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Freud Godoy, ex-secretário de Lula, terá sigilo bancário quebrado pela Polícia Federal

sexta-feira, 26 de abril de 2013

Charge: Alpino

Confirmado: a Polícia Federal realmente blindou Lula, para não haver divulgação dos 122 telefonemas entre o ex-presidente e Rosemary Noronha

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

É verdadeira a informação divulgada pela jornalista Vera Magalhães, da Folha de S. Paulo, dando conta de que estão excluídas da investigação da Operação Porto Seguro as 122 ligações telefônicas entre a ex-chefe de gabinete da Presidência em São Paulo, Rosemary Nóvoa Noronha, e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Entre os integrantes da própria Polícia Federal, o assunto é tratado com ironia e revolta. As ligações telefônicas feitas e recebidas por Rose foram realmente investigadas, mas como o ex-presidente Lula surgiu como um dos interlocutores dela, a direção da Polícia Federal, que é subordinada ao ministro da Justiça José Eduardo Cardozo, resolveu colocar um pedra sobre o assunto, concentrando as investigações apenas nas trocas de e-mails, deixando Lula de fora, porque ele não usa computador.

CONFIRMAÇÃO

A confirmação da blindagem de Lula foi feita  ao Blog da Tribuna por fonte da própria Polícia Federal. Apesar de não ter participado diretamente da Operação Porto Seguro, o delegado da Polícia Federal disse não ter a menor dúvida a respeito, porque, em qualquer investigação de esquema de corrupção, a primeira coisa que se faz é controlar as ligações telefônicas. Esta é a rotina da Polícia Federal, seguida em todas as investigações, sem exceção.

No entanto, o ministro José Eduardo Cardozo se apressou em divulgar que o diretor-geral da Polícia Federal, delegado Leandro Daiello Coimbra, lhe esclareceu pessoalmente que o sigilo telefônico de Rosemary Nóvoa Noronha não fora quebrado. E Cardozo passou essa informação à presidente Dilma Rousseff na segunda-feira, para deixar claro que o ex-presidente Lula não seria atingido diretamente pelo escândalo.

Resta saber se alguém acreditará que uma investigação tão importante tenha sido conduzida pela Polícia Federal sem controlar as ligações telefônicas da principal envolvida, tendo se preocupado apenas em interceptar os e-mail enviados pela ex-chefe de gabinete da Presidência em São Paulo…

Bem, está chegando o Natal e pode ser que ainda haja quem acredite em Papai Noel travestido de policial federal, trazendo um presente blindado para Lula.

por Carlos Newton (Tribuna da Internet)

NOTA DO BLOG:

Rose era tão próxima de Lula que inexplicavelmente fez 23 viagens internacionais com ele, façanha não alcançada por nenhum ministro, exceto Celso Amorim, das Relações Exteriores, cuja presença nas visitas a países estrangeiros era obrigatória.

Desnecessário qualquer outro comentário.

CorrupTur

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

O mundo está de pernas para o ar e Londres, literalmente, pega fogo. O que segue no lugar de sempre é a corrupção brasileira.

A PF desbaratou ontem mais uma quadrilha no cafofo do Turismo. Este é um daqueles ministérios-cumbuca, que serve à roubança capilarizada, onde todo mundo dá um jeitinho de meter a mão.

É ótimo que a PF esteja fazendo o seu trabalho. Mas fica, ao mesmo tempo, a sensação de que o país nessa área está enxugando gelo.
Trata-se, mais uma vez, de um caso envolvendo desvio de dinheiro de emenda parlamentar. Em torno de R$ 3 milhões da verba que deveria, supostamente, servir à “capacitação” de profissionais do turismo em Macapá foram destinados a empresas de fachada. É um esquema já clássico de pilhagem, do qual a pasta do Turismo se tornou uma espécie de agência de viagem.

Entre 33 pessoas, foram presos o atual número 2 e o ex-secretário-executivo do ministério. Não há, por ora, evidências de que o ministro Pedro Novais (PMDB) esteja diretamente implicado no episódio.

Novais é o deputado maranhense que usou verba de gabinete para pagar uma noitada no Motel Caribe, arredores de São Luís, caso que veio à tona em dezembro. O ministro não deveria ter assumido o cargo. Sua presença à frente da pasta é uma espécie de cartão de visita a indicar a vocação do lugar.

Diferentemente do que se passou nos Transportes, desta vez o alvo não é o PR, mas o consórcio entre PMDB e PT. Há diferenças substantivas entre eles? E semelhanças?

O Turismo é uma pasta periférica. Além de abrigar falcatruas, emendas para eventos suspeitos e patrocinar favores a apaniguados, para que serve esse ministério?

Não há como resgatá-lo da cultura da corrupção? A Copa não será suficiente para dar ao Turismo uma feição mais séria, um papel estratégico ou menos decorativo, de fato público? Como existe hoje, melhor extingui-lo logo. Seria uma economia de dinheiro e de vexames.

Autor: Fernando de Barros e Silva                                                                                                Charge: Angeli

“Você jogaria pela janela do seu carro CEM MIL REAIS em dinheiro vivo? Um aliado do Senador Romero Jucá, jogou!”

sábado, 2 de outubro de 2010

A Polícia Federal em Boa Vista (RR) apreendeu nesta sexta-feira R$ 100 mil jogados de um carro que tinha acabado de sair do escritório do senador Romero Jucá (PMDB-RR), líder do presidente Lula no Senado e candidato à reeleição.

O dinheiro estava em poder do empresário e colaborador voluntário da coligação de Jucá, Amarildo da Rocha Freitas, irmão do deputado Urzeni Rocha (PSDB), que disputa a reeleição.

Detido, Freitas prestou depoimento, ao qual a reportagem teve acesso. Nele, disse que recebeu um envelope das mãos de Jucá, momentos antes da abordagem da polícia, sem saber que se tratava de dinheiro nem que estava endereçado ao seu irmão.

Logo que saiu do escritório de Jucá, o colaborador disse que percebeu que estava sendo seguido pela PF. “Assustado pela situação”, diz Freitas, no depoimento, jogou o envelope para fora do carro.

Jucá foi depois à PF, acompanhado do deputado federal Márcio Junqueira (DEM-RR). O senador negou envolvimento com o episódio.

Junqueira disse que estava “passando” pelo escritório quando ouviu os disparos, mas que não foram disparados por seguranças de Jucá.

Foi a segunda apreensão de dinheiro envolvendo Jucá nesta semana. Na quarta-feira, a PF apreendeu R$ 80 mil com um coordenador da campanha do senador.

Havia a suspeita de que a quantia seria usada para compra de votos. A campanha de Jucá nega e afirma que o dinheiro seria usado para pagar cabos eleitorais.

Jucá já foi também líder do governo Fernando Henrique Cardoso e ministro da Previdência de Lula.

Jucá disse que a PF “fez uma fiscalização de rotina, motivada por denúncias infundadas da oposição”. Ele afirmou que “não foi encontrado nada”. “Nossas contas estão abertas.” Ele disse que estava no escritório no momento.

Ele afirmou que os R$ 100 mil encontrados no matagal não eram seus, e disse desconhecer o depoimento de Amarildo da Rocha Freitas, que disse ter recebido o dinheiro de suas mãos.

“Não entreguei dinheiro a ninguém, não é dinheiro meu, não é dinheiro de campanha, todo o nosso dinheiro está declarado.”

Fonte: FOLHA

Nota do Blog: “Interessante, essa história de : “o dinheiro não é meu”, não lembra ALGUÉM? Um tal de P.S.M.? Não sabe de quem estamos falando? Paulo Salim Maluf, disse a mesma coisa, tempos atrás.