Arquivo de janeiro de 2012

Pesquisa DATAFOLHA revela que “MAIORIA aprova fim das sacolinhas em SP”. ETA POVO MENTIROSO!!!

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Charge: Jean Galvão

NOTA DO BLOG:

Pelo resultado, salvo melhor juízo, o DATAFOLHA deve ter entrevistado pessoas ligados ao meio supermercadista e ao governo (hehehe). Qualquer cidadão minimamente inteligente sabe que com essa proibição de uso das sacolas plásticas, quem menos ganha é o PLANETA e quem muito perde é o CONSUMIDOR que terá agora de alojar o seu lixo em SACOS PLÁSTICOS comprados a preços nada razoáveis ou colocá-lo na rua como antigamente, em grandes latas  utilizadas como LIXEIRAS. Lembra?

Pesquisa atesta que 94% das pessoas reutilizam as sacolas plásticas trazidas dos mercados, principalmente para armazenar o lixo doméstico.

Os donos de supermercados estão rindo “de orelha a orelha”.

“MALHAÇÃO”: Um curso de malandragem! Faz parte do “Padrão Globo de Qualidade”.

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

NOTA DO BLOG:

A Globo poderia aproveitar esses jovens e talentosos atores e atrizes e fazê-los participar de algo mais útil para os telespectadores adolescentes. Da forma atual, a tal “Malhação” realmente não passa de um curso superior de “sacanagem” e “mau-caratismo”. É LAMENTÁVEL.

ELES NÃO PAGAM DÍVIDA NENHUMA!!! A dívida externa de Cuba é maior que seu PIB e os irmãos Castro não pagam a ninguém. Vira doação qualquer novo empréstimo, como os US$ 683 milhões liberados por Dilma. Cuba deve US$ 8 bilhões ao Japão, US$ 8 bilhões à Espanha, US$ 2 bilhões a Argentina etc., etc.

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

                                              OS IRMÃOS CASTRO: RAUL E FIDEL

Fonte: coluna Claudio Humberto

ELA NÃO MENTE NUNCA!!!

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Charge: Sponholz

Garantia estendida: pense bem antes de contratar

terça-feira, 31 de janeiro de 2012
É comum, na maioria das lojas, oferecerem a garantia estendida. Aproveitando do momento de uma certa empolgação do consumidor, que acaba de comprar um novo eletrodoméstico ou eletroeletrônico, o vendedor com um largo sorriso no rosto apresenta a possibilidade de o produto adquirido tenha um tempo mais longo de garantia, bastando apenas “pagar um pequeno valor” a mais na hora da compra e assinar um “contrato sem importância”. Mas, antes de contratar a garantia estendida, é bom ficar atento, pois trata-se de um tipo de seguro e, como tal, possui cláusulas de exclusão de cobertura.
SEGURO QUE ESTENDE A GARANTIA DO FABRICANTE

Quando a finalidade da garantia estendida é aumentar o tempo do prazo da garantia do fabricante, ela começa a valer após o prazo da garantia contratual do produto e possui as mesmas coberturas. Isso significa que é necessário ler a garantia do fabricante para saber:
 
 
- Quais os direitos que você terá ao contratar a garantia estendida;
- Qual o prazo da garantia do fabricante;
- Quando começa a valer a garantia estendida;

- Outras informações importantes sobre as condições gerais do contrato, como o que está ou não garantido, quais as condições para o cancelamento do contrato, etc.
 
 
 
SEGURO QUE COMPLEMENTA A GARANTIA DO FABRICANTE

Nesse caso, o seguro vai cobrir danos que a garantia do fabricante não cobre. Portanto, é importante verificar o que o contrato de seguro de garantia complementar oferece e comparar com o da garantia dada pelo fornecedor, para saber se é interessante ou não contratar.
 
 
EXCLUSÕES: FIQUE ATENTO!

Nos contratos de garantia estendida, usualmente estão descritas muitas situações em que não há cobertura para o produto. É muito importante avaliá-las.
 
Muitos consumidores só tomam conhecimento destas exclusões quando tentam utilizar a garantia complementar e tem seu pedido recusado pela seguradora ou porque não tiveram acesso ao contrato e às condições da apólice (não recebeu o contrato) ou porque não leram atentamente o que seria coberto ou não.
 
Por isso, antes de contratar, não deixe de se informar sobre as exclusões, exija e leia as “Condições Gerais do Seguro” para não ter surpresas, pois muitas vezes o que o vendedor oferece pode ser diferente do que realmente consta no contrato. Em geral, as desvantagens e riscos não são informadas.
 
Fonte: PROCON-SP

OS CANALHAS NOS ENSINAM MAIS

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Nunca vimos uma coisa assim. Ao menos, eu nunca vi. A herança maldita da política de sujas alianças que Lula nos deixou criou uma maré vermelha de horrores. Qualquer gaveta que se abra, qualquer tampa de lata de lixo levantada faz saltar um novo escândalo da pesada. Parece não haver mais inocentes em Brasília e nos currais do País todo. As roubalheiras não são mais segredos de gabinetes ou de cafezinhos. As chantagens são abertas, na cara, na marra, chegando ao insulto machista contra a presidente, desafiada em público. Um diz que é forte como uma pirâmide, outro que só sai a tiro, outro diz que ela não tem coragem de demiti-lo, outro que a ama, outro que a odeia. Canalhas se escandalizam se um técnico for indicado para um cargo técnico. Chego a ver nos corruptos um leve sorriso de prazer, a volúpia do mal assumido, uma ponta de orgulho por seus crimes seculares, como se zelassem por uma tradição brasileira.

Temos a impressão de que está em marcha uma clara “revolução dentro da corrupção”, um deslavado processo com o fito explícito de nos acostumar ao horror, como um fato inevitável. Parece que querem nos convencer de que nosso destino histórico é a maçaroca informe de um grande maranhão eterno. A mentira virou verdade? Diante dos vídeos e telefonemas gravados, os acusados batem no peito e berram: “É mentira!” Mas, o que é a mentira? A verdade são os crimes evidentes que a PF e a mídia descobrem ou os desmentidos dos que os cometeram? Não há mais respeito, não digo pela verdade; não há respeito nem mesmo pela mentira.

Mas, pensando bem, pode ser que esta grande onda de assaltos à Republica seja o primeiro sinal de saúde, pode ser que esta pletora de vícios seja o início de uma maior consciência critica. E isso é bom. Estamos descobrindo que temos de pensar a partir da insânia brasileira e não de um sonho de razão, de um desejo de harmonia que nunca chega.

Avante, racionalistas em pânico, honestos humilhados, esperançosos ofendidos! Esta depressão pode ser boa para nos despertar da letargia de 400 anos. O que há de bom nesta bosta toda?

Nunca nossos vícios ficaram tão explícitos! Aprendemos a dura verdade neste rio sem foz, onde as fezes se acumulam sem escoamento. Finalmente, nossa crise endêmica está em cima da mesa de dissecação, aberta ao meio como uma galinha.

Vemos que o País progride de lado, como um caranguejo mole das praias nordestinas. Meu Deus, que prodigiosa fartura de novidades sórdidas estamos conhecendo, fecundas como um adubo sagrado, tão belas quanto nossas matas, cachoeiras e flores. É um esplendoroso universo de fatos, de gestos, de caras. Como mentem arrogantemente mal! Que ostentações de pureza, candor, para encobrir a impudicícia, o despudor, a mão grande nas cumbucas, os esgotos da alma.

Ai, Jesus, que emocionantes os súbitos aumentos de patrimônio, declarações de renda falsas, carrões, iates, piscinas em forma de vaginas, açougues fantasmas, cheques podres, recibos laranjas de analfabetos desdentados em fazendas imaginárias.

Que delícia, que doutorado sobre nós mesmos!… Assistimos em suspense ao dia a dia dos ladrões na caça. Como é emocionante a vida das quadrilhas políticas, seus altos e baixos – ou o triunfo da grana enfiada nas meias e cuecas ou o medo dos flagrantes que fazem o uísque cair mal no Piantella diante das evidências de crime, o medo que provoca barrigas murmurantes, diarreias secretas, flatulências fétidas no Senado, vômitos nos bigodes, galinhas mortas na encruzilhada, as brochadas em motéis, tudo compondo o panorama das obras públicas: pontes para o nada, viadutos banguelas, estradas leprosas, hospitais cancerosos, orgasmos entre empreiteiras e políticos.

Parece que existem dois Brasis: um Brasil roído por ratos políticos e um outro Brasil povoado de anjos e “puros”. E o fascinante é que são os mesmos homens. O povo está diante de um milenar problema fisiológico (ups!) – isto é, filosófico: o que é a verdade?

Se a verdade aparecesse em sua plenitude, nossas instituições cairiam ao chão. Mas, tudo está ficando tão claro, tão insuportável que temos de correr esse risco, temos de contemplar a mecânica da escrotidão, na esperança de mudar o País.

Já sabemos que a corrupção não é um “desvio” da norma, não é um pecado ou crime – é a norma mesmo, entranhada nos códigos, nas línguas, nas almas. Vivemos nossa diplomação na cultura da sacanagem.

Já sabemos muito, já nos entrou na cabeça que o Estado patrimonialista, inchado, burocrático é que nos devora a vida. Durante quatro séculos, fomos carcomidos por capitanias, labirintos, autarquias. Já sabemos que enquanto não desatracarmos os corpos públicos e privados, que enquanto não acabarem as emendas ao orçamento, as regras eleitorais vigentes, nada vai se resolver. Enquanto houver 25 mil cargos de confiança, haverá canalhas, enquanto houver Estatais com caixa-preta, haverá canalhas, enquanto houver subsídios a fundo perdido, haverá canalhas. Com esse Código Penal, com essa estrutura judiciária, nunca haverá progresso.

Já sabemos que mais de R$ 5 bilhões por ano são pilhados das escolas, hospitais, estradas. Não adianta punir meia dúzia. A cada punição, outros nascerão mais fortes, como bactérias resistentes a antigas penicilinas. Temos de desinfetar seus ninhos, suas chocadeiras.

Descobrimos que os canalhas são mais didáticos que os honestos. O canalha ensina mais. Os canalhas são a base da nacionalidade! Eles nos ensinam que a esperança tem de ser extirpada como um furúnculo maligno e que, pelo escracho, entenderemos a beleza do que poderíamos ser!

Temos tido uma psicanálise para o povo, um show de verdades pelo chorrilho de negaças, de “nuncas”, de “jamais”, de cínicos sorrisos e lágrimas de crocodilo. Nunca aprendemos tanto de cabeça para baixo. Céus, por isso é que sou otimista! Ânimo, meu povo! O Brasil está evoluindo em marcha à ré!

Autor: Arnaldo Jabor

30 de janeiro/1912 – 30 de janeiro/2012. Há exatos 100 anos nascia no distrito de Rodeio (hoje Engenheiro Paulo de Frontin), no Rio de Janeiro, Herivelto de Oliveira Martins, aquele que viria a ser um dos principais nomes da música popular brasileira.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

 Filho de Carlota de Oliveira e do agente ferroviário Félix Bueno, Herivelto Martins (foto abaixo) tornou-se conhecido pelas lindas composições e pelo tumultuado relacionamento com Dalva de Oliveira, cantora que dividia o palco com ele no Trio de Ouro, ao lado também de Nilo Chagas.

O pai, Félix Bueno, amava o teatro. E amava tanto que conduziu o filho para a vida artística o ensinando a tocar instrumentos, a se vestir adequadamente e a se comportar no palco. O ensinamento começou cedo. Aos três anos, Félix colocava Herivelto em cima de pequeno tablado para cantar versinhos como “Tenho 3 anos de idade/Nasci para namorar/Toda moça bonita que vejo/Me dá vontade de casar”. Já aos 9, Herivelto compôs o primeiro samba, Nunca mais. No total, foram cerca de 700 composições, entre tangos, sambas, marchas de carnaval, valsas e jongos africanos.

A infância e a juventude se dividiram entre a Barra do Piraí (RJ) e o Brás (SP), mas ele não se adaptou à vida de paulistano e, aos 18 anos, partiu rumo ao Rio. Na capital carioca, passou fome e fazia um bico de barbeiro no Morro de São Carlos nos fins de semana, para bancar o feijão à Camões (um prato de feijão preto com uma colher de arroz no meio), que era só o que ele podia pagar. E foi naquela barbearia da Zona Norte do Rio que o músico conheceu José Luís Costa, o Príncipe Pretinho (autor de Só para chatear, sucesso no carnaval de 1948). O sambista renomado o levou para um ensaio do conjunto de J.B. de Carvalho, grupo em que Herivelto conheceu Francisco Sena, seu companheiro na Dupla Preto e Branco. Depois que Sena morreu, Nilo Chagas entrou em seu lugar e, com a aparição de Dalva de Oliveira, formou-se o Trio de Ouro (foto abaixo), que estourou no rádio.

Com Dalva de Oliveira, Herivelto Martins viveu um intenso e turbulento amor nas décadas de 1930 e 1940. O relacionamento rendeu clássicos como Tudo acabado, Errei sim, Calúnia, Palhaço e Bom dia (esta, dizem, escrita em uma tampa de uma caixa de sapatos, durante uma fase de enorme dificuldade financeira). Um dia, Herivelto mandou pelo filho Pery Ribeiro o samba-canção Fracassamos para Dalva. Ela gravou a música no seu último compacto. A canção dizia “E quanta coisa juntos nós realizamos. Porém, agora, reconheço, fracassamos”. As brigas eram impulsionadas pela mídia da época, que se satisfazia com as composições e colocava mais lenha na fogueira da dupla de artistas.

Em 2010, a história do casal ganhou ares de ficção na minissérie Dalva e Herivelto, uma canção de amor, de autoria de Maria Adelaide Amaral, com a colaboração de Geraldo Carneiro e Letícia Mey. Em cinco capítulos, a história dirigida por Dennis Carvalho focou no drama vivido por Dalva e Herivelto e terminou com a morte da cantora, em 1972. “O final da minissérie foi bem fiel. Minha mãe pedia para o meu pai ir ao hospital, mas ele não queria ir. Eu, que conhecia meu pai, achava que ele estava morrendo de medo de ver aquela pessoa que ele tanto amou, e ainda amava, se despedir da vida. Ele não queria ver isso”, conta Pery.

“O Herivelto era um extraordinário compositor e um extraordinário ser humano. Infelizmente, aquela história que a TV Globo contou o deixou como o vilão e ele não era nada disso”, diz o escritor Sérgio Cabral, que lembrou um episódio da vida de Herivelto que poucos conhecem. “O Herivelto tinha um problema cardíaco sério e precisava fazer uma cirurgia e não tinha dinheiro, nem plano de saúde. O Chico Anysio soube e entregou a ele um cheque em branco assinado e disse: ‘Só me diz depois quanto foi’. E ele fez a cirurgia. Depois, o Herivelto me contou essa história chorando, emocionado com esse gesto. Além de genial ator e autor, Chico Anysio é uma pessoa muito especial.”

O legado

Vítima de embolia pulmonar, Herivelto Martins partiu em fevereiro de 1992, aos 80 anos. A ausência “física” do músico não foi superada pelo legado que ele deixou: composições inesquecíveis, regravadas nos quatros cantos do mundo. Aqui, no Brasil, Gabriel Azevedo decidiu celebrar o ídolo com o projeto Que rei sou eu? — O centenário de Herivelto Martins. Entre os dias 1º e 3 de março, ele e o grupo Casuarina convidam Áurea Martins, Nilze Carvalho e o Moyseis Marques para cantar algumas músicas do compositor fluminense, como Praça Onze, Isaura, Ave-Maria do morro e Segredo.

“A obra do Herivelto tem muita coisa. Ele fez tangos, modas de viola, mas neste projeto priorizamos o samba. Tenho certeza que esse evento, pelo menos aqui no Rio de Janeiro, dará um ‘start’ nas comemorações dos 100 anos do Herivelto. Resolvemos fazer os shows com esses convidados porque é como se fosse um tributo dessa geração da Lapa para o Herivelto. Mas ainda tem muita coisa para ser feita”, diz Gabriel.

A tradicional Banda de Ipanema também homenageará Herivelto no sábado de carnaval, porém, é uma das poucas lembranças previstas para comemorar o centenário. “Já tentamos produzir alguns shows, mas falta subsídio. Um projeto foi aprovado pela Lei Rouanet para fazer uma grande apresentação com a Orquestra Sinfônica de São Paulo e há quase dois anos buscamos patrocínio, mas não conseguimos nada ainda. Um trabalho em homenagem ao meu pai não pode ser simplesmente piano, baixo e bateria. É uma obra muito consistente, que merece cordas, violino, saxofone. E isso tem um custo. Não tenho a pretensão de fazer nada milionário, mas que fosse meio-termo, uma homenagem justa, honesta, sincera e condizente com a obra do meu pai. Acho que o grande público não está recebendo a obra do meu pai como poderia e deveria, o que é lamentável”, desabafa Pery Ribeiro.

» Samba quilométrico

 Em uma noite, no Cassino da Urca (RJ), Sebastião Prata, o Grande Otelo, procurou Herivelto Martins sugerindo uma música sobre o fim da Praça Onze, reduto tradicional das folias cariocas, que iria ser destruído para dar lugar à Avenida Vargas. Otelo chegou com a letra e Herivelto não aceitou por falta de tempo e por achar a letra muito grande. Depois de muita insistência, Herivelto fez uma versão mais “compacta” da obra, composta durante viagens de barca e apresentações em cassinos. A nova versão do samba deu certo e Praça Onze embalou o carnaval de 1942 na voz de Castro Barbosa e do Trio de Ouro.

Fonte: Correio Braziliense

SACOLAS PLÁSTICAS – O que há por trás do banimento

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

As grandes redes de supermercados no Brasil estão na mão de TRÊS empresas: uma americana, uma européia e uma brasileira.

Tanto na Europa como nos EUA a prática cultural é de “vender” as sacolas nas saídas de caixa e não de se “dar” as sacolas plásticas. No Brasil é o inverso, não se cobra pelas sacolas, independente do valor ou do volume da compra e até mesmo da quantidade de sacolas usadas.

Na verdade o SUPERMERCADO não quer eliminar as sacolas para SALVAR o PLANETA, quer ganhar DINHEIRO com a venda delas, ou seja, o que é CUSTO passa a ser RECEITA”, e com isso dar mais lucro para seus donos.

Entendeu agora porque os outros produtos plásticos não sofrem o mesmo problema da sacola? Embora feitos de plástico e acabem no lixão do mesmo jeito que a sacola, eles dão um bom lucro quando vendidos.

Para “fazer a cabeça” do povão os supermercados atacam em 3 frentes:

Governo:

Incentivar ($$$) prefeitos, vereadores, governadores e deputados para que criem leis e decretos proibindo as sacolas e também ameaçando os estabelecimentos com a cassação de alvarás e multas, tudo isso no sentido de desencorajar o uso das sacolas plásticas;

Mídia:

Você acha que TVs e jornais irão contra seus grandes anunciantes? Eles reportam escancaradamente através de “merchandising” em prol de uma ou outra grande rede e atacam as sacolas culpando-as por todos os tipos de problemas: enchentes, poluição, sufocamentos, desperdícios, etc.;

Modismo Ecológico:

Aproveitando-se do momento VERDE, embute-se como “salvador do planeta” qualquer coisa que seja tida como ecologicamente correta, ainda que não seja verdade, e por outro lado, como vilão qualquer coisa que ouse ser de opinião contrária, que neste caso são as sacolas plásticas.

Note que o supermercado NÃO CONDENA da mesma maneira as embalagens plásticas de bebidas, refrigerantes, produtos de limpeza, embalagens metálicas, latas, pilhas/baterias, absorventes higiênicos, fraldas descartáveis e etc., por causa do LUCRO que dão!!

FIQUE ATENTO

Os SUPERMERCADOS estão usando o meio-ambiente como desculpa para LUCRAR mais e quem vai PAGAR A CONTA somos nós.