Arquivo de novembro de 2010

PENSAMENTO DO DIA: “Haverá um dia, em que o homem conhecerá o íntimo dos animais. Neste dia, um crime contra um animal, será considerado um crime contra a própria humanidade.” (Leonardo Da Vinci, artista, cientista e arquiteto do século XVI”)

terça-feira, 30 de novembro de 2010

É um ritual religioso mas tenebroso: O Islã na luta pelos direitos dos animais. (AS CENAS SÃO FORTES! CHOCANTES! MAS NECESSÁRIAS!!!)

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Refeição ritual mancha de vermelho as ruas do Cairo

CAIRO – Nunca é fácil ser um ativista dos direitos dos animais no mundo árabe. Mas no Eid al Adha -a festividade religiosa islâmica que mancha as ruas de vermelho com o sangue de cordeiros, vacas e camelos abatidos- isso é um pesadelo.

“-Ah, não posso suportar”, gritou Amina Abaza. “O islã é todo compaixão, mas não a praticamos!”

A agitada Abaza, 55, há uma década, faz campanha para que os animais sejam poupados ou, pelo menos, abatidos com métodos mais humanos.

O cenário no bairro proletário de Sayyida Zeinab, em 16 de novembro, era bastante típico: camelos urravam enquanto açougueiros encharcados de sangue derrubavam dúzias de animais no chão e cortavam seus pescoços, para admiração da multidão.
Moradores saíam à janela para ver e aplaudir ou para tirar fotos com o celular.
Crianças metiam a mão no sangue e besuntavam umas às outras; adolescentes ajudavam a retirar as tripas ainda fumegantes das carcaças. Pisoteando o sangue coagulado, muita gente se aglomerava para comprar a carne recém-abatida para a refeição ritual dessa data.

Para a maioria dos muçulmanos, a celebração é um momento feliz, com um tema caridoso. Conforme a tradição, um terço da carne abatida é dado a parentes, e um terço aos pobres.
É um bom presente no Egito, onde a carne está ficando mais cara, inacessível a muitas famílias.

O que incomoda Abaza e outros ativistas não é o princípio do Eid al Adha, a Festa do Sacrifício -que celebra a passagem em que Deus autoriza Abraão a abater um carneiro em vez do seu próprio filho. Eles, tampouco, se opõem ao abate de animais propriamente dito (Abaza não é vegetariana).
Eles se queixam é de que muitos açougueiros não seguem nem as próprias escrituras islâmicas: que o animal não deve ser maltratado e não deve ver ou ouvir outros animais sendo mortos.

“Se você quiser dar uma boa imagem aos muçulmanos e ao Alcorão, para que fazer isso?”, disse Abaza. “Por que nós, muçulmanos, é que somos conhecidos por esse tipo de comportamento?”

Abaza e um contingente pequeno, mas crescente, de colegas já colhem resultados.
Em 2006, ela ajudou um repórter australiano a filmar um abatedouro com uma câmera escondida.
A reportagem causou escândalo na Austrália, e, logo depois, o governo de lá suspendeu o embarque de ovelhas vivas para o Egito.

“-As pessoas acham que estamos atacando o islã”, disse ela. “Acusam a gente de ser americano, judeu, maçom.”

Quando ela criou, em 2001, a sua organização, chamada Sociedade para a Proteção dos Direitos dos Animais no Egito, sua retórica era, em grande parte, emprestada de grupos similares ocidentais.

“-Então, descobri que há direitos dos animais no islã”, afirmou ela. “Quando começamos a usar os argumentos islâmicos, eles não nos atacaram tanto.”

Por ROBERT F. WORTH (The New York Times)

Segredo de Gerson não eleva audiência de “Passione”

terça-feira, 30 de novembro de 2010

A revelação do segredo (?) de Gerson (Marcelo Antony), em “Passione”, não conseguiu elevar os índices de audiência da Globo.

O momento mais esperado da trama de Silvio de Abreu não surpreendeu. Nesta segunda-feira (29), “Passione” marcou média de 38 pontos no Ibope da Grande São Paulo.

O recorde da novela até o momento é de 42 pontos e foi conquistado com a morte de Saulo (Werner Schunemann). Na segunda-feira da semana passada, “Passione” marcou média de 40 pontos no Ibope.

Vale ressaltar que o capítulo exibido ontem ainda mostrou a morte de Myrna, que foi outro momento importante da trama.

A revelação

O piloto revelou que comprava muitas revistas de sexo e que tudo que era pervertido o excitava: “Primeiro foram as revistas. Depois, com imagens explícitas. Era um prazer enorme me esconder para olhar aquilo”, disse.

Gerson contou que era atraído pelo cheiro dos banheiros públicos. Ele disse que foi muitas vezes aos famosos “banheirões” para ver homossexuais fazendo sexo e que o cheiro do local era o que mais o excitava. (Ah, ah, ah, essa é ótima, hein!?). Que imaginação fantástica tem o glorioso Silvio de Abreu que afirma, serem as novelas de hoje, melhores do que as de décadas passadas. Bom, acho que ele tem razão nos quesitos: SACANAGEM e MAU-CARATISMO! Essa novela é um verdadeiro CURSO SUPERIOR sem direito a diploma!

Agora, admirável mesmo é o glorioso Fred, hein!? Ele entende de tudo! Conhece profundamente os meandros dos sistemas de vigilância, mecanismos dos elevadores, etc., etc.!! Esse sim é “o cara” !!!

Ô novelinha safada!!!

 

Policial ou bandido?

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Policiais destruíram TVs durante revista no Complexo do Alemão, zona norte do Rio de Janeiro, dizem moradores.

No final de 2009, numa festa da empresa, Márcio ganhou num sorteio uma TV de LCD de 32 polegadas. Para receber o bem mais valioso da casa, sua mulher mandou pintar as paredes e comprou um móvel novo.

Ontem, ao voltar para o imóvel no Complexo do Alemão, o casal chorou ao encontrar o prêmio com a tela furada, bem no meio.

Segundo Flávia, a mulher, que pediu para não ter seu sobrenome divulgado, o buraco na tela foi feito pelo fuzil de um dos policiais, conforme relatos de vizinhos.

No domingo, o comandante-geral da PM, Mário Sérgio Duarte, ordenou que seus homens revistassem todas as casas “rua por rua, beco por beco, buraco por buraco”.

Moradores também têm denunciado a existência de corpos na mata que divide os complexos do Alemão e da Penha. De acordo com eles, policiais impedem a entrada de famílias para procurar os corpos.

Segundo os moradores, 60 homens morreram na fuga da Vila Cruzeiro para o morro do Alemão, na tarde de quinta. A polícia conta três mortes desde quinta na operação.

Tem mais esta:

Ronai Braga (foto ao lado), morador da Vila Cruzeiro, acusa a polícia do Rio de ter arrombado sua casa e levado R$ 31 mil.  Policial assaltando?

Inacreditável ontem(29/11) foi assistir no “JORNAL NACIONAL“  cenas onde os moradores do Complexo do Alemão, SAQUEAVAM as casas abandonadas pelos traficantes, furtando até as torneiras. Sim, FURTANDO! Ou no caso não se trata de FURTO? Lógico que é FURTO! Não importa a quem pertenciam, como foram adquiridos ou com que dinheiro. Todos os pertences dos marginais deveriam ficar protegidos e à disposição da JUSTIÇA que determinaria o seu fim! 

PERGUNTAR NÃO OFENDE: “-Espantam-se quantos assistiram pela televisão as imagens daquele monte de traficantes fugindo pelo meio do mato, da Vila Cruzeiro para o Complexo do Alemão. Porque eram, conforme os cálculos da polícia, pelo menos QUATROCENTOS. Somados a outros em igual ou maior número, instalados no Alemão, chegariam a quase MIL, comprovadamente delinqüentes. Como explicar que dois dias depois, na segunda operação, bem mais ampla, nem CEM deles foram presos?”

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Um ator revela a cena artística de Nova York

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Romancista, músico, colecionador -ah, comediante também

Caminhando numa recente tarde de sol por Manhattan, Steve Martin parecia um astro de cinema mal disfarçado, com óculos escuros e um chapéu de feltro cinza-carvão cobrindo sua familiar cabeleira branca.

Mas, uma vez dentro da Gagosian Gallery, uma das mais poderosas galerias de Nova York, ele tirou o casaco, revelando um terno escuro, gravata vinho e sapatos perfeitamente engraxados, que davam a ele a aparência de um dos marchands descritos no seu novo romance.

Martin estava lá para falar do seu livro, “An Object of Beauty” (“Um objeto de beleza”), que aproveita décadas de observação pessoal sobre o mundo da arte em Manhattan.

O ator é colecionador de longa data. Há marchands como Larry Gagosian e William Acquavella, cujas galerias fazem aparições recorrentes no romance, entre seus amigos.
Mas Martin assegura não ser autoridade no tema e, às vezes, parece mais confortável falando sobre livros de arte do que sobre obras de arte. “Não sou especialista”, afirmou, na sua sinceridade cortante. “Acreditem, vocês não precisam de mim.”

Aos 65 anos, ele já não faz mais “stand-up comedy“, mas continua sendo um comediante que atua costumeiramente como músico e autor de livros infantis, ensaios e romances.

No ano que vem, participará de um filme sobre observação competitiva de pássaros, “The Big Year“, e lançará um disco de banjo, “Rare Bird Alert“.

Martin se encantou pela arte na faculdade e aprendeu o básico com um amigo artista e com um marchand dono de uma grande biblioteca. Viajando pelos EUA com seus shows, parava em museus, geralmente em cidades universitárias, e comprava livros. “Tenho a teoria de que algumas pessoas nascem para isso, outras adquirem”, disse ele. “E eu adquiri.”

Ele começou o romance há dois anos, usando como referência livros da sua própria coleção. Examinou particularmente os catálogos da Sotheby’s e da Christie’s, além de pelo menos três livros sobre Maxfield Parrish, pintor americano do século 20, destacado no romance.

Nomes reais são salpicados pelo livro, em parte para evitar que os leitores fiquem pensando qual personagem fictício corresponde a qual pessoa.
Parte da razão para escrever sobre arte, disse Martin, foi o desafio de capturar um mundo que ainda lhe é um pouco estrangeiro. Isso vem de um homem que já foi dono de uma pintura de Edward Hopper, “Hotel Window,”(foto)  vendida na Sotheby’s em 2006 por US$ 26,8 milhões.
“O pano de fundo do livro é o mundo da arte“, disse. “E a razão pela qual escolhi o mundo da arte é que eu sabia o suficiente a respeito, mas não sei tudo a respeito. E eu gosto disso. Eu poderia ter escolhido como pano de fundo o ’show business’, mas sinto que sei demais a respeito.”

Por JULIE BOSMAN

Projeto de R$ 250 milhões para construir aquário gera protestos no Ceará. Casa pra peixe? Não seria melhor casa pra cearense pobre, governador?

terça-feira, 30 de novembro de 2010

O governo do Ceará promete construir o maior aquário da América Latina, com tanques com capacidade para 15 milhões de litros. A obra ainda não começou –será iniciada até o final do ano, segundo o secretário de Turismo, Bismarck Maia–, mas o projeto, de R$ 250 milhões, já causa polêmica.

Na campanha eleitoral, o governador reeleito Cid Gomes (PSB) foi criticado por investir em uma atração turística num Estado pobre.

Estudantes da Uece (Universidade Estadual do Ceará) lançaram a campanha “Quem dera ser um peixe” –em referência ao investimento no aquário– e pedem verbas para a universidade.

Organizações sociais também criticam a ideia. “Em um Estado em que uma parcela significativa da população tem direitos básicos negados, o governo não pode se dar ao luxo de pegar um valor alto e aplicar em uma única obra“, diz Clézio Freitas, economista da ONG Cedeca, que defende os direitos da criança e do adolescente.

Fonte: Folha

NOTA DO BLOG:

O Cid Gomes prometeu, durante a campanha, que se reeleito construiria o aquário. O povo não o reelegeu? Agora reclamam? Como já disse alguém: “cada povo tem o governo que merece!”

Num país onde dados estatísticos NUNCA foram confiáveis, dá para acreditar que somos EXATOS 190.732.694 habitantes? Conta outra, IBGE!!!

terça-feira, 30 de novembro de 2010