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UM PRESÍDIO DE SEGURANÇA “MÍNIMA”. Conheça a “prisão-clube” na Noruega que está mexendo com o sistema penal europeu.

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Afrouxando as algemas, o presídio de baixa-segurança da ilha de Bastoy, na Noruega, conseguiu alcançar a menor taxa de reincidência criminal do mundo.

À disposição dos 120 moradores da ilha norueguesa de Bastoy, há quadra de tênis, campo de futebol, saunas, câmara de bronzeamento artificial, sala de cinema, estúdio musical e uma biblioteca.

Os quartos são mobiliados e equipados com TV a cabo. O trabalho na fazenda, na colheita, na lavanderia, na balsa ou na pesca rende cerca de 57 coroas norueguesas (ou 20 reais) por dia para cada um.

Ao contrário do que se imagina, no presídio com a menor taxa de reincidência da Europa não há celas, armas, cassetetes ou câmeras de monitoramento; apenas uma regra: nada de álcool, drogas e violência.

Condenado por homicídio toma banho de sol no lado de fora dos aposentos onde vive, na prisão norueguesa

Bastoy é um dos únicos quatro presídios de baixa-segurança do mundo. Na ilha, os apenados — que durante as noites têm apenas cinco guardas para vigiá-los — fazem tudo do que a criminologia moderna os privou. Os ex-assassinos, ex-ladrões e ex-traficantes trabalham, estudam, se divertem, se exercitam e tomam sol. Aqui, o prefixo “ex” não é por mera generosidade, e sim pela baixíssima taxa de reincidência criminal. Apenas 16% dos que cumpriram pena em Bastoy voltam ao crime; no Brasil, o índice supera os 70%. O êxito do “corretivo” aplicado na ilha já faz com que a Noruega pense em expandir o modelo, iniciativa que causa arrepios nos penalistas mais rígidos e revanchistas.

“Bastoy faz exatamente o oposto dos presídios convencionais, onde os presos são trancafiados sem qualquer tipo de responsabilidade pessoal, alimentados e tratados como animais”, diz o diretor da prisão. No cargo desde 2007, o psicoterapeuta (especializado na escola da Gestalt) Arne Nilsen já trabalhou em presídios ingleses e passou mais de dez anos no Ministério da Justiça norueguês antes de mudar-se para a ilha.

Para ele, é preciso olhar as punições com um sentimento menos vingativo e repressor. “Privar uma pessoa da sua liberdade por um certo período já é um castigo suficiente em si, sem que seja necessário precarizar as condições do presídio”, disse Nilsen.

Ao contrário dos modelos mais rígidos, o sistema penal norueguês não prevê nem pena de morte nem prisão perpétua, e o tempo máximo que um cidadão pode passar na cadeia é de 21 anos (no Brasil, são 30).

Assim, a sociedade norueguesa é obrigada a se conformar com o fato de que a maioria dos prisioneiros, por mais hediondos que tenham sido seus crimes, vai ser libertada mais dia, menos dia.

Além de exercitar a convivência social dos condenados, as tarefas de trabalho também ajudam a gerir o modelo de negócios da ilha. “Bastoy é na verdade a prisão mais barata da Noruega”, defende Nilsen. Com a força de trabalho dos presos, Bastoy precisa contratar menos funcionários e ainda assim consegue produzir parte da sua comida e do seu combustível. Para ajudar a fechar as contas, medidas “sustentáveis” como o uso de energia solar e restrição da circulação de automóveis diminuem os custos.

Bjorn Andersen é um sociólogo e pesquisador de 52 anos que chegou a Bastoy após passar três anos em um presídio comum, condenado por tentativa de homicídio. Casado há mais de duas décadas e pai de cinco filhos, Andersen agrediu a esposa, após ouvir que ela havia comprado um apartamento e estava para fazer a mudança. “Eu surtei e a ataquei”, diz ele, balançando a cabeça.

De segunda a sexta-feira, Andersen é responsável por acordar tomar café e embalar o seu almoço, antes das 8h30, horário em que entra no trabalho. Como os presos, ele é liberado às 14h30 e o “jantar” é servido logo em seguida. A partir daí, todos têm até as 23h para fazer o que bem entenderem. Andersen aproveita para terminar a dissertação que estava concluindo antes de ser preso.

A casa acima abriga a biblioteca da ilha; das 15h às 23h presos podem consultar o acervo e fazer outras atividades

Entre os 70 funcionários (35 guardas) que compõem a equipe, Bastoy oferece aos presos enfermeira, dentista, fisioterapeuta e uma creche para crianças. Pelo menos uma vez por semana, todos podem receber uma visita de até três horas. “Encontros íntimos” também são permitidos e prisioneiros com filhos pequenos podem passar um dia inteiro com suas namoradas e companheiras.

As restrições ao álcool, às drogas e às condutas violentas são claras e inflexíveis. Se alguém quebrar as regras, Bastoy conta com duas celas escondidas e fechadas, com portas de ferro e sem janela especialmente para os infratores aguardarem a transferência de volta para os presídios comuns. Segundo um dos presos, já faz mais de dois anos desde que foi habitada pela última vez, quando um dos condenados foi pego com bebida no quarto.

NO VÍDEO ABAIXO, NARRADO EM NORUEGUÊS, VOCÊ FICA CONHECENDO UM POUCO MAIS A “PRISÃO”.

LIGUE O SOM, CLIQUE E ABRA A TELA.

Fengselslivet på Bastøya from Robert Hansen, Fargefilm AS on Vimeo.

Fonte: Revista Samuel

A ASTROLOGIA MUDA DE CARA. Astrólogos perdem terreno para o misticismo e tentam encontrar novos espaços.

segunda-feira, 22 de abril de 2013

A história começou com uma ligação telefônica. De Portugal para o Brasil. A portuguesa Teresa Filipa da Costa Sá convidou o astrólogo brasiliense Francisco Seabra (foto) para uma palestra na cidade do Porto. Antes de tomar qualquer decisão, Seabra pediu a data, a hora e o local de nascimento de Teresa. Indiscrição e indelicadeza? Não. Seabra queria fazer o mapa astral de sua interlocutora. Vinte e quatro horas depois, outra ligação, dessa vez de Brasília para Porto. Teresa foi pedida em casamento e, quatro meses depois, desembarcava no Brasil.

“Impossível não me casar com ela. Os astros mostraram, ela é a minha verdadeira cara-metade”, diz ele. Pode parecer loucura, mas o fato é que atualmente a própria ciência, antes tão refratária a coisas desse tipo, se debruça sobre histórias como essa para explicar a natureza da atração exercida pelos astros.

Abre-se assim uma nova vertente da astrologia. E abre-se, também, uma nova polêmica tanto no meio acadêmico quanto nos consultórios astrológicos de sensitivos tradicionais.

Grande parte dos profissionais desse ramo acha que entender o movimento dos astros e o impacto deles na vida das pessoas é uma combinação de sensibilidade e arte, jamais uma ciência.

Na Universidade de Brasília (UnB), considerada uma das cinco-estrelas no meio intelectual do País, já existe um curso dedicado ao estudo da astrologia com o objetivo de provar a existência e a dinâmica dos fenômenos astrológicos.

“Embora não se conheça o tipo de energia que atua nesse campo, dá para formular uma equação matemática descrevendo as ocorrências astrológicas”, diz Álvaro Luiz Tronconi, professor do Instituto de Física da UnB.

Em menos de dois anos de estudo, duas pesquisas desse Núcleo de Astrologia deram conta de validar cientificamente as previsões astrológicas. Coordenadas pelo engenheiro Paulo Celso dos Reis Gomes, do Instituto de Tecnologia, elas tentaram identificar, entre dois grupos de voluntários, quais estavam às vésperas de se casar e quais estavam angustiados com o exame vestibular.

Evidentemente os astrólogos não sabiam quem era quem. Só tinham em mãos os dados necessários à elaboração do mapa astral de cada um dos 200 inscritos. Para dificultar o trabalho, foram incluídas pessoas com curso superior completo no grupo dos vestibulandos e foi incluída gente que nem sequer tinha namorado no time de noivos. O resultado foi surpreendente: 95% de acerto de quem estava mesmo nessa ou naquela situação.

A precisão dos astrólogos-cientistas foi tanta que chamou a atenção do deputado petista José Mentor (foto)– ele contratou os serviços de Seabra para saber suas chances de escapar da cassação em meados de abril. “O mapa dizia que deveria passar o aniversário em Los Angeles para receber energias favoráveis”, diz Seabra. A explicação: no dia do aniversário do deputado o Sol caía, em Brasília, na casa 12, referente ao isolamento. Mas em Los Angeles localizava-se na casa 10, ligada ao sucesso. “Era onde ele deveria estar, se quisesse ter alguma chance.” Mentor achou estranho, mas preparou as malas. Foi absolvido do processo em que era acusado de participar do esquema do “mensalão”.

Esses números impressionam, mas não convencem os cientistas em geral e, muito menos, os astrólogos tradicionais – que disparam as suas baterias contra a ciência ao mesmo tempo que vão perdendo terreno para sensitivos que atuam na cartomancia e quiromancia.

Há quem insista no ponto que a astrologia só poderia ser considerada uma ciência com a descoberta dos princípios que regem a troca de “energia” entre homem, planetas e demais astros do Sistema Solar. “Se é que, ao menos, existe esse princípio de troca de energia”, diz o astrônomo Amauri de Almeida, da Universidade de São Paulo.

Os estudiosos do espaço sabem, por exemplo, que a força gravitacional da Lua sobre a Terra interfere na altura das marés. Mas que força lunar influenciaria na forma como uma pessoa administra seus negócios ou no modo como organiza sua vida profissional? “A única troca de energia que a astronomia consegue identificar entre um corpo celeste e os humanos é a energia da radiação solar”, diz Ronaldo Rogério Mourão, um dos astrônomos mais conceituados do País. De fato, pegar um bronzeado é prova irrefutável dessa influência, mas não é disso que falam os astrólogos.

Para eles, a influência dos astros nas pessoas aconteceria em níveis intra-atômicos, um campo da ciência estudado pela física quântica – outra novidade que ganha corpo e irrita os astrólogos ortodoxos.

Algumas teorias dessa área sugerem que a transmissão de energia entre os corpos do Universo não se dá por vias tradicionais, mas, isso sim, por um sistema de coordenadas. Seria como se um satélite GPS recebesse um sinal emitido por um corpo na Terra e o retransmitisse para outra parte do espaço.

O astrofísico inglês Percy Seymour acredita que algo parecido aconteça com corpos celestes. Segundo sua teoria, que municia os astrólogos científicos, os astros funcionariam como as emissoras de tevê. Sol, Lua, planetas, asteróides e estrelas emitiriam sinais magnéticos captados pelo sistema nervoso do homem.

Cientistas convencionais atiram pedras nessa tese. Mas um experimento recente realizado por físicos do Laboratório de Ciência da IBM, a gigante americana da informática, provou que dois elétrons podem trocar energia livremente se resfriados dentro de um mesmo campo magnético. Seymour defende a teoria de que a
energia entre os corpos no espaço se comporta de forma semelhante. Cada ser humano captaria com suas “antenas” pré-ajustadas pela genética os “programas” que lhe dizem respeito.

“Estamos avançando nesse campo de pesquisa”, diz Seabra, um dos idealizadores do núcleo de Astrologia da UnB, que deixara de ser ensinada nos centros universitários desde a morte do francês Jean Baptiste Morin de Villefranche. Autor do livro Astrologia gálica, Villefranche postulou as 25 regras que regem o trabalho da astrologia científica e seus modelos de cálculos são tão sofisticados que permitem fazer previsões de datas. Vale lembrar: Villefranche faleceu no dia 6 de novembro de 1656, às duas horas da madrugada, rigorosamente como ele próprio havia previsto dois anos antes.

Essa nova astrologia não pára de ganhar adeptos. Cresce, por exemplo, o número de empresários que dizem ter encontrado nos astros uma arma poderosa na administração de seus negócios. Um dos exemplos é o presidente do Banco Fator, Walter Appel. Em seu computador, juntamente com gráficos que apontam as oscilações da Bolsa de Valores do Estado de São Paulo e as perspectivas de fechamento do pregão, consta diariamente a “opinião” das estrelas sobre o melhor investimento do dia. Um astrólogo foi pago para descobrir se o dia está bom para apostar em papéis de risco ou se a melhor rentabilidade está associada ao petróleo. A ajuda dessa “astrologia esclarecida” balançou até mesmo a Bovespa, que, há cinco anos, chegou a movimentar US$ 100 bilhões. Os operadores estimam que pelo menos 20% desse montante tenha sido regido também por astrólogos.

“Com o aprimoramento dos métodos de avaliação, dá para fornecer informações específicas sobre negócios ou plano de carreira”, diz Maurício Bernis, um dos nomes mais procurados pelo sistema financeiro. Foi ele quem ajudou um importante banco brasileiro a escolher a melhor data para lançar suas ações no mercado europeu.

Recentemente, até um time paulistano da segunda divisão aderiu à onda dos astros. Só falta agora os cientistas tradicionalistas e os astrólogos ortodoxos derrubarem as barreiras de preconceito para tentar entender, casando astros e ciência, qual é essa força que há milênios deixa a humanidade tão ligada às estrelas.

US$ 20 bilhões é quanto a Bovespa movimentou em um ano com a ajuda da astrologia.

Fonte: ISTOÉ

A Alma Sensível das Plantas

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Este é um texto de autoria do saudoso escritor e senador Arthur da Tavola. Leia com atenção. Você vai gostar.

“Elas sentem, elas sabem. Ficam nervosas, tensas, desmaiam ou florescem de alegria e felicidade, se tratadas com amor. Adoram música. Reagem ao pânico. Adivinham males que lhes vão fazer os homens.

O avanço da ciência provou a sensibilidade das plantas em experiências de laboratório.

Com aparelhos precisos, cientistas deram-se o maravilhoso ofício de aprender, compreender e se comunicar com os vegetais.

Vão descobrir um dia que as plantas sabem mais de nós que nós delas. Os primeiros astronautas foram botânicos.

As plantas, elas sim, vieram à Terra para conhecer e contar para Deus. A rosa veio de Vênus.

Fico pensando na grandeza do silêncio das plantas, por séculos e séculos compreendendo a agitação daquele bicho bípede à sua volta, o ser humano, bicho falante, bicho brigador, ansioso e rápido, capaz de amá-las tanto quanto as destruir, igualzinho e como faz consigo mesmo.

No dia em que se esclarecer a sintonia planta-homem (e se a sabedoria popular consagrou a expressão ‘‘fulano é um seca-pimenteira’’, a intuição andou uma vez mais na frente da ciência), a vida na Terra ganhará novas e espantosas possibilidades de alimentação, felicidade, harmonia, remédios, energia e conhecimento.

E o galho de arruda que a mesma sabedoria popular fez colocar na orelha?

E as ervas? E as crendices perdidas no tempo associadas às plantas?

E o mistério de beleza e sabedoria oferecidos ao homem como prova de amor através das flores?

Por que será que o ser humano sente-se tão bem na natureza?

Sente e não discute, não pensa, não cogita.

Sente e consome.

Curte e vai embora.

Que complô secreto ou sortilégio misterioso destilam fluidos capazes de recompor psiquismos, cicatrizar cansaços, ver renascerem relações profundas consigo mesmo em pacificadora harmonia cósmica, quando estamos entre as palavras ou árvores?

Por quê?

Eu sei.

É porque as plantas conseguem o que o homem não consegue: elas nos compreendem… “

**********R E P E T E C O********** APRENDA A AFASTAR O “OLHO GORDO”

sexta-feira, 5 de abril de 2013

Leia com atenção este texto de Franco Guizzetti e depois deixe o seu comentário.

COMO EVITAR E PROTEGER A RESIDÊNCIA OU COMÉRCIO, DAS ENERGIAS NEGATIVAS QUE AS PESSOAS DEIXAM OU MANDAM PARA ESTES LOCAIS?”.

Estas Energias Nocivas ou Negativas, em geral, são causadas por pessoas que frequentam e visitam, e o pior, muitas vezes trabalham nestes locais ou moram nestas casas.

Independente de quem são estas pessoas, elas chegam “carregadas” de problemas e aproveitam a ocasião para deixar estas vibrações negativas em nossos ambientes, e por efeito cascata, irá nos atingir a qualquer momento.

Estas Energias Negativas, podem ser provocadas por vizinhos, parentes ou empregados, que por não estarem em seu perfeito equilíbrio energético, descarregam estas “Energias Nocivas”, nos locais que frequentam.

E o mais interessante, é que estas pessoas sabem muito bem desta situação de serem “pesadas ” e ” negativas “, de deixarem os locais que frequentam “péssimos”, bem como os moradores.

Isto ocorre pela simples troca de Energias: “LEVA A BOA e FICA A RUÍM”.

Existem aquelas pessoas que não aguentam ver que uma pessoa tenha Sucesso, Alegria e Amor na sua vida.

Têm ódio e inveja mortal, de todos que em sua volta estão “de bem com a vida”.

Elas farão de tudo para estragar esta HARMONIA E ALEGRIA, são estas pessoas as principais causadoras do OLHO GORDO, ou DERRETE AÇO.

Com toda a certeza, quando estas Energias Negativas se instalam e permanecem em nossas casas e empresas, deixam os ambientes e as pessoas alteradas, doentes, perturbadas, irritadas, sonolentas, provocam mal estares, podem causar brigas, desentendimentos, quebra de aparelhos domésticos, pequenos acidentes e outros males.

Parece que tudo da errado. Nas empresas ou pontos comerciais podem também provocar assaltos, queda nas vendas ou perdas de clientes, atrito entre colegas de trabalho.

Aí vem a pergunta: O que fazer para evitar e espantar estas Energias ?

 

É muito simples. Siga as dicas abaixo:

EVITE AS NEGATIVIDADES:

 

1) A primeira atitude partirá de você.

“Mantenha a Boca bem Fechada.”

Chega de falar de seus planos, sonhos da vida particular e até de suas intimidades para os outros.

Pare de contar para todos os nomes de seus Clientes ou o quanto você fatura ou ganha por mês.

Note que todos estão interessados na sua vida, mas, não no seu Sucesso.

É claro que você vai falar sobre sua vida, seus planos e do sucesso de sua Empresa. Mas, será para os Verdeiros Amigos.

Aqueles que vibram com você e se preocupam com os seus insucessos.

Se são muitos ou poucos, não interessa, o que interessa é que eles existem, é só achá-los e preservá-los.

 

2) Seja mais seletivo com as pessoas que frequentam sua casa ou empresa.

Por que motivo você tem que receber aquela vizinha ou parente, que sempre esta falando mal de alguém, ou está sempre se queixando dá vida?

Ou daquela amiga solteirona, que sempre fala que homem não presta, principalmente se for o seu namorado ou marido?

A partir de hoje, tenha muito cuidado para quem você convidar para entrar em sua casa.

Caso tenha que receber alguém que não goste, evite assuntos nocivos.

Nada de críticas, fofocas ou brigas.

 

3) Cuidado ao falar ao telefone ou ao encontrar com alguém da rua.

Não é só recebendo alguém em casa, que somos afetados negativamente.

Ao Falar com alguém ao telefone ou na rua, ficamos também sobrecarregados de energias negativas.

Só o fato de alguém pensar mal de você, já é muito perigoso.

 

PROTEGENDO OS AMBIENTES

Com toda a certeza, não iremos conseguir evitar que certas “Energias” e pessoas, deixem de frenquentar nossa casa ou empresa.

Neste caso, teremos que proteger muito bem nossa casa e empresa.

No Feng Shui, usamos muito o Baguá.

Baguá, e uma figura octagonal, que deve ser colocado na porta de entrada, pelo lado de fora.

Este Baguá, irá proteger a casa e seus moradores de todas as Energias Pesadas.

Uma dica muito importante, é de usar um Baguá com espelho no centro. O espelho irá ajudar a repelir as Energias Negativas.

O uso de um pequeno espelho convexo sobre a porta de entrada, pelo lado de fora, irá refletir toda e qualquer tipo de energia nociva, bem como o símbolo “OM”, que possui a mesma finalidade.

O vaso de sete ervas perto da porta de entrada, também segura e repele as energias Nocivas.

A pessoa ao ver o vaso de sete ervas, irá desviar momentaneamente sua atenção da porta principal, para o vaso.

Isto fará com que as energias negativas fiquem presas as plantas. Em geral, um vaso de sete ervas é composto pelas seguintes plantas:

• Arruda, Alecrim, Espada de S. Jorge, Pimenteira, Guiné, Manjericão e Comigo-ninguém-pode.

Uma bela e viçosa planta ou vaso de flores próximo a porta de entrada, também atrairá a atenção de quem chega, segurando as “cargas”.

Água com sal grosso atrás da porta também é muito bom para segurar estas “Energias”.

Só não esqueça de trocar a água com sal, a casa sete dias.

Santos de devoção, são muito usados em casas para proteção.

É muito comum ver um santo ou um crucifixo, próximo a porta principal. Em lojas, temos sempre um ou mais santos próximos a entrada ou caixa registradora.

Para quem acredita, uma medalha de S. Bento ou uma Cruz pequena, atrás da porta de entrada, protege bastante.

Oração e Salmos, também podem ser usados para proteção.

Experimente ler os Salmos 46 e 91.

São muito fortes, principalmente se for lido todos os dias.

Use e abuse das plantas e flores, elas renovam as energias do ambiente, deixando os locais mais limpos e alegres.

As plantas e flores devem ser usados em todos os ambientes, externos e internos, principalmente onde a uma grande circulação de pessoas.

Fica aqui uma outra dica:

Para saber qual é o tipo de energia de certa pessoa, coloque esta pessoa próxima a uma planta e observe como ficará a planta depois que ela for embora.

Cristais de quarto, turmalina preta e ônix, protegem os ambientes das Energias Pesadas.

Mas, independente de qualquer método escolhido, lembre-se que o maior amuleto que você pode ter é o seu coração puro e a mente tranquila.

Nunca tenha medo, essa emoção destrói todas as suas defesas e se você for uma pessoa honesta, íntegra e que busca o bem de todos, estará sempre afinada com energias e seres do bem..

Autor: Franco Guizzetti (Consultor de Feng Shui).

Carinhosos e fiéis, papagaios vivem 80 anos e custam até R$ 50 mil

quarta-feira, 3 de abril de 2013

araraju

Todas as noites, ao abrir a porta de casa, ele ouve o grito ritmado de Kiko: “Vovô! Vovô! Vovô!”. E responde ao chamado com um cafuné demorado, gostoso, derramado. Só então o empresário mineiro Luiz Otávio Possas Gonçalves, 70, cumprimenta o resto da família.

O empresário mineiro Luiz Possas e Kiko, sua cacatua de estimação

Kiko é uma cacatua galerita, ou bicho do penacho empinado, originária do sudeste asiático e Austrália. Tem oito anos. “A cacatua não é um bicho muito falador. Aprende poucas palavras. Mas é dócil, fiel, e me dá muito carinho”, diz Luiz Possas. Um filhote dessa espécie custa no mercado, em média, R$ 18 mil.

 

“Os papagaios são os melhores animais de estimação que existem. Como um cachorro, reconhecem o dono. Interagem muito com a família. São limpos, bonitos e superinteligentes”, derrama-se o empresário. Ele sabe o que diz: além de dono do Kiko, também é dono do Instituto Vale Verde, o primeiro criatório de psitacídeos do Brasil.

 

Araras, periquitos e papagaios fazem parte da família dos psitacídeos, que se distingue pelo bico alto e curvo e pés zigodátilos, com dois dedos para frente e dois dedos para trás. Ou, como preferem os biólogos, “bichos de bico torto”.

 

A história de Possas com essas aves, que começou só como curiosidade, ficou séria na última década, quando ele conseguiu junto ao Ibama uma licença de criador conservacionista. “Essa licença me deu o direito de criar pássaros, inclusive ameaçados de extinção. Alguns anos depois consegui a licença de criador comercial”, ele explica.

 

Em 2012, produziu e vendeu 260 filhotes. Em 2013, a meta é 350 filhotes. Ele cria cerca de 30 espécies diferentes. A mais procurada é a Amazona aestiva, ou papagaio-verdadeiro (foto acima), o mais falador. O filhote custa R$ 2.300, e é um dos mais baratos. O mais caro chega a custar R$ 20 mil. Espécies raras, como a arara-azul, do Pantanal, chegam a R$ 40 mil, R$ 50 mil. Algumas, em extinção, como a ararinha-azul-de-lear, do sul da Bahia, não há dinheiro que pague.

 

CACHAÇA CHIQUE

 

O Instituto Vale Verde ocupa a fazenda que era da família de Luiz Possas, a 42 quilômetros de Belo Horizonte. Localizada em Betim, região metropolitana da capital mineira, com 30 hectares de jardins bem cuidados, lagos e cachoeiras, é como um pulmão verde cravado numa zona industrial. Além das aves, a fazenda abriga um zoológico, um criatório de cobras, um de insetos, e a destilaria da cachaça Vale Verde, outra invenção do empresário. O Instituto é aberto ao público e tem um ótimo restaurante de comida mineira.

 

Com fala mansa e sotaque carregado, Possas é um tipo de empresário ameaçado de extinção. Faz dinheiro brotar. Aos 17 anos, começou a trabalhar como carregador de caixas na fábrica da Coca-Cola que pertencia ao seu pai, em Belo Horizonte.
“Eu não gostava de estudar. Meu pai falou que eu não aguentaria o emprego na fábrica nem uma semana. Fiquei 45 anos”, ele conta. “Só fui estudar velho, depois de casado. Entrei na faculdade de direito com 30 anos”.

 

No final dos anos 70, Possas, que chegou a gerente geral da Coca-Cola, fundou a cervejaria Kaiser, vendida em 2003. Já havia vendido também a fábrica da Coca-Cola quando lançou no mercado uma grande novidade: água de coco em caixinha, em 2004. A Kero Coco fez tanto sucesso que foi abocanhada pela Pepsi em 2009. Nesse meio tempo, começou a fabricar a cachaça Vale Verde lá mesmo, dentro do próprio Instituto.

 

“A cachaça era um hobbie. Para criar a Kaiser, fiz muitos cursos de destilação e fermentação. E resolvi aplicar a tecnologia num produto o mais tecnicamente perfeito possível. Investi em tecnologia sofisticada, envelhecendo a bebida em tonéis de carvalho. Viramos um grande sucesso”, ele diz.

 

A bebida ganhou o mercado como sinônimo de cachaça refinada, envelhecida por três anos em tonéis de carvalho. A garrafa da Vale Verde varia entre R$ 55 e R$ 80. Já a 12 anos, uma edição especial, chega a R$ 380,00.

 

Ao mesmo tempo em que fazia -e desfazia -negócios milionários, Luiz Possas virou ativista ambiental. Há duas décadas, quando pouco se falava em ecologia, ele botou dinheiro em um projeto de preservação da ararinha-azul-de-lear. Comprou uma fazenda no sul da Bahia, lugar de origem da espécie ameaçada, e iniciou uma saga.

 

“Na época existiam na natureza vinte e poucas ararinhas- azuis-de-lear. Elas eram vendidas no mercado a R$ 120 mil o filhote. Compramos a fazenda, protegemos o local, fizemos campanhas educativas e hoje já temos perto de 2.000 indivíduos”, o empresário comemora.
Mas o Instituto Vale Verde é a menina dos olhos do empresário. Além dos vertebrados, ele cria insetos para serem usados como matéria-prima para a ração Megazoo. “Nosso índice de reprodução não era bom, por volta de 30%, 40 %. Percebemos que o problema era a alimentação. Os bichos comiam em cativeiro o mesmo que na natureza. Mas eles não queimavam a gordura”, Possas explica.

 

“Desenvolvemos uma ração balanceada, cuja proteína vem dos insetos. Nosso índice de reprodução saltou para 70%. Estamos vendendo a Megazoo para o mercado”, conta.

 

LORO JOSÉ

 

O biólogo do instituto, Tiago Lima, 31, diz que a venda das aves foi estimulada pelo Loro José, o companheiro de Ana Maria Braga no programa “Mais Você”, da TV Globo, um autêntico papagaio-verdadeiro: “O programa estimulou a criação como animal de estimação. Mas existem ambientalistas que dizem que também estimulou o tráfico”.

 

“Eles são o que mais falam. Eles e os papagaios do Congo. Aprendem por repetição e têm capacidade de aprender tudo”, diz Possas. “Mas nós não ensinamos os filhotes. Queremos que tenham o sotaque da família que vai comprar”.

 

A criação mineira foi a primeiro a reproduzir em cativeiro – três filhotes – a arara azul do Pantanal, uma ave imensa, com penas azul-marinho. Ela custa no mercado R$ 40 mil.

 

A reprodução em cativeiro, porém, é um longo processo. As aves brasileiras chegam aos criatórios por meio do Ibama. São animais apreendidos de traficantes. Só as de segunda geração podem ser vendidas, o que leva cerca de dez anos.

 

No caso das espécies em extinção, como a ararajuba, uma ave toda amarela com asas verdes, só na terceira geração. “Em 2011, tivemos R$ 170 mil de prejuízo. De 60 casais, 23 reproduziram”, conta Tiago.

 

O ideal é comprar os filhotes com, no máximo, quatro meses, para que estabeleçam maior vínculo com o dono. Um papagaio pode viver até 80 anos. Segundo Luiz Possas, é “um bicho para botar no testamento”.

Fonte: Folha

Mais da metade dos brasileiros não sabe ou não quer utilizar a internet

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Apesar da inclusão digital, novos números sobre a internet no Brasil revelam dados preocupantes. De acordo com um estudo feito pela Fundação Telefônica, em parceria com a Fundação Getúlio Vargas e a operadora Vivo, 64% dos brasileiros consideram que o uso da web não é necessário, ou mesmo não sabem como utilizá-la.

33% das pessoas disseram que não possuem interesse em usar a internet. Para se ter uma ideia do tamanho da exclusão digital do povo brasileiro, em Florianópolis (considerada umas das capitais com maior inclusão do País), 62% da população disse que não acha necessário utilizar a internet com frequência. No Rio de Janeiro, este índice é de 54%. Outros 31% dos entrevistados na pesquisa simplesmente não sabem usar a internet.

“Ter o computador em casa não significa que ele está sendo usado. É indicativo, mas não é suficiente. Ter dinheiro também não é tão importante como se imagina. Educação é o fator determinante”, afirmou Marcelo Cortes Neri, professor do Centro de Políticas Sociais da FGV e coordenador do projeto. “A pesquisa mostra que não basta subsidiar computadores e construir centros de internet para combater a exclusão digital. É preciso investir em educação básica de qualidade. Se formos pensar em políticas de inclusão digital, temos de convencer as pessoas da importância da internet. Quando falta educação, não adianta ter computador.”No Nordeste, uma das regiões menos favorecidas do Brasil, grande parte das pessoas disseram que não usam a internet por não conhecer o seu funcionamento. Em João Pessoa (PB), por exemplo, 46% dos entrevistados alegaram a falta de uso por não saber como manusear a tecnologia.

Já na região Norte a situação é ainda mais alarmante. Lá, o maior problema não é a falta de interesse ou não saber trabalhar com a web, mas sim a falta de computadores disponíveis. No relatório da FGV, o Amapá foi considerado o Estado com pior índice de acesso à internet no País.

Para a Fundação Telefônica, o estudo dá subsídios para traçar novas estratégias no crescimento da rede de internet banda larga pelo país. “A inclusão digital é vista por nós como uma forma de inserção social e faz parte do negócio da companhia. Esta pesquisa é importante para a aceleração do crescimento da internet no País”, disse Luciene Dias, diretora regional da Vivo.

Os estados do Brasil com melhor acesso domiciliar são Distrito Federal (58%), São Paulo (48%), Rio de Janeiro (43%), Santa Catarina (41%) e Paraná (38%). Já os de pior taxa são Maranhão (10%), Piauí (12%), Pará (13%), Ceará (16%) e Tocantins (17%).

Fonte: Olhar Digital

Os japoneses, apesar de toda a evolução tecnológica, são também supersticiosos.

quarta-feira, 27 de março de 2013

Apesar da modernidade e do avanço da tecnologia, os japoneses continuam extremamente supersticiosos. Embora o Japão seja um país de primeiro mundo eles acreditam em crenças populares, tanto quanto nos paises em desenvolvimento.

Confira algumas superstições e manias japonesas, e deste modo, se você for ao Japão estará mais apto para assimilar o seu modo de vida.

Ninguém estaciona seu carro numa vaga onde o número seja quatro (shi), pois a pronúncia do numero quatro em japonês é a mesma de morte (shi). Por esta mesma razão é comum que os prédios não tenham o quarto andar.
Além disso, não é comum usar o número 4 em andares de hospitais.Outro costume é de não dar presentinhos (omiyages), mimos, compostos por quatro unidades ou quatro peças. Parece brincadeira, mas uma gafe destas pode contribuir para o fim de uma amizade.
Outros números que os japoneses evitam:
9 – A pronúncia (ku) pode significar agonia ou tortura
42 – Significa morrer, isto se for pronunciado separadamente (shi-ni).
420 – Significa espírito se também for pronunciado separadamente (shi-ni-rei).

Estes números, assim como o número quatro, não aparecem em leitos de hospitais.
Confira outras superstições comuns:
Não mate uma aranha de noite. Matar um aracnídeo pode custar a perda de todo dinheiro que você possui.
Para quem tem medo de cobras. Não assobie à noite, pois você pode ser surpreendido por uma cobra. Além dela, pode também ser um ladrão.
Se você for comprar sapatos novos, não estréie à noite pois poderá trazer má sorte.
Para os amantes da loteria.Se você achar um pedaço de couro de cobra, guarde-o na carteira. Segundo os japoneses, isso fará com que fique rico. Uma outra alternativa, se caso você não achar um pedaço da cobra, é guardar o bilhete em um lugar amarelo, como uma bolsa, carteira, etc.
Se você estiver em um local sujo, onde o piso é de tatame, não pise nas bordas pois isso traz má sorte.
Sobre os talheres japoneses (hashis). Não enfie os hashis em uma tigela de arroz. Isso é considerado uma provocação ao mundo espiritual, pois tal gesto faz uma alusão ao incenso colocado num recipiente de arroz no altar, como oferenda aos mortos.

Nunca passe comida do seu hashi para os de outra pessoa. Também tem uma explicação: Num funeral japonês, os parentes costumam usar os hashis, passando os ossos do falecido (após a cremação) uns para os outros.

Não deixe sobrar arroz no prato, pois você poderá ficar cego.

Não corte as unhas à noite. Pois se você o fizer, não poderá ver os seus pais quando falecerem.
Cuidado com o carro fúnebre. Se passar um carro fúnebre perto de você, esconda o polegar para não acontecer nada com os seus pais.
Apesar de nojento, acredita-se que se um passarinho fizer cocô em sua cabeça lhe trará sorte.
Como não poderia deixar de ser, um país supersticioso tem vários amuletos da sorte. Vejam dois.
O daruma é um dos talismãs mais famosos. Ele é um símbolo de perseverança, flexibilidade e determinação. O daruma é um boneco para fazer desejos. Ele vem com os olhos em branco; você deve pintar um dos olhos e fazer um desejo.
Ele é colocado em um lugar visível e alto na casa. E quando o pedido se realizar, pinta-se o outro olho.
O manekineko é um gato com uma das patas levantada. Ele é um símbolo de boa sorte, acenando para a prosperidade e sucesso, com sua pata curvada. As pessoas costumam deixar os bilhetes de loteria debaixo do manekineko.
Acredita-se que a pata esquerda atrai riqueza e bens materiais, e a pata direita atrai a pessoa amada, ou ajuda a encontrar um amor.
O gatinho é vendido em varias versões e cores. Cada cor tem um significado e desejo especifico (preto para proteção, rosa para o amor, dourado para dinheiro, vermelho para saúde, e o gato manchado traz sucesso
empresarial e felicidade pessoal).
Fonte: Blog do Arcanjo

DE VOLTA AO PASSADO: ROMI-ISETTA. Primeiro carro produzido no Brasil

segunda-feira, 25 de março de 2013

Lançada no dia 5 de setembro de 1956, a pequena Romi-Isetta foi o primeiro carro produzido no país. De dimensões compactas, com apenas um banco e uma porta frontal, o carrinho era fabricado pela Romi em Santa Bárbara d’Oeste, no interior de São Paulo. Seu visual diferente, inspirado nos “carros bolhas” alemães, atraiu uma clientela que viu no carrinho um símbolo de status e modernidade. Tanto que o modelo se tornou o carro preferido de muitas celebridades, inclusive do então presidente Juscelino Kubitschek.

O veículo original nasceu na Itália do pós-guerra, em 1953, produzida pela empresa Iso-Automoveicoli, fabricante de motocicletas e triciclos comerciais. Em 1955, o projeto foi licenciado para a BMW, que substituiu o motor Iso 200 cc por um BMW de 300 cc, rebatizando o automóvel como BMW-Isetta e substituindo a logomarca original pelo giro de hélice estilizado da prestigiosa empresa alemã.

No ano seguinte, o imigrante italiano Comendador Américo Emílio Romi, fundador da Romi (uma fábrica de máquinas agrícolas no interior de São Paulo), começou a produzir a Isetta também por aqui. Várias empresas estiveram envolvidas em sua fabricação. A Tecnogeral, fabricante de móveis de aço, produzia a carroceria; a Probel, dos colchões, fazia o banco; os pneus eram Pirelli, o motor era feito aqui com base no da Iso italiana, e a Romi fazia o chassi e montava os veículos.

A versão brasileira foi se ajustando aos poucos, com mudanças na altura dos faróis, suspensão e, por fim, ganhando o novo motor BMW. Mas ela jamais perdeu suas características originais: porta frontal, único banco para duas pessoas, rodas pequenas, velocidade máxima de 85 km/h, capacidade de rodar 25 quilômetros com um litro de gasolina e 330 quilos distribuídos em 2,25 metros de comprimento por 1,40 de largura.

A inspiração da curiosa porta frontal veio da indústria aeronáutica, mais especificamente dos grandes aviões de carga que levantavam o nariz para permitir o acesso dos contêineres. Outro detalhe curioso eram os eixos de tamanhos diferentes, sendo a bitola dianteira maior que a traseira.

Dirigir um Romi-Isetta era uma experiência única. Com a coluna de direção instalada entre o pedal de freio e o da embreagem, o motorista ainda tinha de lidar com a alavanca de câmbio estrategicamente localizada à esquerda dele, para evitar possíveis cotoveladas e esbarrões no passageiro ao lado.

Mas, para tristeza dos fãs do carrinho, uma péssima notícia atingiu a Isetta brasileira três anos após o seu lançamento. O Grupo Executivo da Indústria Automobilística (Geia) criou uma lei que classificava o automóvel em si – para obtenção de subsídios – como um veículo que deveria obrigatoriamente transportar quatro pessoas.

Sem os benefícios fiscais, sem uma empresa para firmar parceria e, acima de tudo, sem condições de produzir em larga escala para reduzir o preço do modelo, a Romi-Isetta tornou-se inviável.

Mesmo sendo montada até 1961, utilizando o estoque remanescente da fábrica da Romi, o total da produção nacional chegou somente a 3 mil unidades, enquanto o modelo alemão da BMW chegou a 162 mil — muitas exportadas, inclusive para o Brasil.

A pequena e charmosa Romi-Isetta, que de tão miúda seria uma boa solução para os problemas de trânsito atuais, sumiu das ruas pela simples razão de ter sido um produto muito à frente de sua época.

Fonte: Auto Esporte