Posts com a Tag ‘NET’

Nas suas peças publicitárias, a NET se gaba de ser a única operadora a possuir o NOW. Isso é verdade. Ela só “ESQUECE” de dizer que, mesmo pagando uma “salgada” mensalidade, se você quiser assistir a algum filme pelo tal de NOW, tem que PAGAR! É isso aí! Você paga a mensalidade e paga pelos filmes do NOW. A bem da verdade, aqueles que já passaram “trocentas” vezes em TODOS os canais, são oferecidos GRATUITAMENTE.

sexta-feira, 26 de abril de 2013

LIGUE O SOM, CLIQUE, ABRA A TELA E…CONFIRA

Você é assinante da NET ou “TIPO” NET? Então você sabe que para não ter que assistir “trocentas” vezes os mesmos filmes, precisa “PAGAR POR FORA”, isto é, além do que já paga pela exorbitante mensalidade!!! DEPLORÁVEL!!!

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

O Grupo NET é a sétima empresa com maior número de RECLAMAÇÕES no ranking do Procon-SP de 2012, com 2.568 queixas até as 7h14 de sexta-feira (12/10). A FALTA DE QUALIDADE do serviço é o quarto item mais mencionado pelos clientes e responde por 14,7% do total de reclamações (198). A COBRANÇA INDEVIDA é o maior motivo de insatisfação, com 52,3% da queixas (1345).

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

A NET VAI PAGAR OS PREJUÍZOS?

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Após diversas reclamações de usuários de problemas no sinal do Virtua em São Paulo, na quinta-feira (12), o Procon notificou a Net, responsável pelo serviço. Em nota, o órgão disse que a companhia deverá explicar os motivos do problema e a quantidade de usuários afetada.

Ainda de acordo com o comunicado divulgado, a Net deverá determinar o “prazo estimado para solução definitiva do problema e restabelecimento integral dos serviços a todos os seus usuários”.

Caso alguma irregularidade seja comprovada, a empresa pode levar multa que varia de R$ 400 a R$ 6 milhões. Os consumidores têm direito a abatimento proporcional ao tempo que ficaram com o serviço indisponível, segundo o Procon.

Clientes de internet da empresa Net, o Virtua, reclamaram na quinta (12) de instabilidade ou de indisponibilidade do serviço na cidade de São Paulo. O assunto virou um dos tópicos mais comentados no microblog Twitter.

As reclamações ocorrem também sobre a central de atendimento da Net por telefone.

Por meio de nota, a NET informou que houve “uma ocorrência técnica” que afetou os serviços de banda larga e telefonia em algumas áreas da cidade de São Paulo.

NOTA DO BLOG:

Neste país a coisa funciona assim: se você não pagar a fatura, o seu “sinal” é CORTADO. Se você está trabalhando e o seu sustento depende disso e fica sem “sinal” por culpa da empresa contratada, NADA ACONTECE. VOCÊ QUE SE DANE!!!  VOCÊ QUE SE LIXE!!! Você tem os seus direitos VIOLENTADOS e absolutamente nada acontece.

VÁ RECLAMAR COM O BISPO, pois se você tentar reclamar com a empresa, ouvirá aquilo que os clientes da NET ouviram ontem:

“-TODAS AS NOSSAS LINHAS ESTÃO OCUPADAS!”

Cada vez mais as Igrejas Evangélicas vão “comprando horários” nas emissoras abertas de televisão. De duas uma, ou você se “converte” a uma delas ou torna-se assinante da Net, da Sky ou da Embratel.

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Os paulistanos assinantes da NET ficaram sem internet e sem telefone por várias horas. A NET vai PAGAR os PREJUÍZOS?

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Você está satisfeito com o seu serviço de TV por assinatura? As queixas dispararam!!!

segunda-feira, 13 de junho de 2011

As queixas contra prestadoras de tevê por assinatura dispararam nos primeiros quatro meses deste ano. De janeiro a abril, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) recebeu 30.858 reclamações contra o serviço, o que equivale a 257 por dia, ou 30,5% a mais do que as 23.638 registradas em mesmo período de 2010.

Os principais motivos para a insatisfação dos usuários são irregularidades na cobrança, em reparos, na instalação e no cancelamento. Entidades de defesa do consumidor e analistas afirmam que tamanho transtorno é fruto da baixíssima concorrência dentro desse segmento de mercado. Em um universo de pouco mais de 10 milhões de usuários, 82% deles estão nas mãos de apenas três grupos: Net, Embratel e Sky/Directv. Só a Net, maior dos três, detém, sozinha, uma fatia de 41,5% do total.

Em uma tentativa de ampliar a competição no setor e, consequentemente, melhorar e baratear o serviço, a Anatel aprovou, no último dia 2, uma atualização de regulamento para permitir a entrada de novos concorrentes. A proposta fica aberta a consulta pública até 16 de julho, mas está longe de solucionar a briga entre prestadoras e consumidores. De um lado, a Net alega que a regra fere pontos da Lei Geral de Comunicações (LGT), do outro, a Oi — praticamente única beneficiada pela medida — comemora a possibilidade de entrar nesse mercado.

No meio do fogo cruzado entre reguladores e empresas, o consumidor continua a sofrer com um serviço caro e de baixa qualidade.

Dados encomendados pela Oi e elaborados pela consultoria LCA mostram que apenas 8,4% dos municípios brasileiros têm acesso ao serviço de tevê paga, enquanto tecnologias semelhantes, como a telefonia móvel, por exemplo, chegam a 99,6% da população.

Na avaliação da coordenadora-institucional da Associação Brasileira de Defesa do Consumidor (Proteste), Maria Inês Dolci, mesmo quando for aprovado, o regulamento da Anatel será insuficiente para permitir a entrada em quantidade razoável de novos concorrentes. “É preciso um facilitador para que as pequenas empresas consigam entrar nesse mercado. Da maneira como está, a competição continuará limitada e o serviço, ruim”, diz.

Inês destaca que a tevê por assinatura está na segunda posição do ranking de reclamações feito pela Proteste no ano passado, à frente de segmentos como telefonia fixa, serviços financeiros e varejo e atrás apenas da telefonia celular.

 

“A concorrência é fundamental para qualquer setor, porque ela sempre vem acompanhada de queda nos preços e melhoria do atendimento”, argumenta.

Atualmente, o serviço é prestado, em 96,6% dos contratos, por dois tipos de tecnologia: cabo e satélite (DHT). Especificamente para a prestação do serviço via cabo, estão atualmente nas gavetas da Anatel mais de mil pedidos para concessão de outorga. O problema é que, desde 2001, não foi concedida licença sequer para a exploração dessa modalidade, de forma que a Net atua nesse segmento há quase 10 anos praticamente sozinha.André Borges, vice-presidente jurídico e de relações institucionais da Net, rebate que, na prática, a concorrência se dá na medida em que as demais prestadoras oferecem tevê via satélite, que é outra tecnologia, mas o mesmo serviço. No entender dele, as rivais já têm infraestrutura suficiente para serem competitivas no mercado. “Na verdade, elas contam até com mais facilidade, porque ao operar via DTH (satélite) podem ter participação majoritária de capital estrangeiro na composição da empresa, enquanto somos restritos ao capital brasileiro”, afirma Borges. O executivo ressalta ainda a necessidade de tratamento regulatório igualitário para as diferentes tecnologias como forma de equilibrar o setor.

A Anatel garante que a mudança em consulta pública, quando aprovada, permitirá que qualquer interessado entre no mercado de tevê a cabo, “desde que se enquadre dentro das regras estipuladas pela agência”. O centro do debate é que, entre essas regras, está a obrigatoriedade de a empresa entrante ter majoritariamente capital brasileiro. A Telefônica considera que, nesse cenário, o principal prejudicado é o consumidor, na medida em que, “sem concorrência, encontra menos opções de serviços e menos variação de preços”.

Paulo Mattos, diretor de regulamento da Oi, diz que um dos principais benefícios trazidos pela nova regra será a possibilidade de outras empresas oferecerem o chamado combo, que inclui tevê, voz e internet, a partir do mesmo cabo de fibra óptica, de forma a baratear os custos, assim como a Net está licenciada para fazer. “Sem autorização para atuar na tevê a cabo, só podemos fazer o combo com tevê via satélite, que é muito mais difícil e caro”, explica.

Senado discute abertura
» A restrição ao capital estrangeiro exclui, automaticamente, a possibilidade de GVT (controlada por investidores franceses), Telefônica (controlada por espanhóis), e Embratel (controlada por mexicanos), entrarem nesse nicho. Assim, a Oi sobra como a única operadora qualificada para concorrer com a Net, nos moldes como o regulamento foi proposto. Um projeto em discussão no Senado conhecido como PLC 116 prevê o fim dessa limitação de forma a abrir as portas para que as principais operadoras entrem no serviço de cabo. Por enquanto não há consenso em relação ao PLC, mas há grande expectativa que sua aprovação ocorra ainda este ano.

Fonte: Correio Braziliense

Elevação de preços, inflação? Não aqui, na “Ilha da Fantasia”!!!

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
{…} “Os assinantes da famigerada NET estão sendo  surpreendidos não apenas com o aumento das mensalidades, mas com a supressão de  razoável número de canais antes acessados conforme os contratos. Para assisti-los, agora,  será  necessário pagar por fora, como no caso anterior de torneios de futebol e de filmes não tão velhos quanto os apresentados normalmente. Isso sem falar em que, quando  lançados os canais a cabo, a promessa era de que  não conteriam publicidade ou propaganda de qualquer espécie.
Só isso? Nem pensar. Também no último ano do presidente Lula o governo autorizou o aumento generalizado  no preço dos remédios. A informação era de que tudo se limitaria a 4%. Vá o  leitor reclamar na farmácia da esquina.
Mesmo  proibidos os reajustes,  eles não  pararam de acontecer nos últimos doze meses. Agora, autorizados, passam de  30%”. (Carlos Chagas, jornalista)

NOTA DO BLOG:

Diga aí, meu amigo, minha amiga: vivemos ou não na “Ilha da Fantasia”? Lembra deles: