Arquivo de junho de 2010

Saber dizer é uma arte

quarta-feira, 30 de junho de 2010

A história de dois fumantes inveterados ilustra bem a questão.

Um deles foi perguntar ao padre se podia fumar enquanto resava.

Recebeu como resposta uma negativa taxativa:

“-Onde já se viu tamanho desrespeito!” Explodiu o padre indignado.

Já o outro fumante teve habilidade de fazer a pergunta do modo certo:

“-Posso rezar enquanto fumo?”

“-Mas é claro, meu filho”, respondeu o padre que pensou:

“-Até enquanto fuma ele reza”.

Uma lição de marketing.

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Essa pequena história serve como lição não apenas para todos os estudantes de publicidade e marketing, mas para todos nós.

Um dia,  todas as empresas prestaram um serviço pensando primeiro no cliente e não apenas visando o lucro.  Pensarão na satisfação de quem compra seus produtos.

Leia com atenção.

Um dia, um executivo de marketing de uma grande empresa dos Estados Unidos contratou pelo telefone um desses jardineiros. Chegando em sua casa, o executivo viu que estava contratando um garoto de apenas 13 anos de idade, mas como já estava contratado, ele pediu para que o garoto executasse o serviço.

Quando o garoto terminou de limpar o jardim, solicitou ao executivo a permissão para utilizar o telefone, no que foi prontamente atendido.

Contudo, o executivo não pôde deixar de ouvir a conversa. O garoto havia ligado para uma senhora e perguntara:

- “A Senhora está precisando de um jardineiro?”.

- “Não. Eu já tenho um, respondeu”.

- “Mas além de aparar, eu também tiro o lixo”.

- “Isso o meu jardineiro também faz”.

- “Eu limpo e lubrifico todas as ferramentas no final do serviço”, disse o garoto.

- “Mas o meu jardineiro também  faz isso”.

- “Eu faço a programação de atendimento o mais rápido possível”.

- “Não, o meu jardineiro também me atende prontamente”.

- “O meu preço é um dos melhores”, rebateu o jovem jardineiro.

- “Não, muito obrigada! O preço do meu jardineiro também é muito bom”.

Desligando o telefone, o executivo lhe disse:

- “Meu rapaz, você acabou de perder um cliente”.

- “Não, respondeu o garoto. Eu sou o jardineiro dela. Eu apenas estava medindo o quanto ela estava satisfeita”.

Os dalits nossos de cada dia

terça-feira, 29 de junho de 2010

Meu amigo, minha amiga, peço a sua especial atenção para o texto abaixo. Ao terminar a leitura, deixe o seu comentário.

A palavra indiana dalit significa quebrado, esmagado, oprimido.

Para os indianos pertencentes às castas, os dalits representam a poeira nos pés de Deus.

São os párias, os proscritos, cuja vida é regida por um sistema de apartheid.

Até o esbarrar em suas sombras pode poluir o corpo e a alma dos homens de casta.

Os dalits não podem orar nos templos, e nas escolas não lhes é dado o direito de entrar em sala de aula; se entram, só podem se sentar nas últimas fileiras.

A voz deles quase nunca é ouvida.

Por isso os dalits são quase sempre analfabetos e a taxa de mortalidade infantil entre eles chega a 10%.

São os últimos no ranking social e sequer são considerados como parte do sistema.

Esta realidade foi mostrada na novela “Caminho das Índias”, da TV Globo.

É um claro exemplo de discriminação.

Talvez nos espante o tratamento dado aos dalits, mas nos esquecemos de olhar os dalits do nosso cotidiano.

Esquecemos que, muitas vezes, também somos acometidos de uma cegueira preconceituosa causada pela nossa prepotência.

O psicólogo Fernando B. Costa é autor de uma tese de mestrado muito reveladora sobre a invisibilidade social.

Ele vestiu um uniforme de gari e por oito anos varreu um campus universitário, para observar o tratamento dispensado aos profissionais que exerciam trabalho braçal mal remunerado naquele local.

Essas pessoas pareciam invisíveis, eram os nossos dalits, aqueles que varriam as ruas, recolhiam os tocos de cigarro, as fezes dos cachorros, enfim, faziam o trabalho considerado sujo e não apropriado para quem tem acesso à informação, faz faculdade, conquista um emprego e tem chance de ascender na escala social.

Os invisíveis jamais recebiam um bom-dia, um sorriso, um olhar, uma conversa amistosa…

O autor da tese concluiu que, naquele ambiente, as funções sociais eram mais valorizadas do que os indivíduos.

Quem tratamos como dalits no nosso dia a dia?

Comece a prestar atenção nas ruas e perceba a reação de algumas pessoas se um mendigo se aproxima ou se uma criança pede um lanche.

A maioria finge que não vê, muda de calçada, alguns até soltam palavras de ódio contra quem ousa lhes dirigir a palavra.

Nas empresas acontece o mesmo.

Vamos repensar como estão as nossas relações interpessoais? Como exercemos o poder? Como pedimos aos boys para fazer suas tarefas? Cobramos sem ensinar? Como tratamos a moça do café, a que limpa os banheiros, o funcionário novato que não conhece as regras da empresa?

Nós não transformamos em dalits somente os que exercem as funções mais humildes, mas também nossos pares. Quem escolhemos para ser nosso saco de pancadas, a quem estendemos o dedo acusador só por crueldade?

Ninguém é permanentemente generoso.

Nós também somos sádicos e perversos, bichos raivosos prontos para atacar, principalmente quem não pode, por mero instinto de sobrevivência, se defender…

Para refletir: será que é possível fazer uma autoanálise consciente para ter mais respeito, empatia, compaixão?

Não se engane: cada um de nós também é um dalit para alguém, quando:

a) Um novo profissional exerce o mesmo cargo que o seu e entra na empresa ganhando o dobro do seu salário;

b) O Diretor não o convida para o fim de semana na casa de praia, mas convida todo o resto do seu grupo;

c) Aquele trainee trata você com arrogância e nem quer saber o que você pode lhe ensinar;

d) Na reunião, o cliente só olha para os outros sócios e não presta atenção no que você diz;

e) Você se sente um estranho no ninho em um determinado ambiente;

f) Em uma roda social, você percebe que alguém faz uma ironia ou ignora a sua presença;

g) Você é discriminado pela sua cor, posição social ou postura política.

Ninguém quer ser invisível nem quer ser ignorado.

A indiferença é para muitos uma espécie de morte moral.

A sobrevivência saudável também precisa de atenção, elogios, reconhecimento e respeito.

Autoria:Lena Almeida e Eunice Mendes – consultoras sênior do Instituto MVC

O presente das rosas

terça-feira, 29 de junho de 2010

Três homens, sendo um ingrato, um conformado e um generoso, foram visitados, no mesmo instante e local, por um Gênio saído da lâmpada.

Diante do inusitado um deles falou:

- Gênio, que nos trazes?

- Rosas! – Disse o Gênio.

E abrindo seu manto mágico, dele retirou três lindos buquês de rosas, que ofereceu aos visitantes, entregando um para cada.

Antes de partir, olhou-os fixamente, percebendo algum desapontamento por conta da simplicidade de sua oferta, justificou-se:

- Rosas … porque elas são jóias de Deus: deixam a vida mais rica e bela!

Os homens se entreolharam surpresos e, após se despedirem, cada um seguiu seu destino, dando finalidade diferente ao presente recebido.

O ingrato, maldizendo sua falta de sorte por haver encontrado um Gênio e dele recebido apenas flores, jogou-as num rio próximo.

O conformado, embora entristecido pela singeleza do presente, levou-as para casa, depositando-as num jarro.

O generoso, feliz pela oportunidade que tinha em mãos, decidiu repartir seu presente com os outros.

Foi visto pela cidade distribuindo rosas, de ponta a ponta, com um detalhe: quanto mais rosas ofertava, mais seu buquê crescia de tamanho, beleza e perfume.

Ao final, retornou para casa com uma carruagem repleta de rosas.

No dia seguinte, no mesmo local e instante, os três homens se reencontraram e, de súbito, ressurgiu o Gênio da véspera.

- Gênio, que desejas? – disse um deles.

- Que as vossas rosas se transformem em jóias! – disse o Gênio.

Desta forma, o homem generoso encontrou em casa uma carruagem repleta de jóias, extraordinariamente belas, tornando-se rico comerciante.

O homem conformado, retornando imediatamente para seu lar, encontrou, pendurado sobre o jarro onde depositara as rosas, um lindo e valioso colar de pérolas.

Resignou-se em ofertá-la para sua esposa.

O homem ingrato, dirigindo-se ao lugar onde jogara o buquê de rosas, viu, refletindo sobre as águas, um brilho intenso, próprio de jóias valiosas, que sumiram de seus olhos quando se atirou ao rio no propósito de alcançá-las.

Quer melhorar a memória? Emagreça.

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Você acredita se eu disser que perder peso ajuda a melhorar a memória? É  o que sugere um estudo realizado pelo serviço de geriatria do Hospital das Clínicas de São Paulo.

Foram avaliados 22 idosos com idade média de 65 anos e com índice de massa corporal maior do que 30, que já indica obesidade.

No início da pesquisa, eles realizaram testes específicos para avaliar diferentes domínios da memória, como uso das palavras, capacidade de seguir orientações para realizar tarefas e memória de curta duração, como por exemplo, lembrar de palavras e figuras vistas pouco tempo antes.

Durante seis meses, esses idosos tiveram acompanhamento nutricional e realizaram atividades físicas.

Depois desse período, repetiram testes de memória.

Aqueles que perderam mais peso (ao menos 5% do peso inicial) apresentaram melhoras mais significativas no resultado das provas.

Portanto, emagreça e melhore a sua memória.

Aproveitando o clima de Copa do Mundo

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Hoje (28/06/2010) o Brasil enfrenta o Chile na Copa do Mundo que está sendo realizada na África. Não sei o resultado. O jogo será a tarde e escrevo este post pela manhã.

Eu pergunto ao amigo e à minha amiga:

Você se lembra do goleiro da seleção do Chile, Rojas? Não? Mas provavelmente se lembra de um jogo entre o Brasil e o Chile no Maracanã nas eliminatórias para a Copa do Mundo de 1990. Também não?

Se o futebol não está entre suas preferências ou se simplesmente você esqueceu, um lance desta partida poderá refrescar sua memória: Quando o Brasil vencia o jogo por um a zero, um sinalizador foi lançado por uma torcedora no gramado, perto de Rojas, que simulou ter sido atingido por esse “foguete”.

Rapidamente, a comissão técnica da seleção chilena o levou ao vestiário, cortaram seu rosto para que parecesse atingido e assim a partida foi suspensa.

A seleção brasileira foi prejudicada, mas examinando esse sinalizador usado pela Marinha, constataram que não poderia tê-lo machucado.

Assistindo o tape da partida, a FIFA chegou à conclusão que ele não tinha sido atingido.

A vitória foi dada ao Brasil, que assim se classificou para a Copa.

O Chile foi afastado das competições durante quatro anos e o goleiro, expulso do futebol.

Em toda essa história, Rojas foi quem ficou com a pior parte.

Não podendo mais trabalhar, passou por dificuldades financeiras e foi ridicularizado.

Os brasileiros na época estavam furiosos com os chilenos e não queriam nem ouvir falar o nome do goleiro.

No entanto, o São Paulo F. C., pouco tempo depois, tomou uma atitude interessante e ao mesmo tempo curiosa: o clube contratou Rojas como preparador de goleiros.

Tendo em vista que ele era bom goleiro, esqueceu de todo o mal que proporcionou a nós, brasileiros, com aquele episódio no Maracanã.

Certamente, se ele pudesse voltar atrás, não faria o que fez novamente, principalmente pela atitude de perdão demonstrada pelo São Paulo.

A atitude do São Paulo de não pagar um mal com outro, deveria ser seguida por todos.

A vingança não apaga mágoas mas deixa um vazio ainda maior no coração do homem.

Quando alguém procura nos prejudicar, devemos retribuir-lhe fazendo o bem e perdoando.

Parece difícil, mas essa atitude constrange o agressor e faz com que em nosso interior haja paz.

Essa atitude pode fazer de um inimigo, um grande amigo.

Os resultados também aparecem em sua vida e os frutos serão colhidos.

Veja novamente o exemplo do São Paulo – tem um grande goleiro que é o Rogério.

Será que ele é somente um bom goleiro ou por trás de seu sucesso existe o trabalho de treinamento feito pelo preparador de goleiros, Rojas?

Experimente perdoar e você vai descobrir que pagando o mal com o bem é muito melhor!

O preço da inteligência

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Todos os parentes estavam juntos na sala de espera do hospital, onde um membro da família se encontrava muito doente.

Finalmente o médico entrou com uma expressão cansada e sombria.

“Receio que tenha más notícias” – disse ele, ao olhar para os rostos preocupados de todos os familiares.

“A única esperança neste momento para a pessoa que amam, é um
transplante de cérebro.”

“É um procedimento experimental muito arriscado, mas é a única esperança e, é claro, vocês terão que pagar pelo cérebro.”

Os familiares sentaram-se, silenciosos, enquanto assimilavam a notícia.

Depois de um longo tempo, alguém perguntou:

“Bem, doutor, quanto custa um cérebro?”

O médico respondeu rapidamente:

“R$5.000 para um cérebro masculino, e R$200 para um cérebro feminino.”

O momento tornou-se inusitado.

Homens presentes na sala tentaram não sorrir, evitando contato visual com as mulheres, mas alguns deram pequenas
risadinhas.

Um homem, não conseguindo controlar sua curiosidade, fez a pergunta que todos queriam fazer:

“Porque o cérebro masculino é tão mais caro, doutor?”

O médico sorriu pela inocência do homem e explicou para todo o grupo:

“O preço do cérebro feminino é baixo porque ele foi realmente usado!”


Shopping Center de maridos

sexta-feira, 25 de junho de 2010

Você conhece esta? É ótima!

Havia um “Shopping Center de Maridos”, onde as mulheres podiam escolher o seu marido entre várias opções de homens.

O shopping tinha cinco andares, sendo que as qualidades dos homens cresciam nos andares mais altos. A única regra era que uma vez em um andar, não se poderia mais descer  deveria escolher um homem do andar, subir ao próximo ou ir embora.

PRIMEIRO ANDAR –

Um aviso na porta dizia: “Os homens deste andar trabalham e gostam de crianças”.

Uma das amigas disse para a outra: “Bem, é melhor do que ser desempregado ou não gostar de crianças, mas como serão os homens do próximo andar?”.

Então elas subiram as escadas.

SEGUNDO ANDAR –

Os homens deste andar trabalham, têm excelentes salários, gostam de crianças e são muito bonitos”.

“Viu só?” – diz uma delas – “Como serão então os homens do próximo andar?”

Então elas subiram as escadas.

TERCEIRO ANDAR –

“Os homens deste andar trabalham, têm excelentes salários, gostam de crianças, são muito bonitos e ajudam no serviço doméstico “.

“-NOSSA!” – diz a mulher – “Muito tentador, mas como serão os homens do próximo andar?” Então elas subiram as escadas.

QUARTO ANDAR –

“Os homens deste andar trabalham, têm excelentes salários, gostam de crianças, são muito bonitos, ajudam no serviço doméstico e são ótimos amantes”.

“Meu Deus…pense! O que será que nos aguarda no quinto andar!!!” E então elas subiram até o quinto e último andar.

QUINTO ANDAR –

A placa na porta do andar VAZIO dizia: “Esse andar serve somente para provar que é impossível satisfazer as mulheres.

Por favor, siga até a saída e tenha um bom dia”.