Posts com a Tag ‘assassino’

Mais um CANALHA de 17 anos que fará 18 em junho comete um assassinato brutal e, por ser “de menor”, ficará impune. O MALDITO contou o que diz ter feito, como se estivesse narrando um capítulo de novela, como disse uma policial. Com a palavra aqueles que são contra a diminuição da maioridade penal, como o sr. Michel Temer, vice-presidente do país.

sábado, 27 de abril de 2013

O menor F., acusado de participar do assassinato da dentista Cinthya Magaly Moutinho de Souza. Nem a cara do maldito é possível ser mostrada. E VIVA O E.C.A. (ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE)

TORCEDOR DE FUTEBOL OU ASSASSINO? Uma imagem registrada por um canal de televisão boliviano mostra um sinalizador sendo lançado do meio da torcida do Corinthians presente no estádio Jesús Bermúdez, em Oruro, palco do jogo entre o time paulista e o San José, pela Copa Libertadores.

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

LIGUE O SOM, CLIQUE E ABRA A TELA

NOTA DO BLOG:

Parece que a melhor solução é realizar as partidas de futebol com os portões dos estádios lacrados, sem a presença de público e mostradas apenas pela televisão. É o que está faltando acontecer e um dia talvez aconteça, para tristeza daqueles que realmente apreciam uma partida de futebol.


Sou daquele tempo que íamos ao estádio vestindo a camisa do time do coração e sentávamos ao lado do torcedor do time rival que também portava a camisa do seu clube. Não era necessário separar as torcidas como, infelizmente, ocorre hoje.

Uma partida de futebol era um momento festivo, de muita descontração. Hoje, não é mais. Lamentavelmente.

EM TEMPO: Ministro Aldo Rebelo pede punição a torcedor responsável por morte

“É lamentável que em uma festa do futebol um torcedor, seja ele brasileiro ou boliviano, seja vitima de violência. Isso é inaceitável. Os responsáveis por esse episódio e por outros têm de pagar”, disse o ministro. “A certeza da punição certamente reduzirá a ousadia dos que praticam esse tipo de ato. O futebol não é para isso”, completou.

Era só que faltava: Cesare Battisti ganha emprego na CUT

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

O terrorista italiano Cesare Battisti (foto) será contratado como assessor intenacional da CUT. O acerto foi feito pelo notório advogado petista Luiz Eduardo Greenhalgh e pelo bucólico senador Eduardo Suplicy.

O terrorista reside atualmente no agradável bairro dos Jardins, em São Paulo. Ná Itália está condenado à prisão perpétua por quatro assassinatos. Sua permanência solto no Brasil foi obra do Lula, no apagar – último dia – de seu governo(?). O meliante comunista frequenta salões e palácios petistas com galhardia. É uma figura de respeito no meio petista.

Do Blog Trem Azul

Esta é a carta deixada pelo psicopata assassino

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Acredite! Só falta darmos casa, comida e roupa lavada pro terrorista assassino Cesare Battisti!!! A concessão de refúgio foi dada! Os italianos não aceitam a decisão “humanitária” do governo brasileiro.

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

“Passione”. Você sabe quem matou Saulo? Nem o “assassino” sabe!!!

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Até junho deste ano, Werner Schünemann era lembrado como o gaúcho de cabelos longos, personagem da minissérie global A Casa das Sete Mulheres. E olha que já faz sete anos que a obra sobre a Revolução Farroupilha foi ao ar. Graças a Silvio de Abreu, esse rótulo caiu por terra. O novelista elaborou uma trama policial, escalou um assassino e, no posto de vítima, colocou o personagem de Werner: Saulo Gouveia. Odiado por uns, amado por outros, Saulo – ambicioso, traído, vilão – tornou-se uma metralhadora em Passione. Ninguém escapou do seu alvo. Em duas semanas, expulsou o filho drogado de casa, espancou o mordomo, esbofeteou a filha, ameaçou os irmãos e deu uma surra na mulher adúltera. Na lista de inimigos: 15 pessoas. O troco? Foi assassinado num motel e encontrado completamente nu, abraçado a dois travesseiros.

A trajetória de Saulo foi trágica. “Ele não teve ceninha de chegar em casa e descansar. Só pegou pedreira”, diz Werner. A filha do ator, de 15 anos, estranhou parte da agressividade do personagem. Mas ele abraçou os deboches e descontroles de Saulo. Foi morar num hotel no Rio de Janeiro, dispensou convites para o cinema e, numa sexta-feira, numa sequência de sete cenas – numa delas tinha de bater na filha – chegou a passar mal, tamanha a carga dramática do texto. A coisa foi tão séria que Werner foi levado ao hospital, com quadro de pressão alta. Mas ficou tudo bem. Com a morte de Saulo, a correria acabou. Mas o ator não terá férias. Seu personagem ainda vai aparecer em flashbacks. Entre eles, em cenas de com a assessora de imprensa Laura – personagem de Adriana Prado –, sua amante.

Sim, essa é uma novidade. Mas Silvio de Abreu gosta de um suspense. A certeza sobre quem morreria na segunda-feira, por exemplo, o elenco só teve no dia, com o capítulo no ar. Para a Globo, ele entregou um capítulo falso. Nele, Diana (Carolina Dieckmann) morreria. A ela e aos atores Reynaldo Gianecchini (Fred), Mayana Moura (Melina) e Marcello Antony (Gerson) – possíveis candidatos a vítima do tal assassinato –, Silvio enviou uma carta secreta, agradecendo a participação na novela. À diretora Denise Saraceni, ele pediu para gravar cinco mortes. O público se rendeu ao mistério. No dia do crime, Passione bateu recorde de audiência, com 41 pontos, contra 35 pontos de média em dias normais. Para evitar os factoides, a cena só foi gravada na sexta-feira, dia 8. Nela, Werner foi obrigado a deixar a vergonha de lado. No capítulo que tinha em mãos, o novelista Silvio de Abreu só frisava uma coisa: a cena tem de ser nu, todo nu. “Aí eu entendi que não poderia usar nem aquela cueca meio cor de pele. Mas tudo bem, ator não pode ter esse tipo de pudor”, diz Werner. A produção de arte reproduziu um motel nos estúdios da Globo, providenciou sangue cenográfico e o ator tirou a roupa. No total, foram duas horas de gravação. Na ficha da polícia, um assassinato cometido a facadas. Nas ruas, a pergunta era: “Quem matou Saulo Gouveia?”

Silvio de Abreu deixa em aberto 15 possíveis assassinos. O palpite do próprio morto são dois: a mãe, Bete Gouveia (Fernanda Montenegro) e Mauro (Rodrigo Lombardi). A cena da chegada ao motel e das facadas só será gravada daqui a um ou dois meses. Para essa reconstituição, Denise Saraceni guardou lençóis, travesseiros e fotografou toda a gravação. “Em flashback, o Saulo ainda vai aparecer muito naquele motel”, conta Werner. “Mas só em flashback. Como espírito, ele ficará só no Nosso Lar”, brinca Denise Saraceni, em alusão ao filme espírita em cartaz nos cinemas, do qual Werner também participa.

O clima de investigação, no entanto, não vai ficar só no universo de Saulo. Só para listar, o folhetim ainda guarda o mistério de Gerson, personagem de Marcello Antony que sofreu um trauma na infância; a verdadeira face de Clara (Mariana Ximenes); a paternidade de Fátima (Bianca Bin); a identidade de Diogo (Daniel Boaventura) e outros. E, se não bastasse, daqui a três semanas haverá mais uma morte. “Mas será uma morte dramática. Não tem a ver com a do Saulo e do Eugênio (personagem de Mauro Mendonça, assassinado no primeiro capítulo)”, adianta o autor.

Na lista de mortes, Danilo (Cauã Reymond), que é viciado em crack, estará a salvo. Para ele, Silvio pretende desenhar uma trajetória de redenção. “Mas não sei se ele vai se recuperar”, diz o novelista. O que é certo é que Fred (Reynaldo Gianecchini) ficará em evidência. Ele é um dos suspeitos por matar Saulo e, em breve, pode roubar as ações da família Gouveia. “Mas existe alguém por trás dele e da Clara, um mandante”, completa Silvio. Fica aí mais uma pista aos noveleiros. Emoção, certamente, é o que não vai faltar. Afinal, o autor pretende fazer o último capítulo ao vivo. Tudo para manter o suspense até o fim.

Suspeitos
Totó (Tony Ramos) - Depois do filho Agnello apanhar de Saulo, repetiu seguidas vezes que era capaz de ‘matar’ o irmão. “Eu mato ele, eu mato!”
 
Clara (Mariana Ximenes) – É a principal suspeita de ter matado Eugênio (Mauro  Mendonça), pai de Saulo. Será acusada por Bete Gouveia (Fernanda Montenegro) pelo crime.

Fred (Reynaldo Gianecchini) – No depoimento à polícia Saulo iria dizer que Fred era suspeito de ter matado seu pai (Eugênio – Mauro Mendonça). Coincidentemente, ele morreu antes.
 
Agnello
(Daniel de Oliveira) -  No capítulo antes da morte, Saulo flagrou a mulher Stela  e Agnello em seu apartamento. Depois, os homens discutiram na garagem do prédio. 
 
Danilo (Cauã Reymond) -  Foi expulso de casa pelo pai (Saulo) por causa do vício em crack. Há duas semanas, tem sido visto rondando o apartamento onde mora. Inclusive, no dia do crime.

Stela (Maitê Proença) - Por ter um caso com Agnello, foi jogada por Saulo na cama,  apanhou no rosto e foi ameaçada por ele de sair do casamento sem nada, por adultério

Diógenes (Elias Gleiser) - No capítulo da morte, chegou à casa dos Gouveia se desculpando por entrar pela porta da frente  da mansão. Ele estava suado  e com os pés sujos 
 
Melina
(Mayana Moura) - Mentiu para a avó que estava com Fred e, por isso, ainda não tinha chegado para o jantar.  Ao chegar em casa, disse que  tinha ido fazer compras
 
 Sinval (Kayky Brito) - No capítulo anterior à morte, ao encontrar a mãe (Stela) com marcas da surra que levou de Saulo, repetiu que iria ‘matá-lo’ por ter feito aquilo

Lorena (Tammy Di Calafiori) - Disse à família que, na hora da morte, tinha ido encontrar Chulepa (Gabriel Wainer), mas não  o encontrou, e foi às compras
 
Arthurzinho (Julio Andrade) - Depois do crime, chegou em casa dizendo que foi visitar a mãe. Questionada por Sinval, a personagem Stela disse que estava  no shopping com Arthurzinho 
 
Noronha (Rodrigo dos Santos) -  Tinha um ’caixa 2′ no exterior com Saulo

Mauro (Rodrigo Lombardi) – Estava investigando o caso por suspeitar de Saulo  
 
Gerson (Marcello Antony) – Na última semana, Saulo descobriu a que o irmão fica assistindo no computador. Depois disso, ameaçou contar seu segredo para a família
 
Laura (Adriana Prado) – A assessora de imprensa, que é ex-amante de Saulo, voltou à empresa na noite do assassinato. Viu Diana (Carolina Dieckmann) e disse ter esquecido um remédio
 
Myrna (Kate Lyra) – Depois da morte de Saulo, a secretária, que sempre foi alvo das grosserias do empresário, aparece dizendo:
‘My God, o que fui fazer?’

Autora: Aline Nunes (ESTADÃO)