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*******DE VOLTA AO PASSADO******* I’ve got a gal in Kalamazoo – Glenn Miller (1942)

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

LIGUE O SOM, CLIQUE, ABRA A TELA E…CURTA!

De volta ao passado: MINGAU DE ARARUTA

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Para ficar no relacionamento Brasil-Rússia, é bom lembrar uma historinha que se não tiver sido verdadeira, pelo menos poderia.

Quando da coroação do Czar Nicolau II (foto ao lado), o Imperador D. Pedro II mandou significativa representação nacional para homenagear aquele que seria o último déspota coroado das estepes.

Na fila dos cumprimentos, um barão brasileiro gaiato comentou com um general ingênuo que os idiomas eram tão díspares que Sua Majestade não entenderia nada do que ele falasse, prestando-se a ocasião para desopilar o fígado.

Diante do Czar, sob as rígidas regras do protocolo, falou:

“-Parabéns, “seu” Nicolau. Quer mingau?”

A resposta veio fulminante:

“Só se for de araruta, seu filho da puta”.

Dominando diversas línguas, o Imperador russo também sabia português e tinha bom humor…

por Carlos Chagas

De Volta ao Passado: Mauro Ramos

segunda-feira, 12 de novembro de 2012
MAURO RAMOS DE OLIVEIRA nasceu em Poços de Caldas no dia 30 de agosto de 1930 e faleceu na mesma cidade em 18 de setembro de 2002, portanto, aos 72 anos.
Jogador de futebol (era zagueiro), foi campeão sul-americano em 1949 e mundial na Copa do Mundo de 1958 e na Copa do Mundo de 1962 pela Seleção Brasileira de Desportos. Nessa segunda copa, deixou na reserva o capitão e ídolo Bellini, tornando-se o novo capitão e com isso erguendo a taça, segurando-a com as duas mãos, dando continuidade ao gesto criado por Bellini em 1958.

Considerado um dos zagueiros de estilo mais clássico da história do futebol brasileiro, parecia pedir licença à bola para chutá-la e, sempre que chutava, o fazia com classe, sem sobressaltos e com muita eficiência.
Os adversários o apelidaram de Martha Rocha, miss Brasil muito famosa na época, devido a esse estilo que de certo modo fazia contraponto à brutalidade do futebol.

FOTO HISTÓRICA: MAURO SENDO ENTREVISTADO PELO ENTÃO REPÓRTER DE CAMPO  SILVIO LUIZ (REPARE NO MICROFONE PORTÁTIL E SEM FIO) (hehehehe)

Era também um grande cabeceador, além de líder dentro do campo. Foi capitão do São Paulo Futebol Clube, do Santos Futebol Clube de Pelé  e da Seleção Brasileira de Desportos, hoje Seleção Brasileira de Futebol.

Em 1972, foi treinador do Santos, substituindo o consagrado Antoninho Fernandes.
Faleceu vítima de Cãncer no Estômago.
Fonte: Famosos que partiram

De volta ao passado…Aconteceu num outubro distante

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

O dia? 10 de outubro de 1963. Eram duas e meia da manhã, quando a enfermeira se aproximou da cabeceira de sua doente. Ela parecia estar dormindo. A respiração estava normal, mas o rosto reassumira a cor marfim, característica dos comas hepáticos. O lençol afastado e a camisola erguida descobriam uma mancha escura na altura do baço. Hemorragia interna. A artéria esplênica rompera-se. O médico foi chamado mas não pôde fazer nada mais.

Edith Piaf estava morrendo. Um magnetizador que a ajudava a adormecer jazia em suas mãos. Por volta do meio-dia, o médico retornou e foi embora, resignado. A não ser por um milagre…

Às 13:30horas ela abriu os olhos, procurou erguer-se e recaiu, morta…

Edith Piaf morreu duas vezes.

Já estava sem vida, há várias horas, quando uma ambulância chegou e o corpo foi removido às pressas. Os jornalistas, postados nas imediações, pensaram tratar-se de mais uma internação. Este era justamente o efeito que se buscava.

A ambulância rodou durante toda a noite, chegando ao apartamento do Boulevard Lannes, ponto final da viagem clandestina.

Piaf morrera na quinta-feira, em Plascassier, mas, fazendo fé no comunicado transmitido à AFP, todos acreditaram na data de falecimento constante no registro civil: sexta-feira, 11 de outubro de 1963, às 7 horas da manhã.

Desse modo, a data de sua morte coincidiu com a morte de Jean Cocteau, morto ao meio-dia, enquanto preparava uma homenagem à cantora que o fascinara.

Quando a fraude foi revelada, os responsáveis, notadamente a enfermeira Margantin, invocaram como nobre motivo o último desejo de Piaf: ‘Quero morrer e ser enterrada em Paris, em meu túmulo do Père-Lachaise, junto com a minha filhinha e meu pai’. 

Quando a morte foi por fim anunciada, à biblioteca do apartamento do Boulevard Lannes, transformada em câmara ardente, acorreram os amigos, colaboradores próximos e celebridades.

No sábado, dia 12 e no domingo, 13, Sarapo permitiu a entrada da multidão que se reunira na frente do apartamento, logo que a notícia foi divulgada.

O luto popular, não decretado, foi espontâneo.

A despeito de sua devoção, foram negados à Piaf, divorciada, os serviços fúnebres religiosos. O Observatório Romano, órgão do Vaticano, a acusava de ter vivido em estado de pecado público. O arcebispo de Paris foi menos rigoroso: ‘Se as honras da Igreja não lhe podem ser prestadas’ – ele comunica – ‘ o capelão do teatro e da música virá ao cemitério para rezar pela artista’. A título particular, um prelado de Nice, Monsenhor Martin, foi benzer o corpo poucas horas antes do sepultamento.

Já era segunda-feira, 14 de outubro de 1963.”

Entre 10 e 11 horas, o cortejo fúnebre atravessou Paris, transformada em multidão para dizer adeus à Piaf.

“Calou-se a cotovia da França”… “alguém que viveu sua vida com base na máxima Non, je ne regrette rien”…  Não me arrependo de nada…

LIGUE O SOM, CLIQUE, ABRA A TELA E…”CURTA” EDITH PIAF:

De Volta ao Passado: “Serenata do Adeus”

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

LIGUE O SOM, CLIQUE, ABRA A TELA E…CURTA O “NERSÃO”

Vídeo: Marli – Santos-SP

De volta ao passado: Uma gripe de triste memória

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Entre outubro e novembro de 1918, São Paulo viveu 45 dias de terror, com a gripe espanhola atingindo mais de 23% da população e matando pelo menos 1%. No total, a epidemia atacou 116.777 pessoas na cidade, que tinha 500 mil habitantes à época.

Foi uma tragédia de proporções nacionais: no Rio de Janeiro, morreram 5.676 só em outubro.

A vítima mais célebre foi o presidente Francisco de Paula Rodrigues Alves (foto), que morreu em 16 de janeiro de 1919, em Guaratinguetá (SP), antes de assumir o cargo pela segunda vez.

NOTA DO BLOG:

Não está afastada a possibilidade de uma nova gripe devastadora, nos dias de hoje.

De Volta ao Passado: O Gramofone

segunda-feira, 11 de junho de 2012

O primeiro dispositivo que permitiu a gravação e a reprodução do som foi o fonógrafo de Thomas Alva Edison, em 1877, no qual as ondas sonoras que chegavam a um diafragma faziam vibrar uma agulha, marcando uma ranhura de profundidade variada num cilindro que girava e que estava revestido com uma lâmina metálica. O cilindro, que deveria ser girado a mão, funcionava com uma agulha unida a um diafragma (membrana).

Em 1887, Emile Berliner desenvolveu o gramofone, que utilizava discos em vez de cilindros. A grande vantagem deste aparelho era que os discos podiam ser produzidos em massa a partir de um “modelo”.

Em 1948, o disco “longa duração” (long-play, em inglês), melhorou a qualidade do som e estendeu o tempo de reprodução para mais de 20 minutos por lado. Mas apesar das assombrosas me-lhorias na fidelidade, que surgiram graças às gravações e às reproduções elétricas e aos novos materiais dos discos, as vendas dos LPs, como ficaram conhecidos, caíram nos anos 80. Inicialmente, isto deveu-se à crescente popularidade do cassete, e depois ao CD digital.

Fonte: UDESC (Mundo Físico)

NOTA DO BLOG:

Considerando-se que o CD já está começando a se tornar um “dinossauro”, aguardemos aquilo que vem por aí.

De Volta ao Passado (ano: 1922)

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Fonte: Baú da propaganda