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Pensamento do Dia: “Viver, intensamente, é você chorar, rir, sofrer, participar das coisas, achar a verdade nas coisas que faz. Encontrar em cada gesto da vida o sentido exato para que acredite nele e o sinta intensamente”. (Leila Diniz)

terça-feira, 9 de abril de 2013

                                                                  LEILA DINIZ

Tudo tem a sua ocasião própria, e há tempo para todo propósito debaixo do céu.

terça-feira, 5 de março de 2013

Há tempo de nascer, e tempo de morrer; tempo de plantar, e tempo de arrancar o que se plantou;
Há tempo de adoecer, e tempo de curar; tempo de derrubar, e tempo de edificar;

Há tempo de chorar, e tempo de rir; tempo de prantear, e tempo de dançar;

Há tempo de espalhar pedras, e tempo de ajuntá-las; tempo de abraçar, e tempo de abster-se de abraçar;
Há tempo de buscar, e tempo de perder; tempo de guardar, e tempo de jogar fora;
Há tempo de rasgar, e tempo de coser; tempo de estar calado, e tempo de falar;
Há tempo de amar, e tempo de odiar; tempo de guerra, e tempo de paz.
(Eclesiastes, 3)

“O valor das coisas não está no tempo que elas duram, mas na intensidade com que acontecem.
Por isso existem momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis.”
(Fernando Pessoa)

Você sabe quais são as 10 melhores cidades do mundo para se viver?

terça-feira, 21 de agosto de 2012

Nem Himalaia nem Europa. As cidades mais próximas do que seria a Shangri-lá, descrita como um paraíso na Terra pelo inglês James Hilton, estão situadas na Austrália e Canadá, segundo aUnidade de Inteligência da revista americana The Economist.

A organização elaborou um estudo com 140 cidades ao redor do mundo e determinou quais delas são as melhores para se viver. O resultado coloca sete das dez cidades que lideram o ranking nestes dois países. Pelo segundo ano consecutivo, Melbourne (Austrália) foi eleita a melhor cidade do mundo para se viver.

O ranking avaliou as cidades de acordo com 30 fatores divididos em cinco áreas: saúde, violência e estabilidade, educação, infraestrutura e, por fim, meio ambiente e lazer. Segundo estes critérios, a cidade ideal seria média, com baixa densidade populacional, com um bom leque de atividades recreativas, boa infraestrutura e baixos índices de criminalidade.

E é justamente a relação entre a qualidade de vida (o acesso à saúde pública, opções de lazer, qualidade das habitações) e conforto (pouca violência ou congestionamentos) que faz algumas conhecidas megalópoles ficarem bem abaixo no ranking.

Este é o caso de Paris (16), Tóquio (18), Berlim (21), Roma (49) ou Londres e Nova York, que nem mesmo são listadas no Top 50. Também não há qualquer cidade da América Latina entre as cinquenta melhores cidades para se viver. Conheça o TOP 10:

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Foto: Rob Michalski

Melbourne (Austrália)

Com apenas 62 mil habitantes na cidade, Melbourne obteve as pontuações máximas nas áreas de educação, saúde e infraestrutura. Outros fatores consagraram a cidade como a melhor do mundo para se viver: a sua numerosa comunidade multicultural; o trio artes, comidas e vinhos mundialmente famosos; bem como as melhores oportunidades de compras, lazer e esportes da Austrália.

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Foto: Chapuisat

Viena (Áustria) 
Além de imensamente arborizada, a capital austríaca possui um legado cultural muito forte: na cidade não faltam museus, teatros e cinemas. As ciclovias permeiam todo o município e ainda não há perigo de ninguém dormir no ponto: bonde, metrô, trem e ônibus são intercalados e são rápidos para buscar o passageiro.

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Foto: ecstaticist

Vancouver (Canadá)

Cercada de montanhas cobertas de neve e portos azuis cristalinos, Vancouver se destaca pela interação com a natureza. Há vários parques, estações de esqui e opções de lazer na metrópole canadense. A cidade é quase toda plana, o que facilita a locomoção e quase a deixa livre de congestionamentos.

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Foto: ilkerender

Toronto (Canadá)

Diferentemente da pacata Vancouver, a intensa programação cultural, a vida noturna e a diversidade de Toronto fizeram-na receber o apelido de “pequena Nova York”. Mesmo com toda a agitação, a cidade é silenciosa. Com bom transporte público e ruas limpas, Toronto se destaca ainda pela população, extremamente solícita e educada.

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Foto: Randy Peters

Calgary (Canadá)

Mais tranquila do que as outras duas cidades canadenses do Top 10, Calgary possui um bom custo de vida e é considerada calma, limpa, segura e bem organizada. Apesar da vida noturna mais leve, os habitantes da cidade contam com uma estrutura dinâmica, contendo tudo que uma cidade desenvolvida pode oferecer: cinemas, teatros, bares, restaurantes, zoológicos, parques, museus, entre outros.

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Foto: frizzetta

Adelaide (Austrália)

A cidade situada na costa sul australiana exala charme no seu centro histórico, praias, parques (ocupam a metade do território), além de savanas e vinhedos. Adelaide conta com um “espírito libertário”, que a fez ser pioneira na proibição da discriminação sexual e racial, no reconhecimento dos direitos de terra aborígene, na concessão de voto às mulheres e até na legalização do nado nu.

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Foto: jwinfred

Sidney (Austrália)

Rica em biodiversidade e com mais de 40 praias de tirar o fôlego, Sydney faz por merecer o título de sétima melhor cidade do mundo para se morar. Moderno, o município cultua um diferenciado estilo de vida ao ar livre. As áreas verdes e parques públicos aumentam a qualidade de vida e a sustentabilidade da metrópole.

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Foto: DragonWoman

Helsinki (Finlândia)

Com uma infraestrutura invejável, a cidade finlandesa de Helsinki possui outras qualidades que a deixam a menos de dois pontos (em um total de 100) do primeiro lugar do TOP 10: baixa criminalidade, taxas de geração de postos de trabalho sólidas, um sistema educacional mundialmente reconhecido e gastronomia de alta classe. Outro ingrediente é a cultura jovem de negócios que preza pelo empreendedorismo e inovação em prol da cidade.

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Foto: Mal B

Perth (Austrália)

A cidade de Perth exala qualidade de vida e belezas naturais. A elevada expectativa de vida da população, superior a 84 anos, demonstra a atenção dada aos seus moradores. O estilo despojado ajuda na longevidade: os idosos por lá andam descalços nas ruas ou até mesmo usam chinelos para trabalhar. Além disso, o custo de vida é 20% a 30% mais barato do que em outras metrópoles australianas.

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Foto: Sandy Austin

Auckland (Nova Zelândia)

Não é por ser a lanterninha da lista que Auckland é uma cidade menos fascinante que as outras. Conhecida mundialmente como a capital dos esportes radicais, a descolada metrópole é o principal centro financeiro do país e mescla beleza natural e modernidade. As atrações da cidade vão das galerias de arte aos vulcões, passando por um zoológico imperdível e cassinos disputados. Na cidade da aventura, não faltam trilhas de mata fechada, escaladas em gigantescos glaciares e descidas de corredeiras.

Fonte: Eco D

NOTA DO BLOG:

Que dá vontade de escolher uma delas, dá, não é verdade?

Pensamento do dia: “O Chico tem provado que, definitivamente, não quer deixar de viver. Está agarrado com unhas e dentes àquilo que mais preza: a própria vida. Ele tem sido minha fonte de inspiração, é nele que eu recarrego as minhas energias, pois, quando o vejo lutando tanto, percebo que não há nada, absolutamente nada, para se queixar da vida”. (Malga di Paula, mulher de Chico Anysio, em nota aos amigos e fãs, no Facebook)

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Malga di Paula, mulher de Chico Anysio, escreveu uma nota aos amigos e fãs, noFacebook, para contar como está o estado de saúde do marido e como ele tem passado os últimos dias, já que está internado no CTI do Hospital Samaritano desde o dia 22 de dezembro de 2011.

A empresária explicou que o comediante teve um problema intestinal, que necessitou de uma cirurgia urgente. Ele também foi submetido à sessões de hemodiálise e os rins voltaram a funcionar. Nas últimas semanas, teve uma melhora significativa de todo o quadro, mas outra bactéria bastante poderosa acabou infectando seu pulmão.

Fonte: ISTOÉ

É POSSÍVEL VIVER EM HARMONIA?

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Fifi mostra que gatos podem viver em harmonia com seus filhotes, um pato e um rato. Estes são os mascotes do Antonio Carlos Bonin (BOL)

RECORDAR É VIVER…

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Viver ou Juntar Dinheiro?

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Recebi uma mensagem muito interessante de um ouvinte da CBN.Ela nem precisa dos meus comentários. Lá vai:

“Prezado Max, meu nome é Sérgio, tenho 61 anos, e pertenço a uma geração azarada.

Quando eu era jovem as pessoas diziam para escutar os mais velhos, que eram mais sábios, agora me dizem que tenho de escutar os jovens porque são mais inteligentes.

Na semana passada eu li numa revista um artigo no qual jovens executivos davam receitas simples e práticas para qualquer um ficar rico.
E eu aprendi muita coisa.

Aprendi por exemplo, que se eu tivesse simplesmente deixado de tomar um cafezinho por dia, durante os últimos 40 anos, eu teria economizado R$ 30.000,00.

Se eu tivesse deixado de comer uma pizza por mês teria economizado R$ 12.000,00 e assim por diante.

Impressionado, peguei um papel e comecei a fazer contas, e descobri para minha surpresa que hoje eu poderia estar milionário.

Bastava eu não ter tomado os cafés que eu tomei, não ter feito muitas das viagens que fiz, não ter comprado algumas das roupas caras que eu comprei

e, principalmente, não ter desperdiçado meu dinheiro, em itens supérfluos e descartáveis.
 
Ao concluir os cálculos percebi que hoje eu poderia ter quase R$ 500.000,00 na conta bancária.
É claro que eu não tenho este dinheiro.
 
Mas se tivesse sabe o que este dinheiro me permitiria fazer?
 Viajar, comprar roupas caras, me esbaldar com itens supérfluos e descartáveis, comer todas as pizzas que eu quisesse e tomar cafezinhos à vontade. Por isso acho que me sinto feliz em ser pobre.
 
Gastei meu dinheiro com prazer e por prazer, porque hoje com 61 anos não tenho mais o mesmo pique de jovem, nem a mesma saúde, portanto viajar, comer pizzas e cafés não fazem bem na minha idade, e roupas hoje não vão melhorar muito o meu visual!

E recomendo aos jovens e brilhantes executivos, que façam a mesma coisa que eu fiz.

Caso contrário eles chegarão aos 61 anos com um monte de dinheiro, mas sem ter vivido a vida”.

 No mínimo, para pensar…
Autor:  Max Gehringer

Pensamento do dia: “A FELICIDADE não é um direito nem um dever; a felicidade é, quando muito, a decorrência contingente de uma ambição mais modesta e que, à falta de melhor palavra, se designa simplesmente por VIVER”. (João Pereira Coutinho, jornalista português)

segunda-feira, 13 de junho de 2011