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Mais um CANALHA de 17 anos que fará 18 em junho comete um assassinato brutal e, por ser “de menor”, ficará impune. O MALDITO contou o que diz ter feito, como se estivesse narrando um capítulo de novela, como disse uma policial. Com a palavra aqueles que são contra a diminuição da maioridade penal, como o sr. Michel Temer, vice-presidente do país.

sábado, 27 de abril de 2013

O menor F., acusado de participar do assassinato da dentista Cinthya Magaly Moutinho de Souza. Nem a cara do maldito é possível ser mostrada. E VIVA O E.C.A. (ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE)

Aqui no Brasil, o CANALHA bebe, sai dirigindo, provoca um acidente, mata uma ou mais pessoas, recusa-se a fazer o teste do bafômetro, vai preso e…em seguida é liberado após o pagamento de uma “merreca” de fiança. Em caso semelhante, lá nos EEUU, o sujeito pega de 25 a 51 anos de cadeia!!!Temos muito que aprender!!!

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Pensamento do dia: “Tudo de que você precisa está dentro de um livro. Seu filho não pode chegar à internet sem passar pelo livro. Se não for capaz de escrever o que pensa e de entender o que lê, vai pra internet pra virar um idiota. A internet está cheia de idiotas. Ela conseguiu dar palco pro canalha, pro invejoso. A humanidade, vocês, adultos, sabem, não presta. E você multiplica a potencialidade dessa maldade na internet”. (Ziraldo, escritor e cartunista que completará 80 anos em outubro).

quarta-feira, 23 de maio de 2012

MOLEQUE, IRRESPONSÁVEL E CANALHA!!! Ele tem 14 anos. Pegou o carro do namorado da mãe, matou o filho de dona Efigênia e matou também o sonho de uma família se unir novamente!!!

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Há 12 anos que o mês de  dezembro, incluindo o Natal, tornou-se o período mais triste do ano para a aposentada Efigênia Lopes Vieira Gonçalves, 73.

No dia 9 de dezembro de 1999, ela perdeu o marido, o pedreiro conhecido como Geraldo Beijinho, após sofrer um infarto. Morreu de repente, quando saía do banho.

Ao lado dele, Efigênia passou a maior parte da vida e criou seus oito filhos.

Este ano, após ouvir os apelos da família, Efigênia ameaçava abrir novamente o coração para as festas de Natal. Ainda resistia, mas parecia disposta a ceder.

A possibilidade deixou a família eufórica. Havia meses que os parentes compravam presentes para serem distribuídos por um Papai Noel.

“Queríamos mostrar pra ela que o Natal não é só tristeza”, diz o neto Heraldo Robson Vieira Santos, 23.

Hoje,  a família acredita ter perdido todos os argumentos.

O desempregado Vaderli Gonçalves (foto ao lado), 45, o Liliu, que foi enterrado no cemitério São Luís (zona sul), era um dos oito filhos da aposentada. Era também o único que morava com ela.

“Ele era a única companhia que minha avó tinha”, conta Heraldo.

Liliu morreu  após ser esmagado entre uma lixeira e um carro desgovernado, dirigido em alta velocidade por um adolescente de 14 anos.

Antes de atropelar o desempregado, o jovem foi visto fazendo estripulias com o Palio -carro do namorado da mãe- pelas ruas do Campo Limpo, na zona sul.

Dentro do carro, havia mais dois outros jovens. A mãe do garoto, uma corretora de imóveis de 33 anos, afirma que não o viu pegar o veículo porque estava dormindo naquele horário.

A polícia investiga a versão. O atropelamento ocorreu por volta das 19h, mas testemunhas dizem que o estudante dirigia o Palio pelas ruas do bairro desde às 15h.

Liliu, que estava desempregado e vivia de pequenos bicos, subia pela rua Paulo Hankar carregando chocolates que estava levando para suas sobrinhas.

“O Liliu era adorado pelas crianças. Ele subia essa rua todos os dias acompanhado por três crianças que buscava na escola. A tragédia poderia ser ainda maior”, diz o auxiliar de produção Danilo Ribeiro Correia, 25.

Foi Correia quem perseguiu o menor e conseguiu detê-lo.

“Nem sabia que era o Liliu. Se soubesse, acho que teria dado uns tapas naquele menino e não tê-lo protegido”, afirma.

Efigênia, segundo contam parentes, não teve coragem de ver o corpo de Liliu após o acidente.

A aposentada não esteve no velório nem no enterro do filho, assim como aconteceu há 12 anos na morte de Geraldo, seu marido.

Ficou em casa, amparada por amigas, à base de chás.

Fonte: FOLHA

NOTA DO BLOG:

Já passou da hora de se alterar a legislação deste país, permitindo-se que os adolescentes respondam pelos seus atos e, quando criminosos, sejam julgados e punidos severamente.

É uma imbecilidade aceitar-se e afirmar-se que um jovem de 14 anos não tenha a mínima noção do que é certo ou errado.

P.S. – O advogado do “menininho” disse que ele confundiu-se com os pedais. Trocou o do breque pelo do acelerador. Que coisa, não? Foi ”apenas” um lapso que custou a vida de um inocente.