Posts com a Tag ‘Anvisa’

AQUI POSTADO EM 07 DE MARÇO DE 2012 CUIDADO!!! Medicamento irregular é vendido de forma ilegal na internet. Seu nome? NATURAL LIFE – HARP 100 mg, que se apresenta como um medicamento fitoterápico, indicado para dores crônicas de coluna, artrite, artrose, bursite, gota e varizes.

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Um remédio que está sendo vendido livremente pela internet e por meio de representantes comerciais pode causar sérios problemas à saúde. É o Natural Life Harp 100 mg, que se apresenta como um medicamento fitoterápico, indicado para dores crônicas de coluna,  artrite, artrose, bursite, gota e varizes.  Mas o remédio não tem registro na Anvisa, Agência Nacional de Vigilância Sanitária.

O Conselho Regional de Farmácia já formalizou uma denúncia ao Ministério Público, Polícia Federal e Vigilância Sanitária Municipal.

O frasco indica que é um produto natural. Com a indicação de um parente, uma mulher comprou o produto em um mercado em Belo Horizonte, Minas Gerais. A intenção era amenizar as fortes dores na coluna. Bastaram o uso de três cápsulas para os efeitos começarem.

“Só que melhorou uma coisa, zangou outra, veio o inchaço, ai a roupa já não servia mais, ai eu fui faze caminhada, parecia que meus pés não tava no chão, tava meio flutuando, sabe, aquele mal estar que eu senti”, contou a mulher.

Preocupada a vítima procurou ajuda. A farmacêutica fez o atendimento e orientou que suspendesse o uso, com a suspeita de que o produto tivesse substâncias químicas.

“A suspeita a respeito deste medicamento é que ele contenha corticóide, além de outros inflamatórios. Os corticóides podem causar glaucoma, podem aumentar a glicose no sangue, a glicemia e a pessoa pode até desenvolver o diabetes, mas o pior de tudo é o osteoporose”, explicou a farmacêutica, Ana Paula.

Segundo a farmacêutica o corticóide não é proibido, mas só pode ser usado com orientação médica e não pode estar presente em produtos naturais. O Conselho Regional de Farmácia tomou conhecimento do caso e fez denúncia a Agência de Vigilância Sanitária e a Polícia Federal. Para o presidente do conselho se trata de um remédio clandestino já que não segue as normas da Anvisa.

“Ele não tem nenhum item de segurança, não tem um lacre, não tem registro no Ministério da Saúde, não tem o nome do farmacêutico, ou seja, ele é apenas um produto fabricado no fundo de quintal”, disse o presidente do Conselho Regional de Farmácia, Ronaldo Abrão.

No rótulo o medicamento traz apenas o número de cápsulas e a indicação de que é feito a partir de uma planta que pode ser usada para combater várias dores. O produto é vendido livremente pela internet, sem nenhum site oficial.

Uma resolução da Anvisa determina que medicamentos só podem ser vendidos pela internet quando há um estabelecimento responsável, uma farmácia ou indústria.

No site da empresa indicada no rótulo do produto, há um comunicado na capa, dizendo que não é responsável pelo medicamento. Na página onde é vendido o produto, tem o telefone de um representante em Campo Grande. explicou o representante do medicamento em Campo Grande.

“É um ótimo remédio, é, o laboratório é em Minas, a senhora tem muita dor na coluna, tem que tomar um por dia, né”, explicou o representante do medicamento em Campo Grande.

De acordo com Anvisa, o medicamento não tem registro e por isso é falso. Neste caso, a venda do produto não é apenas irregular mas sim, um crime. O chefe da fiscalização, em Campo Grande, já recebeu a denúncia e disse que vai fiscalizar o caso.

“Esse procedimento é crime, porque é medicamento falsificado, e medicamento falsificado hoje é crime hediondo. Constatando o possível distribuidor desse produto, nós vamos fazer contato com a polícia, para que possamos desencadear essa ação m conjunto e prender esse cidadão que está distribuindo esse produto”, declarou o chefe de fiscalização, Antônio Carlos.

Autor:Maureen Mattiello, da TV Morena

NOTA DO BLOG:

Sabe quando a TV MORENA fez esse alerta? Em 2009!!! Repito: 2009!!!Infelizmente, não se trata de um produto clandestino vendido apenas por um distribuidor de Campo Grande. HOJE, esse “medicamento” está sendo comercializado em todo o país!!!

CUIDADO! NÃO COLOQUE A SUA VIDA EM RISCO!!! SE SOUBER DE ALGUÉM QUE ESTÁ FAZENDO USO DESSE PRODUTO, ALERTE-O!!!

Polícia suspende enterro para investigar morte. CUIDADO !!! NATURAL LIFE HARP 100 mg pode MATÁ-L0 !!!

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

A Polícia Civil de Votuporanga investiga possível relação entre a morte de um homem de Américo de Campos com o uso de medicamentos apreendidos na manhã de ontem.

No final da tarde, foi determinada a suspensão do funeral da vítima, para que o corpo fosse encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para laudo sobre a influência ou não do medicamento em sua morte.

De acordo com o delegado Antonio Marques do Nascimento, da Delegacia de Investigação Sobre Entorpecentes (Dise) de Votuporanga, a polícia chegou até a casa de Maria Doraci Galavoti Cestaro, 73 anos, que vendia o medicamento, depois de denúncia à Vigilância Sanitária da família de Romildo Garcia Vieira, 46, que morreu na manhã de ontem.

“Ele tomou o remédio durante dois anos e tinha suspendido o uso havia dois meses, mais ou menos. Agora, vamos investigar o que há na composição do remédio e se houve alguma relação com a morte”
, diz João Batista Bernardo, da Vigilância Sanitária do município.

Segundo a Santa Casa de Votuporanga, Vieira estava internado desde o dia 3 de julho e morreu às 5 horas de ontem por falência de múltiplos órgãos, septicemia por provável infecção urinária e insuficiência renal aguda. O hospital não informou quais sintomas o paciente apresentava quando foi internado.

 

Procurada ontem pela reportagem, a família da vítima não quis falar sobre o assunto. Antes de fazer buscas na residência da senhora, um policial à paisana comprou um frasco do medicamento, que contém 15 cápsulas, por R$ 48. Com nome de “Natural Life Harp 100 mg”, o remédio garante ser 100% natural e promete curar dores de qualquer natureza.

“Já tivemos denúncia desse medicamento em todo o País, agora vamos analisar se há presença de corticóide e outras substâncias em sua fórmula”, afirma Bernardo.

Os frascos encontrados são iguais ao entregue pela família de Vieira.

“O frasco que estava na casa dele é igual, agora vamos ver se a composição das cápsulas é a mesma”, afirma o delegado.

Para a polícia, Maria Doraci disse que comprava o medicamento de um vendedor de Brasília e revendia na região.

“Quando fizemos as buscas, encontramos alguns frascos embalados para serem enviados a São Paulo”, diz Nascimento.

Além de 19 frascos do medicamento, foram apreendidos um computador e uma agenda com anotações sobre as vendas. A mulher foi ouvida pela polícia e liberada.

Ela vai responder por crime contra a saúde pública, cuja pena varia de 10 a 15 anos de reclusão e multa. Os laudos do medicamento e da necrópsia no corpo de Vieira devem sair em 30 dias. Não foi informado  a nova data e o horário do enterro, que seria realizado ontem, em Américo de Campos.

ANÁLISE

Excesso de corticoide traz danos à saúde

O excesso de corticoide no organismo pode causar, dentre inúmeros outros problemas à saúde da pessoa, osteoporose, necrose asséptica, pancreatite, úlcera duodenal, diabete (e piorar a diabete de quem já tem a doença), hipertensão, lesão na pele, piorar infecções já existentes e ser imunossupressora.

É um medicamento extremamente perigoso, utilizado para o tratamento de doenças como leucemia e lupus.

Ele é muito utilizado na medicina, mas só deve ser ingerido sob prescrição médica e com a orientação de um profissional habilitado, nunca por conta própria.

Além disso, quando o uso for suspenso, o paciente não pode parar de tomar repentinamente, deve ser algo gradual.

Isso acontece porque a suprarrenal, que produz a cortizona naturalmente no organismo pára a produção quando a necessidade é suprida por medicamentos e, caso não haja uma diminuição gradual é causado um funcionamento agudo que pode levar à morte por choque causado pela queda da pressão do paciente.

Resumindo, é um medicamento perigoso que nunca deve ser utilizado sem orientação médica.

por José Eduardo de Arruda Souza, delegado superintendente do Conselho Regional de Medicina (Cremesp) de Rio Preto

A BAGUNÇA É DE LEI

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Num país em que técnico de futebol é “professor”, professor é “tio”, mãe é insulto e suadouro é crime, as coisas mais estranhas parecem normais. Paralisar o país é simples: basta cumprir direitinho aquilo que mandam a legislação e as normas. A isso se chama “operação-padrão” – ou seja, se tudo for feito rigorosamente de acordo com o padrão exigido pelo serviço, nada vai funcionar.

Até agora, tudo bem: esta é a regra básica do Brasil para principiantes. Mas aqui não seria o país do sal e do sol, em que o barquinho vai e a tardinha cai, se não houvesse a cada dia uma novidade.

Pois vai lá: o Superior Tribunal de Justiça declarou que a operação-padrão da Polícia Federal e da Polícia Rodoviária Federal é ilegal. A operação-padrão, disse um ministro do STJ, “é uma tática que provoca inegáveis perturbações no desempenho de quaisquer atividades administrativas”. Enfim, fazer o que mandam as normas é uma tremenda safadeza.É claro que a turma do serviço público federal não está fazendo operação-padrão movida pelo incontido desejo de cumprir, item por item, aquilo que lhes é determinado por leis, portarias, despachos, etc. Eles sabem que essas normas são inviáveis e que cumpri-las equivale a fazer greve. Os magistrados também sabem que as normas são inviáveis, tanto que proíbem cumpri-las porque perturbam a tranquilidade pública e equivalem a uma greve não declarada (e ilegal).

Um dia a crise acaba. Mas pode apostar que vai continuar o absurdo das normas que, se cumpridas, paralisam tudo.

Como diria o Galvão Bueno, É BRASIL! 

A esbórnia das paralisações no serviço público federal tem duas faces: a primeira, da total paralisia do Governo da presidente Dilma Rousseff, que deixou a situação fora de controle e permitiu coisas inacreditáveis, como universidades federais há três meses sem aulas; e a segunda, o total descompromisso das centrais sindicais com as necessidades da população, que leva a outros fatos inacreditáveis, como a falta de remédios básicos nos hospitais, prontos-socorros e no programa Farmácia Popular.

Ainda não há falta de remédios nas farmácias, para quem pode pagá-los; mas para quem é pobre o remédio simplesmente sumiu.

A greve da Anvisa, Agência Nacional de Vigilância Sanitária, bloqueou a importação de remédios e de componentes para os remédios aqui produzidos. A falta de insulina mata? Que o pobre morra. Remédios para amenizar o sofrimento de quem tem Alzheimer? Que os pobres sofram.

O programa de José Luís Datena na Rádio Bandeirantes, SP, passou cerca de uma hora, na sexta, mostrando casos de falta de remédios essenciais na rede pública. E o Governo, que faz para ao menos contornar os problemas mais sérios?Faz como Mike Phelps: NADA.

por Carlos Brickmann

B A S T A !!!

terça-feira, 21 de agosto de 2012

A ANVISA é uma das agências fascistas que querem controlar nossas vidas nos mínimos detalhes, com sua proposta de exigir receita médica para comprar remédios tarja vermelha. É uma das pragas contemporâneas.

Não acredito na boa vontade nem na ciência desses tecnocratas da Anvisa.
 
Acho que eles se masturbam à noite sonhando como vão controlar a vida dos outros em nome da saúde pública.
 
Não acredito em motivações ideológicas para nada, apenas em taras sexuais escondidas. Freud na veia…
 
Dou mais dois exemplos desse tipo de praga: proibir publicidade para crianças e cotas de 50% nas universidade federais para índios, negros e pobres (alguma pequena porcentagem neste último caso vá lá).
 
Nós, contribuintes, não podemos nos defender dessa lei das cotas. Essa lei rouba nosso dinheiro na medida em que somos nós que pagamos pelas universidades federais.
 
Até quando vamos aceitar esta ditadura “light” que “bate nossa carteira” dizendo que é em nome da justiça social? “Justiça social” é uma das assinaturas do fascismo em nossa época.
 
O fascismo não morreu, e um dos maiores desserviços que minha classe intelectual presta à sociedade é deixar que as pessoas pensem que o fascismo morreu. Aldous Huxley (foto ao lado) (“Admirável Mundo Novo”), George Orwell (“1984″) e Ayn Rand (“A Revolta de Atlas”) deveriam ser adotados em todas as escolas para ensinar o que os professores não ensinam e deveriam ensinar: que o fascismo não morreu.
 
O fascismo é a marca de tecnocratas e políticos que querem governar a vida achando que somos idiotas incapazes de decidir e que usam nosso dinheiro para esconder suas incompetências e sustentar suas ideologias “do bem”. Querem nos tornar idiotas e pobres, para depois “tomar conta de nós”.
 
O governo brasileiro, que flerta com o fascismo, engana as pessoas se concentrando em temas da “igualdade” e “saúde pública”. A proposta de cotas nas universidades federais, além de populismo sem-vergonha, maquia a incompetência imoral do governo em retribuir à sociedade o que arrecada monstruosamente em impostos. A máquina de arrecadação de impostos no Brasil faz do governo sócio parasita de todo mundo que trabalha.
 
Em vez de investir dinheiro na educação básica, sua obrigação, o governo usa o dinheiro público em aventuras como o mensalão, se escondendo atrás de medidas (cotas nas universidades, controles da Anvisa, proibição de publicidade para crianças) que não arranham a corrupção ideologicamente justificada inventada pelo PT, mas que têm grande apelo publicitário.
 
O que é corrupção ideologicamente justificada? Você se lembra do “rouba, mas faz”? O PT diz “porque sou do bem, posso roubar”. Essas leis não atrapalham a corrupção porque não disputam dinheiro com a corrupção. O pior é que, como parte do corpo de professores e funcionários das universidades federais é também fascista, acha isso tudo lindo.
 
Quanto à proibição da publicidade infantil, todo mundo sabe que só a família e a escola podem fazer alguma coisa para educar crianças. Todo mundo sabe que é difícil educar, ocupar e conviver dizendo “não” para as crianças. Todo mundo sabe que, quanto menos a mãe está em casa e quanto mais ela é só e menos tempo tem para criança, mais a criança come porcaria.
 
E quanto mais isso tudo acontece, mais se precisa de escola pública competente para preencher o vazio de famílias que não cumprem sua função, ainda que nunca seja a mesma coisa. Mas escola pública atrapalha a corrupção porque gasta o dinheiro da “mesada do bem”. Mais barato para o governo é brincar de proibir a publicidade infantil.
 
Os mesmos que gozam pensando em mandar na vida dos outros são os que mentem quando não dizem que as crianças comem porcaria porque ficam largadas em casa sem mãe para tomar conta delas (e sem boas escolas). Não precisa ser gênio para saber que ,sem mãe atenta, nada funciona na vida das crianças.
 
Os mesmos que cospem na cara da família como instituição, estimulam as mulheres a pensarem só em si mesmas e acusam a família de ser autoritária são os que pedem a proibição da publicidade infantil.
 
por  Luiz Felipe Pondé
 
NOTA DO BLOG:
 
Apenas para exemplificar:
 
Se alguém for a um Posto de Saúde aqui na Capital de São Paulo, qualquer que seja ele, para AGENDAR UMA CONSULTA MÉDICA, terá que esperar cerca de DOIS MESES para ser atendido pelo clínico Geral que vai encaminhá-lo a um ESPECIALISTA (aí no caso, a demora pode ser superior a dois meses).
 
E ESSES IMBECÍS DA ANVISA QUEREM QUE O POVO VÁ AO MÉDICO SOCILITAR RECEITA ATÉ PARA MEDICAMENTOS DE USO CONTÍNUO !!! CAMBADA DE INCONSEQUENTES E INCOMPETENTES !!!  F A S C I S T A S !!!
 

FALTA CORAGEM! “Nada é mais temido por um covarde do que a liberdade do pensamento.” (Luiz Felipe Pondé)

terça-feira, 12 de junho de 2012

Não sei quanto ao leitor, mas eu confesso estar cansado da ditadura velada do politicamente correto. A impressão que fica é que um bando de “almas sensíveis” tomou o poder e deseja impor aos outros seu estilo acovardado de vida. O reflexo disso é este estado-babá que vemos diariamente avançar sobre nossas liberdades, com os aplausos de uma gente medrosa e insegura. Exemplos não faltam. A começar pelo ícone máximo desta tirania: Anvisa. Seus burocratas cismaram que têm o direito de cuidar de cada um de nós como se fôssemos mentecaptos indefesos. Os “iluminados” agentes da Anvisa vão impor dieta saudável, eliminar as substâncias perigosas, controlar a exposição ao sol, enfim, serão como nossos pais, e nós seremos as crianças incapazes de decidir por conta própria como viver.

Mas seria injusto culpar apenas a Anvisa por tais evidentes excessos. Não. Estas medidas, cada vez mais autoritárias, recebem aprovação de muitos pais, gente que parece adorar a servidão voluntária, talvez com muito medo do que faria em liberdade. O que se passa aqui? Será que estes adultos se sentem tão assombrados com a vida que precisam delegar ao governo o controle sobre tudo? Será que perderam a capacidade de assumir riscos e as rédeas de suas vidas? Por que fogem da responsabilidade (habilidade de resposta) como o diabo foge da cruz?

Um caso recente ilustra bem isso. Alguns pais buscaram o governo para proibir uma promoção do McLanche Feliz. Motivo: eles se sentiam “obrigados” a comprar aquela comida gordurosa porque seus filhos desejavam o brinquedo anexo. Como assim, obrigados? Será que estes pais nunca ouviram falar da palavra “não”? Será que não conseguem mais impor limites aos filhos? Que monstrinhos estes pais estão criando para o mundo? Os sintomas desta doença moderna da covardia generalizada podem ser vistos em vários outros casos.

Agora tudo é culpa do “bullying”, por exemplo. Se o psicopata entra na escola atirando a esmo, claro que a causa está no apelido que lhe deram na infância! Tanta paranoia vai acabar eliminando um processo natural e até necessário de preparação para a vida, muitas vezes hostil e dura.

Apelidos “ofensivos”, segregação voluntária (daquele chato que ninguém suporta), piadas engraçadas, nada disso pode mais. Resultado: um mundo de manés acostumados a gritar pelo “papai” estado no primeiro sinal de problema que surgir.

Os pais vão ficar orgulhosos. Identificam-se bastante com esta postura. Como Karl Kraus disse: “A força mais enérgica não chega perto da energia com que alguns defendem suas fraquezas”.

Outro caso claro está no uso abusivo de eufemismos. Favelas viram “comunidades”, pivetes viram “meninos de rua”, negros e mulatos são “afrodescendentes”, deficientes viram “pessoas especiais” e por aí vai. Vejo o dia em que todo anão será chamado de “verticalmente reduzido”.

Os mais jovens ficariam espantados ao ler artigos de polemistas como Paulo Francis ou Nelson Rodrigues. Como assim chamar as coisas pelos seus nomes? Isso era permitido naquela época? E olha que não faz tanto tempo assim, para dar o tom assustador do andar da carruagem… Por falar nesses dois, que falta fazem!

Colocavam os pingos nos is, sem ter que agradar a esta maioria facilmente ofendida. Lula, por exemplo, era chamado por Francis de semianalfabeto (o menor de seus defeitos). “Preconceito!” A patrulha atua em coro organizado, mas não refuta o fato em si. Não seria pós-conceito?

As palavras perderam o sentido. De mãos dadas aos politicamente corretos estão os eco-chatos, essa turma com “consciência ecológica” que vai salvar o planeta pedalando sua bike e fechando o chuveiro durante o banho. Mas ninguém pressiona o governo para resolver as graves falhas de saneamento básico que matam vários pobres todo ano. 

Haja hipocrisia! Muitos são apenas “melancias”: verdes por fora, mas vermelhos por dentro. No fundo, eles querem é atacar o capitalismo, desta vez por seu sucesso, ou seja, por criar riqueza demais.

Por falar em socialistas, a demanda por igualdade de resultados entre humanos diferentes talvez seja o maior indício de covardia que existe. Ignorar que uns são melhores que outros é a marca registrada dos covardes, que anseiam, como formigas, pela igualdade plena para fugir da própria mediocridade.

O historiador Paul Johnson, em “Os Heróis”, destaca a coragem dos independentes como a mais nobre qualidade individual. Como esta coragem está em falta no mundo moderno!

por Rodrigo Constantino

Pensamento do dia: “Os burocratas “ungidos” da Anvisa não descansam um segundo na cruzada para nos salvar. Agora as embalagens de sal vão ter avisos como as de cigarro, para alertar como o sal pode ser perigoso. A vida, se o fascismo da Anvisa vingar sem reação, será mesmo muito insossa…” (Rodrigo Constantino)

segunda-feira, 12 de março de 2012

NO VÍDEO ABAIXO, RODRIGO CONSTANTINO ATACA AS, SEGUNDO ELE, “TENDÊNCIAS fASCISTAS” DA ANVISA

Peito bonito é bem público

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

O silicone virou assunto de saúde pública no Brasil. Após ficar comprovado que há riscos de ruptura no material importado da França e da Holanda, o governo decidiu liberar o uso do SUS para as cirurgias de retirada de próteses mamárias que se romperam. As pacientes reclamam, alegando que a cirurgia deve ser preventiva também. O governo está sob pressão para liberar de vez a rede universal de saúde para toda cirurgia de troca de silicone.

O tema levanta algumas questões interessantes. Em primeiro lugar, parece que a Anvisa está tão preocupada em controlar a vida dos cidadãos nos mínimos detalhes que deixa passar casos mais graves como esse. Para se meter na quantidade de sal do pão francês os funcionários da agência arrumam tempo, mas não para detectar problemas no silicone importado. Tudo bem. Isso acontece, ainda que possamos questionar para quê serve tanto funcionário “cuidando” de nossa saúde…

Em segundo lugar, vemos claramente os riscos de abuso quando a saúde é “universal” e “gratuita”. Nesta quinta participei de um evento do IEE em Porto Alegre sobre o “documentário” Sicko, do mega-embusteiro Michael Moore. A despeito dos dados manipulados, das distorções deliberadas, das mentiras descaradas e do patético sensacionalismo, o filme serve para nos mostrar como é perigoso monopolizar os fins nobres em um debate delicado como esse.

Michael Moore tenta passar a idéia de que o slogan marxista (“de cada um de acordo com sua capacidade, para cada um de acordo com sua necessidade”) precisa ser incutido na cabeça dos americanos egoístas e insensíveis. Trocar o “eu” pelo “nós”, eis o que vai salvar a saúde dos americanos! O que Moore não mostra é como tais incentivos perversos realmente afetaram a qualidade da saúde nos países que adotaram este caminho.

Mesmo no Canadá há inúmeros problemas, como filas de espera, equipamentos obsoletos, corrupção e burocracia. Nem vou falar de Cuba, cujo modelo de saúde é defendido por Moore, porque é absurdo demais alguém em pleno século 21 cair no conto do vigário de que a saúde pública na Ilha-presídio funciona. Quando a “terrível” lógica do lucro desaparece, surge em seu lugar a lógica dos “favores”. Os poderosos funcionários públicos, que podem decidir o destino de um rim, são tentados pela corrupção o tempo todo. Muitos sucumbem.

Voltando ao problema do silicone, o mais correto seria cada paciente buscar ressarcimento perante seus médicos ou planos de saúde, e estes, eventualmente, devem processar seus fornecedores estrangeiros. Caveat emptor! Mas a mentalidade coletivista está tão disseminada que muitos passaram a crer que é um dever do governo (leia-se de todos) bancar qualquer risco alheio, inclusive em cirurgias meramente estéticas. Pensando bem, até que faz algum sentido. Afinal, peito bonito é mesmo um bem público.

Autor: Rodrigo Constantino

“O problema dos que fumam cigarro com sabor é que eles acham que esse tipo de cigarro não é um problema”. (Stella Martins, diretora do Programa de Atenção ao Tabagista do Cratod (Centro de Referência em Álcool, Tabaco e Outras Drogas), órgão do governo paulista).

segunda-feira, 30 de maio de 2011

NOTA DO BLOG:

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) vem analisando, desde o ano passado, os cigarros aromatizados, proibidos em alguns países como Estados Unidos e Canadá. Ela trabalha para comprovar que esses cigarros causam mais dependência e ainda estimulam o vício entre adolescentes e crianças, por conta do sabor adocicado. Se isso for provado, o cigarro aromatizado poderá ser proibido também no Brasil.