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***********R E P E T E C O*********** O dia em que minha conta do Facebook foi desativada. Estamos às vésperas de um êxodo em massa do Facebookistão?

terça-feira, 9 de abril de 2013

Sexta passada acordei, li o jornal, tomei café e liguei o computador. Abri meu e-mail e, quando comecei a abrir as abas subsequentes para continuar minha rotina matutina dentro da rede, um aviso a interrompeu: “A sua conta do Facebook foi suspensa”.

Um microssegundo de pânico (“Minhas fotos! Minhas mensagens! Meus contatos!”) foi seguido de um longo segundo de paz (“Imagine não ter que me preocupar mais com o Facebook…”). Enquanto a metade mecânica do meu cérebro abria novas abas para buscar “Como recuperar minha conta no Facebook” em fóruns específicos, a outra, a racional, procurava pelo telefone da assessoria de imprensa da rede social ao mesmo tempo em que eu pensava em você, caro leitor do caderno que edito, que pode passar por uma situação semelhante sem saber a quem recorrer.

Porque nem sequer há um e-mail para quem você possa mandar sua reclamação. O máximo que dá para fazer é acessar a página facebook.com/help e ver o que é que você pode ter feito para ter a conta suspensa. Milhares de perfis do Facebook são suspensos ou bloqueados diariamente pelos motivos mais diversos: os usuários infringem direitos autorais, publicam conteúdo impróprio ou tentam se passar por pessoas que não são. Outra possibilidade de ser defenestrado da rede social – ou ter algumas funções do perfil desabilitadas – é a falta de noção ao usar ferramentas básicas do site. Quem adiciona centenas de amigos no mesmo dia, publica fotos ininterruptamente ou convida desconhecidos para participar de grupos, por exemplo, pode ter desativado o recurso que usou sem parcimônia.

E enquanto tentava descobrir como fazer para minha conta voltar a funcionar (e em todas as dificuldades que alguém que não tenha contato direto com a equipe do site poderia passar), fiquei pensando que este tipo de atitude pode acabar frustrando o usuário casual.

Motivos para deixar o Facebook – como motivos para permanecer lá – não faltam. O site é constantemente acusado de utilizar informações valiosas sobre cada um de nós para transformar-se num negócio bastante lucrativo – isso sem contar as teorias de conspiração que acusam a rede social de ser uma máquina de espionagem governamental. Mas não chegamos àquela fase que aconteceu logo depois do auge do Orkut no Brasil, antes da tal “orkutização”, quando centenas de usuários da primeira rede social do Google resolveram cometer o que foi batizado, à época, de “orkuticídio”.

Mas os números de crescimento do Facebook vêm diminuindo. A rede passou os 800 milhões de cadastrados no final de 2011 e levou quase seis meses para atingir os 900 milhões de usuários que ainda não foram oficializados em comunicado, apenas nas especulações que precederam sua abertura de capital na Nasdaq.

E os casos de contas desativadas, por motivos diferentes, vêm aumentando. E se eu, que me encaixo na categoria hard user da rede social, pensei na possibilidade de uma vida sem Facebook, imagine quem entrou na rede porque os amigos insistiram (“todo mundo está lá!”) ou porque se sentiram por fora, mesmo sem ter intimidade com o meio digital…

Steve Coll, jornalista da revista norte-americana New Yorker, nem precisou passar pelo perrengue que passei para decidir deixar a rede social. No artigo “Deixando o Facebookistão”, ele explica a série de motivos que o fizeram abandonar o site e conta que, ao encontrar o botão escondido que permite desativar a sua conta, foi perguntado sobre os motivos da saída. Não encontrou as alternativas reais que motivaram sua desistência (sugeriu “regras cidadãs inadequadas” e “dúvidas sobre governança corporativa”) e escolheu a que mais se encaixa com sua insatisfação: “Eu não me sinto seguro no Facebook”.

No início da tarde de sexta-feira, uma mensagem chegou ao meu e-mail dizendo que minha conta havia sido desativada “por engano”. Vai entender… Mas não duvide se começarmos a ver, até o fim do ano, um êxodo massivo da maior rede social do mundo.

por Alexandre Matias

Sergio Porto, o saudoso Stanislaw Ponte Preta se vivesse nos dias de hoje, chamaria o Facebook de “samba do crioulo doido”. Por quê? Porque aqueles amigos de longa data, que possuem o seu endereço e telefone, enviam mensagens convidando-o para que se tornem “amigos”. Aqueles amigos que no seu aniversário o visitavam ou telefonavam, hoje expressam seus cumprimentos pelo Face. É ou não, um “samba do crioulo doido”? (Oswaldo Amaral)

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Pensamento do dia: “Cuidado! Quem tem muitos amigos no “Face” pode ter uma personalidade narcísica. Personalidade narcísica não é alguém que se ama muito, é alguém muito carente”. (Luiz Felipe Pondé)

segunda-feira, 4 de março de 2013

NOTA DO BLOG:

O ideal é manter no Facebook apenas aqueles que você considera verdadeiros amigos (às vezes a gente se engana). Prefira  qualidade ao invés de quantidade.

Ter muitos amigos no FACEBOOK pode indicar tendência narcisista, aponta estudo. Usuários que contam com muitos amigos e atualizam frequentemente o status na rede social podem querer sempre ser o centro das atenções. É O SEU CASO? (hehehe)

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013
Ter muitos amigos e atualizar bastante o status do Facebook pode indicar que o usuário seja narcisista, segundo um novo estudo divulgado pelo Mashable.
Pesquisadores da Universidade Western Illinois, nos Estados Unidos, vincularam o número de amigos e as atividades no Facebook com a possibilidade do usuário ser um narcisista “socialmente disruptivo” (aquele que rompe).
“Pessoas que têm uma necessidade de se sentir bem com elas mesmas vão ao Facebook como uma forma de conseguir isso”, afirmou Chris Carpenter, um dos responsáveis pelo estudo. “O Facebook dá às pessoas com tendências narcisistas a oportunidade de explorar o site para conseguir atingir as necessidades e se tornar o centro das atenções”.
O estudo mostra que dois tipos de comportamento narcisistas podem ser detectados em pessoas que se auto-promovem no Facebook. O primeiro, chamado “exibição grandiosa”, fala sobre pessoas que amam ser o centro das atenções. O outro envolve o quão longe alguém é capaz de ir para conseguir a atenção que acha que merece.
“Não há uma base de quantos amigos uma pessoa tem ou o quanto ela atualiza o status para qualificar uma tendência narcisista. Mas é interessante notar como essas pessoas usam pronomes em primeira pessoa como ‘Eu’ e ‘mim’ no site”, disse Carpenter.
Fonte: Olhar Digital

REPETECO: AQUI POSTADO EM 26/01/2012 O FACEBOOK “ARMAZENA” A SUA VIDA!!! Um estudante de direito alemão que fala das suas investigações ficou espantado com o que descobriu que o FaceBook sabia sobre ele. O equivalente a um dossier de 1200 páginas. VEJA NO VÍDEO ABAIXO.

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

LIGUE O SOM, CLIQUE, ABRA A TELA E…SURPREENDA-SE COM AS REVELAÇÕES.

NOTA DO BLOG:

Você ainda acha que deve continuar contando a sua vida no Facebook? Dados pessoais, JAMAIS, repito: JAMAIS devem ser postados em redes sociais. Como se diz popularmente, “NÃO SE DÁ SOPA AO AZAR”. No futuro, você poderá vir a se arrepender amargamente de ter “aberto a sua vida” publicamente.

Desinteresse e questões de privacidade afastam pessoas do Facebook

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Tyson Balcomb, aluno da Universidade Estadual de Portland, decidiu sair do Facebook depois de um encontro acidental em um elevador. Ele viu-se diante de uma mulher que não conhecia pessoalmente –mas, pelo Facebook, ele sabia que cara o irmão mais velho dela tinha, que ela era de uma pequena ilha ao largo da costa do Estado de Washington e que havia recentemente visitado a Space Needle em Seattle.

“Eu sabia todas essas coisas sobre ela, e nunca havíamos nos falado”, conta Balcomb, que está fazendo graduação em medicina no Oregon e tem alguns amigos reais em comum com a mulher. “E comecei a pensar que aquilo talvez não fosse muito saudável.”

The New York Times

Enquanto o Facebook prepara sua muito aguardada oferta pública inicial de ações, está ansioso por mostrar ímpeto aproveitando seu imenso quadro de assinantes: mais de 800 milhões de usuários ativos em todo o mundo, segundo a empresa, e 200 milhões nos Estados Unidos, ou dois terços da população do país.

Mas a empresa começa a esbarrar em um obstáculo, entre os norte-americanos. Algumas pessoas, mesmo entre os mais jovens, simplesmente se recusam a participar, e entre elas estão algumas que chegaram a experimentar o serviço.

Um dos principais argumentos de venda do Facebook é que ele permite criar elos mais próximos entre amigos e colegas. Mas algumas das pessoas que preferem ficar fora do site afirmam que ele pode ter o efeito oposto e fazer com que se sintam mais, e não menos, alienadas.

“Eu deixei de telefonar para meus amigos”, diz Asleigh Elser, 24, que está fazendo pós-graduação em Charlotesville, Virgínia. “Limitava-me a ver suas fotos e atualizações e achava que desse modo estava conectada a eles”.

É certo que uma vida sem Facebook tem desvantagens em uma era na qual as pessoas anunciam toda espécie de marcos pessoais importantes na web. Elser perdeu convites e fotos de bebês recém-nascidos postados por amigos. Mas nada disso a incomodou tanto quanto a distância que, segundo Elser, sua conta no Facebook criava entre ela e os amigos. E por isso decidiu fechá-la.

Muitas das pessoas que preferem ficar fora do serviço mencionam preocupações quanto à privacidade. Os estudiosos das redes sociais afirmam que é tudo uma questão de confiança. Amanda Lenhart, que dirige pesquisas sobre adolescentes, crianças e famílias no Pew Internet and American Life Project, diz que as pessoas que usam o Facebook tendem a “em geral confiar nas outras pessoas e nas instituições”. E acrescenta que “algumas pessoas tomam a decisão de não usar o serviço porque temem o que poderia acontecer”.

Lenhart aponta que cerca de 16% dos norte-americanos não têm celulares. “Sempre haverá quem resista”, diz.

Steve Dykes/The New York Times
Tyson Balcomb, estudante que decidiu deixar o Facebook depois de um encontro acidental em um elevador
Tyson Balcomb, estudante que decidiu deixar o Facebook depois de um encontro acidental em um elevador

Os executivos do Facebook afirmam não esperar que todos os norte-americanos assinem o serviço. Em lugar disso, estão desenvolvendo maneiras de manter os atuais usuários por mais tempo no site, o que oferece à empresa oportunidade de lhes mostrar mais anúncios. E o maior crescimento do serviço agora ocorre em regiões como a Ásia e a América Latina, onde talvez ainda existam pessoas que nunca ouviram falar do Facebook.

“Nosso objetivo é oferecer às pessoas uma maneira útil, divertida e gratuita de se conectar com os amigos, e espero que tenhamos apelo para uma ampla audiência”, diz Jonathan Thaw, porta-voz do Facebook.

Mas os números quanto ao crescimento do site nos Estados Unidos são sombrios. O número de norte-americanos que visitaram o Facebook caiu em 10% nos 12 meses até outubro –depois de um crescimento de 56% no mesmo período um ano atrás, de acordo com a comScore, que monitora o tráfego de internet.

Ray Valdes, analista do Gartner, diz que essa desaceleração não era uma questão crucial para a oferta pública inicial da companhia, que pode acontecer no segundo trimestre. O que importa, diz, é a capacidade do Facebook para manter seus milhões de usuários atuais entretidos e interessados em retornar.

“É provável que estejam mais preocupados com a perda do entusiasmo inicial dos assinantes”, diz Valdes. “É um problema que precisam resolver continuamente, e não existe solução permanente.”

Erika Gable, 29, que vive em Brooklyn e faz relações públicas para restaurantes, nunca viu graça no Facebook. Ela diz que a conversa cotidiana que o site traz –atualizações sobre dias de cabelo ruim ou fotos do que foi comido em um jantar– é simplesmente lixo virtual que ela não quer acumular em sua vida.

“Se eu tiver vontade de ver o segundo filho da minha prima em quinto grau, ligo para ela”, diz, rindo.

Gable não tem aversão à tecnologia. Usa um iPhone e ocasionalmente o Twitter. Mas quando o assunto é criar um perfil na maior rede social do mundo, os limites de sua tolerância são excedidos.

“Lembro de usar o Myspace por algum tempo e de sempre me sentir esquisita quando via informações sobre os outros o tempo todo”, diz. “Não é algo que me interesse.”

Todd Heisler/The New York Times
Erika Gable, que se recusa a entrar no Facebook, mas usa serviços de mídia social como o Twitter
Erika Gable, que se recusa a entrar no Facebook, mas usa serviços de mídia social como o Twitter

Will Brennan, 26, do Brooklyn, diz que ouviu “muitas histórias de horror” sobre os problemas de privacidade do Facebook. Mas conta que os amigos nem sempre aceitam com simpatia sua postura de rejeição às mídias sociais.

“Recebo convites para o Facebook pelo menos duas vezes por mês”, diz Brennan. “E tenho de ouvir resmungos por arruinar os planos de alguém porque não estou no Facebook.”

E quer os amigos reclamem, quer não, dizem as pessoas que preferem viver sem Facebook, essa decisão parece ser assunto quente para conversas –mais ou menos como a decisão de não ter um televisor seria, em outra era.

“As pessoas sempre ficam espantadas”, diz Chris Munns, 29, administrador de sistemas em Nova York. “Mas minha vida funciona bem sem ele. Não sou recluso. Tenho amigos e uma vida agradável em Manhattan, e por isso não acho que haja algo faltando em minha vida.”

Mas a pressão dos colegas só vai aumentar. Susan Etlinger, analista do Altimeter Group, diz que a sociedade está adotando novos comportamentos e expectativas diante da quase onipresença do Facebook e de outras redes sociais.

“As pessoas podem começar a perguntar por que as pessoas que não participam das redes sociais decidiram agir assim. Será que estão escondendo alguma coisa?”, ela diz. “As normas estão mudando.”

Essa forma de raciocínio funciona nos dois sentidos para aqueles que escolhem não usar o Facebook. Munns diz que sua vida amorosa se beneficiou do fato de ele não ter um dossiê on-line. “As pessoas não têm a oportunidade de vasculhar sua vida toda no Facebook antes de um encontro.”

Mas Gable diz que essas verificações de antecedentes são a única coisa de que ela precisa no Facebook.

“Se estou interessada em um cara, peço a uma amiga para olhar”, diz Gable. “Mas não vou além disso.”

Fonte: New York Times (tradução de Paulo Migliacci)

Facebook tem mais de 83 milhões de perfis falsos. Mais de um em cada 12 perfis do Facebook são potencialmente falsos.

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Segundo dados publicados pela própria empresa, cerca de 83 milhões das 955 milhões contas de usuário que tem a rede social (8,7% do total) podem ser falsas.

Para a empresa, 28% dos perfis falsos são “contas mal classificadas”, como animais de estimação e empresas –que deveriam ganhar uma “página” ao invés de um perfil.

A rede social estima que contas “extras” –a segunda conta de uma pessoa que já tem um perfil– representem 55% dos perfis falsos.

O restante dos cadastros impróprios (cerca de 1,5 milhão) é composto por “indesejáveis”: pessoas mal-intencionadas que se valem de um “fake” para enviar propaganda ou aplicar golpes.

“Geramos a maior parte de nossa receita a partir de publicidade”, lê-se no documento. “A [eventual] perda de anunciantes [decorrente de um número substancial de perfis falsos] poderia seriamente comprometer nosso negócio.”

EMERGENTES SÃO MAIS ‘FAKE’

“Acreditamos que o número de contas falsas em mercados desenvolvidos como EUA e Austrália sejam significantemente mais baixo que em mercados em desenvolvimento, como Indonésia e Turquia”, diz o relatório.

“Contudo, essas estimativas se baseiam em análise interna de uma limitada amostra de perfis, verificando nomes que parecem ser inverídicos ou outros comportamentos que parecem ilegítimos.”

Os dados foram divulgados em um relatório feito público pela SEC (Securities and Exchange Comission, equivalente à brasileira Comissão de Valores Mobiliários).

O Facebook foi alvo de investigação desde sua oferta pública inicial de ações, que aconteceu em fevereiro.

Seus papéis se desvalorizaram significantemente desde então: valiam US$ 38 e, hoje, têm preço de pouco menos de US$ 21.

Fonte: Folha.com

O FACEBOOK JÁ PEDIU O NÚMERO DO SEU TELEFONE? SE AINDA NÃO PEDIU, VAI PEDIR.

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Como parte de uma suposta iniciativa de segurança, o Facebook passou a emitir um comunicado que, entre outras recomendações, pede que o usuário adicione ou confirme um número de telefone móvel.

“Esta é uma medida de segurança para ajudar a garantir que o Facebook continue sendo uma comunidade de pessoas usando suas identidades reais”, diz a justificativa oficial, adicionada às páginas de ajuda do site.

“Se você perder a sua senha em algum momento, também poderá usar seu número de celular para acessar sua conta”, continua o texto.

Segundo o site “TechCrunch”, alguns milhões de usuários já estão vendo a mensagem em que a rede social solicita um número de telefone –em breve, todo o resto da comunidade cadastrada deve ter o dado solicitado.

Já há certo tempo, o Facebook deseja o número de telefone dos usuários, sem saber ao certo como solicitá-lo, segundo uma reportagem da CNN.

“Tais números poderiam ser enviados pelo Facebook a uma lista de desenvolvedores de aplicativos, que, por sua vez, poderiam dar um jeito de conseguir informações úteis para publicidade direcionada e até para spam”, disse à rede americana o analista de segurança digital Chester Wisniewski.

488 milhões de pessoas acessam o Facebook usando o smartphone, segundo  o site “socialbakers.com”.

Fonte: Folha.com

NOTA DO BLOG:

Para não se arrepender mais tarde, cuidado com as informações pessoais que você posta nas chamadas redes sociais.