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REPETECO: Aqui postado em 12/03/2011 APRESENTADORA DE TV DIZ, NO AR, QUE CARNAVAL É “NEGÓCIO DOS RICOS”. PARAIBANA “PORRETA, HEIN!?

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

A apresentadora Rachel Sheherazade, do jornal Tambaú Notícia, afiliada do SBT na Paraíba, criticou no ar o Carnaval.

Segundo ela, o Carnaval não é uma festa genuinamente brasileira –é uma festa que surgiu na Europa durante a Era Vitoriana e se espalhou pelo mundo afora.

Raquel disse ainda que o Carnaval não é uma festa popular. “Balela. O Carnaval virou negócio, e dos ricos. Que os digam os camarotes VIPs”, critica.

A apresentadora diz que fala “com conhecimento de causa” e não é “inimiga” da festa.

Em entrevista ao UOL Notícias,  Rachel se disse surpresa com a repercussão “totalmente inesperada” do comentário, já que, justificou, faz comentários há cerca de um ano, duas vezes por semana, em um telejornal “de público mais restrito”.

“É um público bem específico, com entrevistas de política e economia, e mesmo assim repercutiu”, diz. Apesar da polêmica, ela garante ter recebido mensagens de apoio de leitores da Bahia e até do Rio Grande do Sul. “Teve gaúcho dizendo que essa festa não o representa, por exemplo. E é claro que muita gente gosta do Carnaval mais pelo feriado”, acredita.

Apesar do tom editorial do comentário, a jornalista afirmou que o conteúdo, “não discutido previamente” com a equipe de jornalismo com a qual trabalha, é restrito à opinião dela. De onde surgiu o mote para a crítica?

“Na Paraíba se vive o Carnaval mais nas praias, sobretudo nas prévias carnavalescas –tanto que a ‘quarta-feira de fogo’, quando fiz o comentário, é nessas prévias. E a cidade, com comércio e repartições públicas, para; são muitos contratempos”, definiu, para completar: “Eu moro nas proximidades dos desfiles. Simplesmente você não consegue chegar em casa porque o trânsito congestiona, fora que é muito barulho. E não são queixas apenas minhas”.

Indagada sobre um modelo “ideal” de Carnaval, a jornalista resumiu: “Dá para ter uma festa organizada como a do Rio de Janeiro (onde o folião, no Sambódromo, para para assistir aos desfiles). O objetivo do meu comentário era despertar nas pessoas nuances que não chegam a público, e não destruir o Carnaval ou estabelelecer uma fórmula. Quem sou eu para isso?”, questiona.

Fonte: UOL

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NOTA DO BLOG:

Como diria aquele personagem do saudoso Chico Anysio, “é mentira Terta?”

BARULHO NA TV

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Faz parte da experiência de todo espectador: tão logo o programa de TV se interrompe para a exibição dos comerciais, o volume do som aumenta consideravelmente. “Consideravelmente”, em verdade, passa até por eufemismo no caso de alguns canais, em particular os dedicados ao público infantil na TV paga.

Um perito judicial, consultado pela Folha em reportagem de 2010, mediu a variação do som em 26 canais. Registrou diferença de até seis decibéis entre a programação normal e o intervalo publicitário. Isso equivale a um aumento de quase quatro vezes no volume do som.

É de duvidar, embora possa ter eficácia com os mais impressionáveis e desatentos, que tática tão primitiva de vendagem resulte em benefício real para o anunciante.

No mínimo, o consumidor deveria sentir-se agredido por tamanho estrépito; com o tempo, a tecla “mudo” no controle remoto acabaria incorporada como sua arma de vingança particular, em protesto e apelo tácito por formas mais diplomáticas de persuasão.

A passagem do tempo não conseguiu, todavia, diminuir a balbúrdia no ambiente televisivo.

Desde maio de 2001, a legislação federal impede a variação dos decibéis. Previa-se que o Executivo editasse, no prazo de 120 dias, as regras de aplicação e fiscalização da nova lei.

Intervieram então dois fatores muito conhecidos do público brasileiro: uma outra algaravia, a burocrática, e uma velha surdez, a das autoridades perante os interesses do consumidor.

A regulamentação simplesmente não veio. Nove anos depois da promulgação da lei, o Ministério Público Federal de São Paulo ingressou na Justiça com uma ação pleiteando a aplicação da lei. Passados dois anos, a causa foi julgada favoravelmente -em primeira instância, somente.

As incertezas prosseguem. Não se sabe se cumpre à Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) ou à União a tarefa de fiscalizar os abusos auditivos na TV.

Tudo seria mais fácil, sem dúvida, se o espírito da autorregulação publicitária prevalecesse no caso. Respeitamos a lei, e iremos cumpri-la: é o que declara, com algum paradoxo, a assessoria da Cartoon Network, um dos canais que em 2010 variava em cinco decibéis o volume de suas emissões.

Seria bom se o consumidor fosse respeitado sem a necessidade do recurso a lei específica. Mas, sem dúvida, os interesses comerciais falam mais alto nos gabinetes do poder e impedem que sua voz, ainda tênue, seja ouvida como merece.

(Editorial da Folha de S.Paulo, edição de 17/03/2012)

NOTA DO BLOG:

Observe a data do Editorial: 17/03/2012. Estamos no dia 01/02/2013. Quase um ano depois, alguma coisa mudou?

REPETECO: “CANTINHO” DO CHICO ANYSIO

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

À partir de hoje, 26 de março de 2012, vamos apresentar aqui no Idade Certa, uma Categoria denominada “CANTINHO” DO CHICO ANYSIO, que terá como objetivo mantê-lo “VIVO” na memória de todos nós, seus anônimos admiradores.

Começamos com uma entrevista, datada de 2005, ao programa ENSAIO, que nos permite conhecer melhor aquele que é chamado pelos humoristas de “mestre dos mestres”.

Trata-se de uma entrevista longa (cerca de 66 minutos), portanto aconselho ao amigo e amiga que nos prestigiam, a reservar esse tempo num momento oportuno para desfrutar e se deliciar com as respostas do saudoso e querido Chico.

Se você dispuser de tempo agora, vamos a ela.

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WALMOR CHAGAS

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Fulgurante no teatro, no cinema, na televisão, na própria e extraordinária vida. Ninguém esperava que terminasse assim, como dizia minha sábia avó, “estava destinado”. Foi surpresa e tristeza. De todas as personalidades públicas (e não políticas) que foram embora em 2012 e neste início de 2013, Walmor é o único que deixa incerteza, perplexidade, um assombro não imaginado.

Há algum tempo, Walmor havia se isolado na chácara do Guaratinguetá, só saindo de lá para trabalhar, o que aconteceu a última vez em agosto do ano passado. Não há testemunho ou testemunha do seu tempo na chácara, não tinha nem televisão.

Guaratinguetá volta ao noticiário nacional pela segunda vez. Em 1914, Rodrigues Alves (ao lado), ex-presidente da República, comprou uma chácara lá, se isolou. Em 1918, muito doente, não conseguiu resistir à imposição do Partido Republicano, foi candidato a presidente e eleito pela segunda vez.

Só não conseguiu tomar posse, nem campanha fez. Não morreu logo, o cargo ficou com o vice Delfim Moreira, que também muito doente, só assinava papeis. Afrânio de Mello Franco governou 11 meses, o que se chama, na História, “a regência Mello Franco”. Rodrigues Alves morreu no início de 1919. No fim do mesmo ano, Epitácio Pessoa, que estava em Paris, “derrotou” Rui Barbosa. Numa eleição fraudada e falsificada.

por Helio Fernandes

Você é assinante da NET ou “TIPO” NET? Então você sabe que para não ter que assistir “trocentas” vezes os mesmos filmes, precisa “PAGAR POR FORA”, isto é, além do que já paga pela exorbitante mensalidade!!! DEPLORÁVEL!!!

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

*****PARABÉNS, SILVIO SANTOS***** *********Oitenta e dois anos********

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Se vale a máxima de que nenhum reality show é de fato real porque ninguém se comporta naturalmente diante de uma câmera, Silvio Santos, puro show, é exceção à regra. Não que Senor Abravanel estampe o tempo todo aquele sorriso contemplado pela TV. O caso é que o homem, 82 anos completados hoje, não tem como fugir daquela voz que tudo lhe deu, daquele timbre de quem venderia geladeira até no Polo Norte, e daquele senso de humor que nem as próprias desgraças perdoa.

Silvio sabe rir dos outros – mais do que de si. Ao fim daquele fatídico dia em que o sequestrador Fernando Dutra Pinto invadiu sua casa e lhe fez refém, diante de um exército de repórteres, fotógrafos e cinegrafistas, teve humor para contabilizar quantas horas a Rede Globo, sua rival, havia lhe dedicado em toda a programação.

Avesso a entrevistas, mas vaidoso, adora posar para a Caras. Há coisa de quatro anos, fotografou, feliz da vida, para a capa da revista, ao lado dos manequins de cera em tamanho natural que trouxe dos Estados Unidos. Como empresário, Silvio Santos é excelente animador, e tem ciência disso. Por ocasião do rombo anunciado no Banco Panamericano, admitiu que nunca havia pisado na instituição e que seu negócio, em todo o grupo de 44 empresas, é de fato a televisão.

VAMOS VOLTAR NO TEMPO.

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NOTA DO BLOG:

Silvio Santos é o último dos grandes comunicadores. Quando partir, deixará um enorme vazio. Que permaneça conosco por muitos e muitos anos!!!

Mais tecnologia no futebol

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Fatos como o ocorrido recentemente, em que um árbitro teria utilizado informações da TV para anular um gol de mão feito pelo Palmeiras, o que seria ilegal, pois ele não pode, pelas regras atuais, utilizar recursos como esse, talvez venham a ser coisa do passado dentro de não muito tempo.

Isso deve-se ao fato de, após anos de resistência à introdução da tecnologia no processo de arbitragem, ter sido aprovada pelos dirigentes máximos do futebol a adoção de sistemas que permitam confirmar se uma bola entrou ou não no gol, eliminando uma das principais causas de discussão no futebol – vale lembrar que na Copa do Mundo de 1966, a Inglaterra teria sido beneficiada numa situação dessas em sua final contra a Alemanha – situação inversa teria ocorrido na Copa de 2010.

Inicialmente,  dois sistemas foram aprovados, o Hawk-Eye e o GoalRef, que já serão utilizados na Premier League da Inglaterra na temporada 2012-13, a um custo de cerca de US$ 200 mil por estádio.

Provavelmente serão utilizados no Campeonato Mundial de Clubes no Japão (o Corinthians estará lá), e na Copa das Confederações e Copa do Mundo a serem disputadas aqui no Brasil.  O sistema  Hawk-Eye  foi desenvolvido na Inglaterra e vem sendo usado em jogos de críquete e tênis. Para o futebol, está prevista a utilização de seis câmeras ao redor de cada gol, cujas imagens serão captadas por um software que através de triangulações permitirá definir se a bola entrou ou não; em caso positivo, será enviado  via rádio  um sinal a um dispositivo em poder do árbitro; todo o processo durará menos de um segundo.

A tecnologia GoalRef foi desenvolvida na Holanda e Alemanha e testada em jogos do campeonato dinamarquês. Utiliza tecnologia diferente: a bola terá um chip e sensores serão instaldos nas traves,  avisando ao árbitro quando a bola realmente entrar – os defensores dessa tecnologia afirmam que seu custo é menor que o do Hawker-Eye.

Um sistema similar, o Cairos, desenvolvido pela Adidas foi testado na Copa do Mundo Sub 17 disputada em 2005 no Peru, mas acabou sendo abandonado.

Apesar da novidade no futebol, além do tênis e críquete outros esportes já recorrem à tecnologia para eliminar dúvidas, especialmente nos Estados Unidos: a NFL (National Football League), NHL (National Hockey League), MLB (Major League Baseball) e NBA (National Basketball Association) utilizam tecnologia,  inclusive  recursos mais simples, como replays de lances duvidosos, para auxiliar os árbitros.    

Apesar de alguns afirmarem que o uso de tecnologias como estas tira um dos encantos do futebol, a discussão sobre lances duvidosos, acreditamos que quando o esporte se profissionaliza não pode abrir mão da tecnologia, sob pena de prejudicar a qualidade do espetáculo como um todo.

Fonte: http://tecnologianavidadiaria.blogspot.com.br/

NOTA DO BLOG:

E você, meu amigo, minha amiga, o que diz a respeito? É contra ou favorável ao uso de mais tecnologia no futebol?

A PRESIDENTE DILMA É FÃ DE NOVELAS. Dilma pretendia assistir ao último capítulo de “Avenida Brasil” junto com a mãe e a tia, que moram com ela no Alvorada. Mesmo reconhecendo que a trama soube prender a atenção dos brasileiros, a presidente confessa que gostou mais de “Cheias de charme”, a novela das empreguetes. ATÉ TU, DILMA?

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Charge: Frank

NOTA DO BLOG:

Cada presidente com a sua mania. Tivemos um que gostava de assistir filmes de faroeste “enchendo a cara” de uísque, outro, mais recente, “biritava”. Brasília deve ser um tédio.