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SÓ DÁ ELE NA MAIORIA DOS COMERCIAIS.

sexta-feira, 26 de abril de 2013

Quantas vezes o mundo vai acabar?

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Penso que só nós, humanos, podemos contar uma história que começa assim:

“Foi logo depois que o mundo acabou. As águas baixaram, a enorme arca encalhou no flanco de uma planície e a vida rotineira recomeçou com suas esperanças de sempre, inclusive a de poder, um dia, terminar…”

A arca de Noé não era um Titanic, embora o Titanic tivesse uma inconfundível inspiração mitológica. Mas o Titanic, aquele navio inafundável, fabricado com a certeza da ciência, submergiu. Enquanto a Arca — construída na base da fé — não soçobrou.

Por outro lado, o Titanic levava milionários num passeio luxuoso e imigrantes pobres que iam “fazer a América” naqueles velhos tempos que ela ainda podia ser feita.

É claro que ambos os navios tinham um povo escolhido que sobreviveria. No caso do Titanic, testemunhamos a sobrevivência habitual dos milionários e dos espertos. Os de terceira classe morreram tão escandalosamente que as regras foram drasticamente modificadas. O Titanic e a Arca de Noé representam, cada qual a seu modo, um fim de mundo.

A Arca, porém, como um instrumento de salvação, não podia afundar. Ela corrigia erros. Foi uma advertência e um recall do Criador para a humanidade.

Os filhos de Adão e Eva, híbridos de barro, carne, osso, sopro divino e bestialidade não iam dar certo. Para quem vive querendo começar a vida; para quem tem arrependimentos intransponíveis e gostaria de zerar sua existência, a passagem bíblica oferece um conforto: até mesmo o Criador — onisciente, onipotente e onipresente — teve seus momentos de dúvida. Valeu a pena criar um intermediário, um ser entre os animais e os anjos?

Não sabemos. O que se conhece, entretanto, é que sempre há um grupo que se imagina escolhido e, volta e meia, diz que o mundo vai acabar.

Os eleitos são salvos por alguma Arca de Noé ou foguete intergaláctico como nos velhos e esquecidos contos de Isaac Asimov e de Ray Bradbury. São os escolhidos que dão testemunho de como o mundo acabou e — graças a um profeta — foi refeito na esperança de um aperfeiçoamento moral que custa e, às vezes, chega.

No fundo, como diz a Dra. Camélia, uma psicanalista admiradora de antropologia, esses mitos não falam apenas do fim do mundo, falam — isso sim — da imortalidade dos eleitos. Daqueles que estão além do mundo porque seguiram regras morais mais fortes que o próprio mundo — esse planeta que, no fundo, é frágil e terminal se não segue algum mandamento.

Vi o mundo acabar muitas vezes, disse o professor. Primeiro pela água, depois pelo fogo, depois pelas bombas atômicas do Dr. Strangelove. De 1000 passarás, mas a 2000 não chegarás! Estávamos em 1948 e faltava tanto para o 2000 que eu me perdi. Afinal, havia muitas coisas mais importantes para pensar e fazer do que me preparar para o fim do mundo. E, no entanto, essa década de 2000 foi clara na demonstração de que eu era mais um náufrago, a ser salvo pela paciência e pela generosa ternura humana.

Por que será que, mesmo nestes tempos de utilitarismo racional e de realismo capitalista, tanta gente ainda acredita no fim do mundo?

Porque eles vão realizar uma façanha e tanto: vão sobreviver ao planeta e sentir aquela onipotência apocalítica típica dos dos milenaristas.

Mas, tirando as fantasias, o mito do fim do mundo revela também uma insatisfação permanente com a vida, tal como a experimentamos: com suas imperfeições, traições, picuinhas, faltas e covardias: com a impossibilidade de seguir os ideais.

Quem sabe, diz esse mito de fim de mundo, um dia tudo isso vai mudar e a vida neste mundo será justa e perfeita promovendo, enfim, o encontro da teoria com a prática?

No fundo, o ocidente progressista e capitalista que acumula cada vez mais dinheiro sempre foi tributário soluções finais para a vida.

Outros povos se satisfazem em aceitar o que reconhecem como parte e parcela de contradições impossíveis de escapar quando se vive em coletividade. Mas nós, crentes no desenvolvimento da espécie e nos estágios evolutivos, tendemos a confundir progresso técnico com avanço moral e pensamos que nossas bombas atômicas são superiores aos arcos e flechas dos nossos irmãos selvagens.

Neste sentido, o mito do fim do mundo seria também uma advertência ao nosso estilo de vida fundado num consumo e numa sofreguidão inesgotáveis. Um modo de dispor do planeta e dos seus recursos que impedem o seu reconhecimento humano.

Essa, penso, seria o centro dessa última onda de fim de mundo que acaba de passar. Um retorno apocalítico da totalidade num universo marcado por uma cosmologia brutalmente individualista.

Mal o professor pronunciou essas palavras e logo um aluno levantou a mão e perguntou: mas isso é mito ou realidade? Afinal, não estamos mesmo chegando ao final de um estilo de vida egoísta no qual pensamos cada qual em nós mesmos e todos apenas no nosso país?

O mito revela também uma insatisfação permanente com a vida, tal como a experimentamos: com suas imperfeições, traições, picuinhas, faltas e covardias.

por Roberto DaMatta,  antropólogo

EXERCITE-SE ANTES QUE O MUNDO ACABE (rsrs)

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

*** O MUNDO VAI ACABAR AMANHÃ? *** Alto Paraíso de Goiás, um município que estaria protegido do desastre previsto para 21 de dezembro.

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012
ET, Alto Paraíso de Goiás (Foto: Elisângela Nascimento/G1)Imagens de ETs fazem parte da decoração de hoteis de Alto Paraíso (Foto: Elisângela Nascimento/G1)

O esoterismo e as belezas naturais de Alto Paraíso de Goiás, a cerca de 410 km de Goiânia, transformaram a cidade em um dos principais destinos turísticos do estado.

Místicos, evangélicos ou até mesmo sem religião, empresários do Brasil e do exterior escolheram a região para montar seus próprios negócios. É o caso do bailarino francês Laurent Dauzou, de 49 anos. Após morar em vários países, ele mudou-se há cerca de dois anos de Paris para Alto Paraíso, onde possui uma escola de dança e ioga. “Esse lugar é mágico, muito especial”, define.

Cortada pelo paralelo 14, que também atravessa Machu Picchu, no Peru, Alto Paraíso está em cima de uma placa enorme de quartzo, de 4 mil metros quadrados, cercada por rochas e paredões. Segundo os místicos, esses fatores protegem a cidade de desastres naturais. Para eles, o fim do mundo acontecerá na próxima sexta-feira, dia 21 de dezembro, data que, de acordo com o calendário maia, encerra um ciclo de 5.125 anos.

Laurent afirma que a energia dos cristais facilita a “descoberta cósmica e a percepção da claridade espiritual”. Ele não acredita no fim do mundo e, sim, no início de uma nova fase da humanidade.

“No dia 21 de dezembro, vamos celebrar a entrada de uma nova era. Será o fim da confusão, dessa fase crítica atual, das forças espirituais do mal”, defende.

Laurent Dauzou, bailarino francês que montou uma escola de dança em Alto Paraíso de Goiás (Foto: Elisângela Nascimento/G1)
Francês, Laurent Dauzou tem uma escola de dança
em Alto Paraíso (Foto: Elisângela Nascimento/G1)

Embora não palpite sobre os tipos de catástrofes que podem ocorrer, o francês se diz certo de que Alto Paraíso está protegida. “Aqui, o ar está limpo, não tem terremoto. Se tiver tsunami, não vai atingir a cidade”, elogia.

No entanto, ele reconhece que nem todos se adaptam ao clima do local. “Se você está com a mente limpa, você fica bem. Mas se você estiver perturbado, aqui é muito difícil de ficar”, diz. O bailarino cita que chegou à cidade acompanhado da namorada, mas que ela ficou apenas uma semana com ele e foi embora.

“Conheci esse lugar em 2008 através de uma amiga, que é atriz e tem uma fazenda aqui. Vim porque queria pesquisar a matéria espiritual. Não podia aguentar a situação do mundo”, lembra.

Professora de dança da escola de Laurent, a norte-americana Amber Joy Rava nasceu em Nova York e também é só elogios a Alto Paraíso. “Vim pela primeira vez há sete anos e hoje me divido entre essa cidade e a Índia. Tenho muitos amigos e família de luz aqui”, acrescenta a ex-bailarina do Circo de Soleil.

Jorge Ferraz Filhos é evangélico e possui uma loja de pedrarias em Alto Paraíso de Goiás (Foto: Elisângela Nascimento/G1)
Jorge Ferraz Filho é evangélico e possui uma loja
de pedrarias (Foto: Elisângela Nascimento/G1)

Harmonia entre religiões
O comerciante Jorge Ferraz Filho, de 74 anos, há vinte anos deixou sua cidade natal, Galiléia, em MG, para viver em Goiás. Inicialmente, morou em Cristalina e há seis anos está em Alto Paraíso de Goiás, onde montou uma loja de pedrarias, principalmente de quartzo. Evangélico, ele diz não acreditar no misticismo, mas admite que a maioria dos seus clientes é esotérica. “Aqui, todas as religiões convivem em harmonia. Eu sou um comerciante. Vendo pedras para ornamentação, para a alegria. Sei que são usadas por esotéricos, mas não vou espantar o turista”, argumenta.

Ao contrário de boa parte dos forasteiros de Alto Paraíso de Goiás, ele garante que não escolheu a cidade por questões místicas e afirma não acreditar no fim do mundo. “Essa história de fim do mundo é baboseira. Eu fugi da violência. Aqui é um lugar tranquilo e estratégico para o comércio. Não temos registros de assaltos. Por isso, me mudei”, argumenta.

Ferraz elogia a vocação turística da cidade, mas faz críticas à infraestrutura da região: “Isso aqui não tem um aeroporto funcionando. As estradas são só buracos”.

ET de papai noel dá boas vindas aos turistas, em Alto Paraíso de Goiás (Foto: Elisângela Nascimento/G1)
Papai Noel ET recepciona hóspedes em hotel de
Alto Paraíso (Foto: Elisângela Nascimento/G1)

ETs na decoração
Natural de São Paulo, Messias Nascimento, de 48 anos, mudou-se para o povoado de São Jorge, distrito de Alto de Paraíso de Goiás, há 11 anos, para montar o seu próprio negócio. O vilarejo é a porta de entrada do Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, tombado pelo Patrimônio Natural da Humanidade. Incentivado por um amigo que conhecia o lugar, ele abriu um restaurante. “Sempre trabalhei em restaurante, mas nunca fui proprietário”.

Embora a temática sobrenatural esteja espalhada pela decoração do ambiente, Messias afirma não ter religião e garante que não acredita em esoterismo nem em extraterrestres. “Isso aí não existe não. Não tenho nada contra. Só respeito a ideia, a ideologia. Para ele, outros motivos o levaram a permanecer na cidade: “Gosto de sossego, harmonia. A flora e a fauna daqui têm tudo a ver com a paz”. Em uma das paredes do restaurante, clientes de vários países pregam bilhetes com mensagens de esperança.

A exemplo dos restaurantes, a maioria dos hotéis e pousadas de Alto Paraíso tem sua decoração inspirada em alienígenas e temas esotéricos. O G1 visitou uma construção na cidade chamada de “Pousada do Futuro”.

Quem vendeu os lotes para construção do novo empreendimento foi o corretor Nilton Kalunga. O local ainda está em obras, mas é possível observar detalhes curiosos. Um alienígena enfeita a beira da piscina. A sauna da pousada, bem como os quartos, têm formato de cúpula.

Cúpulas na Pousada do Futuro, em Alto Paraíso de Goiás  (Foto: Elisângela Nascimento/G1)Cúpulas na Pousada do Futuro, em Alto Paraíso de Goiás (Foto: Elisângela Nascimento/G1)

Pintados de branco, os chalés – construídos com cimento e ferro – têm três janelas grandes e vários buracos no teto, que não têm telhas. “É uma construção ecologicamente correta. Nas janelas e nos buracos do teto serão colocados vidros, para aproveitar a luz natural. A cama é de alvenaria. Além do lado ecológico, alguns querem se proteger melhor de possíveis catástrofes e, por isso, não usam telhas, para diminuir os impactos de uma possível ventania”, esclarece o corretor.

Cidade de Alto Paraíso, Goiás, é conhecida pela diversidade em locais turísticos (Foto: Elisângela Nascimento/G1)
Cachoeira dos Cristais, em Alto Paraíso
(Foto: Elisângela Nascimento/G1)

Atrativos naturais
Ex-secretário de Turismo de Alto Paraíso de Goiás e vereador eleito, Fernando Couto administra um dos principais conjuntos de quedas d’água do município: a Cachoeira dos Cristais. Ele lembra que no ano 2000, quando houve a especulação de que o mundo acabaria, a cidade foi vítima de preconceito. “A população ficou magoada porque criou-se uma ideia de que aqui só tem maluco. O importante hoje é buscar solução para os problemas que a gente tem. Não quero que a cidade volte a ser motivo de chacota. A cidade é turística, com muitas belezas naturais”, defende.

Couto diz que, quando se mudou para Alto Paraíso, não conhecia a crença de que a cidade é protegida de possíveis desastres naturais.

Nem sabia dessa história de fim do mundo quando vim da Inglaterra para cá. Mas como o mundo não acabou da outra vez, muita gente que veio por causa disso foi embora. Agora está chegando uma nova era. Eu acredito na mudança”, afirma. Ele se diz preocupado com o número alto de turistas que o município deve receber esta semana: “Conseguimos hospedar 10 mil pessoas, mas já temos a previsão de receber 15 mil”.

Educação ambiental
O educador ambiental Thomas Enlazador, de 36 anos, é uma das pessoas comprometidas em garantir que turistas e moradores convivam em harmonia com o meio ambiente. Ele gerencia o Instituto Biorregional do Cerrado e acredita que o dia 21 de dezembro representa o fim de um ciclo e o surgimento de uma nova sociedade. “O que já está acontecendo é uma mudança de consciência. O mundo já está se conectando com a data. Faremos a transição da sociedade de consumo para a consciência ecológica”, crê.

Alto Paraíso, Goiás, espera receber cerca de 10 mil pessoas no próximo dia 21 de dezembro (Foto: Elisângela Nascimento/G1)Alto Paraíso poderá receber até 15 mil pessoas no próximo dia 21 de dezembro (Foto: Elisângela Nascimento/G1)

“O fato de Alto Paraíso estar em cima de uma placa gigante de quartzo, a força dos cristais, a beleza natural do lugar e a cultura mística, sem dúvida, atraem muitas pessoas”, enumera o educador ambiental.

Segundo a Prefeitura de Alto Paraíso, atualmente, existem no município mais de 40 grupos com motivações místicas, filosóficas e religiosas. Podem ser encontradas as comunidades Vale do Amanhecer, Osho Lua, Canto Alegre, Mata Funda, Oca Brasil e grupos ligados ao consumo da ayahuascha (bebida produzida a partir de plantas amazônicas), como o Santo Daime.

Os grupos, filosofias e religiões são bastante ecléticos e atraem pessoas de várias partes do mundo, segundo Couto. “Apesar de sermos uma cidade pequena, costumamos dizer que Alto Paraíso é cosmopolita. Devido a essa característica alternativa, temos moradores de mais de 30 nacionalidades diferentes”.

Vale da Lua, Alto Paraíso de Goiás (Foto: Elisângela Nascimento/G1)Vale da Lua, um dos principais pontos turísticos de Alto Paraíso de Goiás (Foto: Elisângela Nascimento/G1)
Fonte: G1

FIQUE FRIO! O MUNDO NÃO ACABA DIA 21. Apocalipse maia é reinício, diz astróloga. Em passagem pelo Brasil, a cultuada Susan Miller descarta o fim do mundo no dia 21 e faz previsões para 2013.

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

A astróloga mais pop da atualidade, Susan Miller (foto), avisa: o mundo não vai acabar neste ano, ao contrário da suposta previsão do calendário maia, que marca a data fatídica para o próximo dia 21.

Mas, segundo ela, os astros pedem cuidado extra (principalmente em viagens) para o período de 18 a 31 deste mês.

Em passagem meteórica pelo Brasil -Miller é a estrela da campanha de fim de ano de uma marca de lingerie-, ela participou ontem de um bate-papo com a astróloga Bárbara Abramo, colaboradora da Folha, sobre as perspectivas para 2013.

A nova-iorquina de 65 anos, nascida sob o signo de Peixes, passou boa parte da infância em hospitais, por ter um problema congênito na perna. Foi nos longos períodos na cama que começou a estudar astrologia com a mãe.

Seu site “Astrologyzone” tem 18 milhões de “page views” por mês. As razões de seu sucesso: ela pegou a onda da internet desde o início (o site foi criado em 1995) e oferece gratuitamente previsões detalhadas, em textos longos, mas leves e com alta margem de acertos.

Mas ela errou ao prever um ataque terrorista para 17 de setembro deste ano. “Astrologia não é destino, nem é infalível”, responde, acrescentando que a questão é saber interpretar os sinais enviados pelo universo. Leia a seguir algumas das previsões.

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FIM DO MUNDO

O calendário maia aponta várias coisas importantes acontecendo ao mesmo tempo no dia 21/12, mas não que o mundo vai acabar.

O que acontecerá é que nesse dia o Sol estará exatamente na frente de Sagitário e na frente deles há um grande buraco negro, que devora e faz desaparecer toda a matéria. Mas os maias também apontam, ao lado desse buraco negro, um canal reconstrutor, onde coisas nascem.

A cada 25 anos ocorre essa configuração no céu: interpreto como o fim de um ciclo e o início de outro, diz ela, marcado por uma nova consciência.

RECURSOS NATURAIS

Em 2013, teremos tempestades solares muito fortes. Isso afeta as telecomunicações e o fornecimento de eletricidade, entre outras coisas. Netuno estará em Peixes, o que tem os seus aspectos positivos, mas também é um alerta para pensarmos na forma como estamos consumindo água. Podemos ter problemas de fornecimento de água ou desastres naturais, como maremotos ou tempestades.

BRASIL

O país está com sorte. Do ponto de vista astrológico, uma nação com o signo de Virgem e com Aquário em ascensão fica fora da linha de fogo das configurações planetárias perigosas que criaram as crises na Europa e nos EUA e que devem continuar criando problemas em 2013.

IDOSOS

Há chances de implantação de boas políticas públicas para a população mais velha. Isso pode ser explicado por uma amizade especial entre Saturno e Plutão em 2013. O primeiro, entre outras coisas, está ligado à velhice, e Plutão é associado ao poder.

AMOR

Netuno em Peixes inicia um novo ciclo na área de relacionamentos. No amor, tem um papel oposto ao de Vênus, que está ligado à paixão, mas complementar. 2013 será um ano de relacionamentos amorosos mais profundos. Compaixão, solidariedade, generosidade e desapego são outras características de Netuno em Peixes que marcarão o ano.

Fonte: Folha

NOTA DO BLOG:

Deus te ouça, dona Susan (hehehe)

ELA PENSA: ACABO COM OS “URUBUS”?

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

NOTA DO BLOG:

Se a senhora aceita a opinião dos brasileiros não comprometidos com os “PeTralhas & Associados”, ACABE COM ELES!!! Troque tantos ministros quantos sejam necessários, substituindo-os por pessoas  que sejam de sua inteira confiança e não ligados à “herança maldita” deixada por seu antecessor.