismo” é muito próxima do conceito de “Hesed”, piedade ou misericórdia, que descreve um dos traços do Altíssimo, Adonai (“Senhor”, termo usado para se referir a Deus no judaísmo), o Deus israelita (que, aliás, é o mesmo que “encarnou” em Jesus, para os cristãos).

Hassídicos eram conhecidos como “bêbados de Deus”, enlouquecidos pela piedade divina (e pela vodca que bebiam em grandes quantidades para brindar a vida…) que escorre dos céus para aqueles que a veem.

São muitas as angústias de quem acredita haver um encontro com Deus após a morte. Mas ninguém precisa acreditar em Deus ou num encontro como esse para entender a força de uma narrativa como esta: o primeiro encontro, em nossa vida, que pode vir a ser terrível, é consigo mesmo. Claro que se Deus existe, isso assume dimensões abissais.

Para além do fato óbvio de que o conto fala do medo de não estarmos à altura da vontade de Deus, ele também fala do medo de não sermos seres morais e justos, como Moisés e Elias, exemplos de dois grandes “heróis” da Bíblia hebraica. Ser como Moisés e Elias significa termos um parâmetro moral exterior a nós mesmos que serviria como “régua”.A resposta do sábio ancião ao jovem muda o eixo da indagação: Deus não está preocupado se você consegue seguir parâmetros morais exteriores, Deus está preocupado se você consegue ser você mesmo.

Não se trata de pensar em bobagens do tipo “Deus quer que você seja feliz sendo você mesmo” como pensaria o “modo brega autoestima de ser”, essa praga contemporânea. Trata-se de dizer que ser você mesmo é muito mais difícil do que seguir padrões exteriores porque nosso “eu” ou nossa “alma” é nosso maior desafio.

Enfrentar-se a si mesmo, reconhecer suas mazelas, suas inseguranças e ainda assim assumir-se é atravessar um inferno de silêncio e solidão. Ninguém pode fazer isso por você, é mais fácil copiar modelos heroicos, por isso o sábio diz que Deus não quer cópias de Moisés e Elias, mas pessoas que O enfrentem cara a cara sendo quem são.

Podemos imaginar Deus perguntando a você se teve coragem de ser você mesmo nos piores momentos em que ser você mesmo seria aterrorizante. Aí está o cerne da “moral da história” neste conto.

Noutro conto, um justo que morre, chegando ao céu, ouve ruídos horrorosos vindo de uma sala fechada. Perguntando a Deus de onde vem aquele som ensurdecedor, Deus diz a ele que vá em frente e abra a porta do lugar de onde vem a gritaria. Pergunta o justo a Deus que lugar seria aquele. Deus responde: “O inferno”. Ao abrir a porta, o justo ouve o que aqueles infelizes gritavam: “Eu, eu, eu…”.Ao contrário do que dizia o velho Sartre, o inferno não são os outros, mas sim nós mesmos. Numa época como a nossa, obcecada por essa bobagem chamada autoestima, ocupada em fazer todo mundo se achar lindo e maravilhoso, a tendência do inferno é ficar superlotado, cheio de mentirosos praticantes do “marketing do eu”.Casas, escritórios, academias de ginásticas, igrejas, salas de aula, todos tomados pelo ruído ensurdecedor do inferno que habita cada um de nós. O escritor católico George Bernanos (século 20) dizia que o maior obstáculo à esperança é nossa própria alma. Quem ainda não sabe disso, não sabe de nada.

por Luiz Felipe Pondé

NOTA DO BLOG:

No Judaísmo existe uma escola rebelde de mistério chamada Hassidismo. Seu fundador, Baal Shem (ao lado), era um ser estranho. A meia-noite voltava do rio. Essa era sua rotina, porque no rio, de noite, havia uma calma e uma quietude absolutas. Sentava-se ali, sem fazer nada – apenas observando o seu próprio ser; observando o observador. Essa noite, quando voltava, passou pela casa de um homem rico e o vigilante estava de pé frente à porta. O vigilante estava intrigado porque a cada noite, exatamente a mesma hora, voltava esse homem. Saiu e disse:

- “Perdoe-me a interrupção, porém já não posso conter minha curiosidade. Uma pergunta me persegue dia e noite. O que fazes ? Para que vais ao rio ? O segui muitas vezes e não há nada; a única coisa que fazes é sentar-se ali horas e horas, e depois voltas à meia-noite”.

Baal Shem respondeu:

- “Já sei que me seguistes várias vezes, porque a noite é tão silenciosa que pude ouvir teus passos. E sei que todos os dias te escondes atrás do portão. Porém não apenas sentis curiosidade por mim, eu também sinto curiosidade por ti. O que fazes?”  O guardião contestou:

- “A que me dedico? Sou um simples vigilante.

”Então Baal Shem lhe disse:

- “Deus meu, me falastes a palavra chave. Minha ocupação é essa também.”

O guardião disse:

- “Porém não entendo; se és um vigilante terias que estar vigiando alguma casa, algum palácio. Que estás vigiando sentado na areia do rio?”

Baal Shem respondeu:

- “Existe uma pequena diferença: você vigia que nada de fora entre no palácio; eu simplesmente vigio a este vigilante. Quem é esse vigilante. Esse é o esforço de toda a minha vida; vigio a mim mesmo.”

O guardião lhe disse:

- “Porém esse é um trabalho muito raro ! Quem lhe vai pagar?

E ele respondeu:

- “A felicidade é tanta, o gozo é tão grande, é uma benção tão imensa que é uma recompensa em si mesma. Apenas um momento e todas as riquezas do mundo não são nada em comparação.”

O vigilante disse:

- Isso é muito raro…eu passei a vida vigiando e jamais topei com uma experiência tão formosa. Amanhã à noite vou acompanhar-te, quero que me ensines, porque eu sei como vigiar, porém me parece que faço isso numa certa direção e você olha para uma direção diferente.”

Entrevista com Cristo – Parte III

sexta-feira, 29 de março de 2013

Na parte II da entrevista, Cristo afirmava que muitas pessoas não respeitam sua Mãe Maria. Aí eu perguntei:

“- Como não respeitam? Explique melhor.”

Ele volta a ficar sério e diz:

“- Por vontade de meu Pai, eu vim a este planeta para redimir as faltas dos seus habitantes. Tinha que vir como um ser humano. Para tanto, tornou-se necessário que eu passasse por todas as etapas pelas quais passa qualquer pessoa. Tive o privilégio de participar da escolha de minha mãe! No seu ventre, fiquei por nove meses. Nasci, fui amamentado e criado por ela. Enfim, passei a amá-la e respeitá-la como qualquer mortal ama e respeita a sua querida mãe. Hoje vejo que pessoas que se dizem seguidoras dos meus ensinamentos, não a respeitam, atribuindo-lhe um papel secundário, como se fosse ela uma proveta, na qual eu me desenvolvi! Não gosto disso! Ela é minha querida mãe e exijo que seja respeitada como tal! Não interfiro no livre arbítrio dos homens por esse motivo, nada faço contra aqueles que a desrespeitam com atos ou palavras, mas uma coisa eu garanto: eles vão responder pelos seus atos desrespeitosos! Garanto que vão!

Eu arrisco dizer:

“- Que é isso, Nazareno? Vingança?

Ele retruca:

“- Vingança não, Amaral. Justiça! Ou você não acredita na justiça divina? Aqui na Terra, vocês podem fazer o que bem entenderem, mas, dia chegará que prestarão conta de todos os seus atos. Se assim não fosse, meu Pai não seria justo!”

Com um semblante tranquilo, Ele prossegue dizendo:

“- Se a humanidade tivesse a exata noção do que minha mãe Maria representa, com toda certeza ela seria muito mais amada e respeitada. Ah, se os homens soubessem que ela é o elo entre eles e o Pai…”

Aproveito a pausa que Ele fez e pergunto:

“- Nazareno, que religião devemos professar? Qual a religião que mais se aproxima dos seus ensinamentos?

Ao ouvir a minha pergunta, muito sério, com ar sisudo, Ele disse:

“- Amaral, não acredito que você esteja me perguntando isso! Apesar de fazê-lo de forma um tanto superficial, os Evangelhos retratam a minha vida aqui na Terra. Em nenhum momento, repito, em nenhum momento, eu disse a quem quer que fosse para seguir esta ou aquela doutrina! Mentem aqueles que se apossaram de minhas palavras apregoando-as como se fossem um patrimônio exclusivo de sua religião. Vim a este mundo para trazer uma única mensagem: através do AMOR, os homens encontram a própria redenção. Sem o amor, nada conseguirão! Para amar aos seus semelhantes, para amar à Santíssima Trindade: meu Pai, o Santo Espírito e Eu, não é necessário que se professe nenhuma religião em particular. TODAS são boas, desde que os seus seguidores sejam puros de coração! Quando você quiser conversar comigo, Amaral, recolha-se em seu coração! Por meio dele, eu me manifestarei.”

Aproveito a pausa e pergunto:

“- Então Nazareno, para que servem as religiões?”

(Esta resposta você encontrará na parte IV da entrevista). 

Entrevista com Cristo – Parte V

sexta-feira, 29 de março de 2013


Foi nesse momento que levei um choque! O Nazareno ergueu ligeiramente os braços e deixou cair as folgadas mangas de sua túnica cor de marfim. Pude ver então as marcas de seus punhos. Imediatamente, lembrei-me de como aquelas marcas se formaram! Senti um misto de pena e ódio! Pena do que teria sofrido aquela doce criatura que estava ali em minha frente, e ódio, daqueles malditos que o submeteram a tal sofrimento! Creio que, lendo meus pensamentos, Ele disse:

“- Amaral, eles não sabiam o que estavam fazendo!”

Meu Deus! Não consigo compreender! Depois de ter sido submetido a um processo desumano de tortura, como Ele, o Filho de Deus, podia compreender e perdoar aqueles fascínoras? O próprio estudo feito pelos pesquisadores da “NASA” no Santo Sudário, comprovam que Ele foi açoitado selvagemente, pregado na cruz pelos pulsos e pés, coroado não com uma coroa, mas com um capacete de espinhos, teve parte da barba brutalmente arrancada e ainda teve o coração perfurado por uma lança! Meu Deus! Como pode alguém suportar tudo isso e ainda calmamente, afirmar:

“- Eles não sabiam o que estavam fazendo!”

Eu estava perplexo e Ele percebeu. Foi então que disse:

“- Amaral, isso ocorreu numa época distante. Sofri muito, porém, hoje, a dor que sinto não é menor quando, sem poder interferir, assisto a cenas tão ou mais brutais! Você não imagina o que sinto, quando vejo o que fazem com os meus pequeninos e indefesos irmãos. Acho que a minha dor hoje, é ainda maior, porque, decorridos dois mil anos, a humanidade mostra que não entendeu o porquê de minha paixão e morte e os motivos que me trouxeram a este mundo. Digo isto com profunda tristeza!”

Confesso que tive a impressão de ver uma lágrima escorrer por sua face. Teria sido só impressão ou o Filho de Deus realmente teria se comportado como um simples mortal? Antes que eu pudesse tirar qualquer conclusão, Ele voltou a sorrir e disse:

“- E então, meu amigo Amaral, esta entrevista vai prosseguir ou não?”

Tentando me refazer rapidamente, eu apenas consegui dizer:

“-Lógico, Nazareno. Ela vai prosseguir, sim. Por favor, me deixe apenas tomar um fôlego”.

Ele abriu um largo sorriso e pude, novamente, admirar aquela dentadura alva e perfeita.

Uma idéia então me passou pela cabeça:

“Puxa, se Ele não fosse Deus, poderia fazer publicidade de creme dental!”

Imediatamente percebi o absurdo e pensei:

“Nossa, se Ele leu meus pensamentos deve estar me julgando um perfeito idiota!”

Ele retrucou:

“- Não Amaral, não estou não!”

Foi a minha vez de soltar uma gargalhada! Depois daquela minha idéia idiota de propaganda de creme dental, pensei com meus botões:

“Não posso fazer papel de idiota! Ele está lendo os meus pensamentos.”

Imediatamente, Ele se apressou em dizer:

“- Não, Amaral! Eu não leio pensamentos! Eu estou dentro do seu coração. Como estou dentro do coração de toda a humanidade. Sei tudo o que se passou como sei também tudo o que se passará. Como já disse, só não posso interferir no livre arbítrio do homem. Mas tenha certeza de uma coisa: cada ser humano é uma fração divina. É por isso que sofro quando alguém comete algum erro, pois sinto-me responsável e não posso agir. Não posso impedir. Mas uma coisa Eu posso fazer e o faço com muito amor! Eu posso perdoar! Exatamente! Cada vez que alguém comete uma falta grave, se Eu sentir arrependimento em seu coração, esse alguém será perdoado.”

Mais do que depressa, eu pergunto:

“- Nazareno, quando cometemos uma falta grave, um pecado, como se costuma dizer, para obtermos o Seu perdão, devemos nos confessar com algum Ministro da Igreja?

(Você saberá a resposta na parte VI)

O IDADE CERTA deseja a todos os seus amigos e amigas, uma SANTA PÁSCOA. Pense no coelho, nos ovos, no almoço, mas pense NELE também.

sexta-feira, 29 de março de 2013

10 FRASES DO PASTOR MARCO FELICIANO

sábado, 16 de março de 2013

Como uma pessoa racista e homofóbica assim, pôde ser eleita para presidir uma comissão de Direitos Humanos? DIREITOS HUMANOS!!!

Não se assustem se daqui a pouco o Dado Dolabella se tornar presidente da Comissão de Direitos da Mulher, o Tiririca ser Ministro da Educação, o casal Nardoni ser líder da Comissão de Proteção à Criança, o Justin Bieber ser considerado homem,  o Ronaldo Fenômeno virar nutricionista, o Ronaldinho Gaúcho ser jurado de concurso de beleza, o Hitler ganhar prêmio Nobel da Paz ou se o novo Papa for Argentino. Não, pera. hauhauahaua

Não se assustem!

Fonte: R7